quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Câmera de circuito interno esperta aprende a localizar tipos suspeitos

As "Big Brother" in the Apple commercialImage via Wikipedia

Câmera de circuito interno esperta aprende a localizar tipos suspeitos.

Por Nic Fleming
15 de dezembro de 2009

Qual a diferença entre um terrorista suicida e um faxineiro? Isso parece com a linha de abertura de uma piada macabra, mas para cientistas de computação que trabalham com software de vídeo de vigilância inteligente, ser capaz de fazer essa distinção é um objetivo chave.

Os atuais sistemas de circuito interno podem coletar massas de dados, mas pouco disso é usado, diz Shaogang Gong, um pesquisador de computação de visão por computador em Queen Mary, da Universidade de Londres. "O que realmente precisamos são melhores maneiras de explorar esses dados," ele diz.

Gong está liderando uma equipe internacional de pesquisadores para desenvolver um sistema de circuito interno da próxima geração, chamado Samurai, o qual é capaz de identificar e rastrear indivíduos que agem de modo suspeito em espaços lotados. Ele usa algoritmo para traçar o perfil de comportamento das pessoas, aprendendo sobre como as pessoas normalmente se comportam nos ambientes onde ele está posicionado. Ele também pode levar em consideração condições de iluminação, capacitando - o a rastrear pessoas enquanto elas se movem do campo de visão de uma câmera para outra.

Para melhorar o rastreamento de um indivíduo em um aeroporto, o sistema também pode aprender as rotas que as pessoas são mais prováveis de tomar - direto da entrada para o check-in, diz. Ele também pode até seguir alvos enquanto eles se movem em uma multidão, usando as formas características das pessoas, as bagagens delas e as pessoas com quem elas estão andando, para seguí-las enquanto elas caminham entre o campo de visão de diferentes câmeras.

O Samurai é desenvolvido para emitir alertas quando detecta comportamentos que divergem da norma, e ajuste seu raciocínio baseado em realimentação. Assim um operador poderia acalmar o sistema de que a pessoa com o esfregão parecendo desperdiçar tempo em uma rua movimentada não é uma ameaça. Quando outra pessoa com um esfregão exibir comportamento similar, ele se lembrará que isso não é uma situação que precise alertar.

Enquanto ferramentas de análise de vídeos já existem, eles tendem a operar de acordo com rígidas regras pré-definidas, diz Gong, e não podem seguir um grande número de pessoas através de múltiplas câmeras situadas em espaços públicos movimentados.

A equipe do Samurai demonstrou no mês passado o sistema para parceiros comerciais incluindo os aeroportos BAA no Reino Unido. Os pesquisadores afirmam que o protótipo do sistema identificou com sucesso potenciais ameaças que poderiam ter passado despercebidas por operadores humanos, usando filmagem coletada no aeroporto Heathrow. A equipe do Samurai tem financiamento para continuar refinando o software até o fim de 2011.

"O uso de resposta pertinente dos operadores humanos será uma parte muito importante dessas tecnologias," disse Paul Miller, do Queen's University's Centre para Tecnologias de Segurança de Informação em Belfast, Reino Unido, que está liderando um projeto para desenvolver sistemas de análise de vídeos capazes de prever assaltos em ônibus. "A chave é desenvolver algoritmos de aprendizagem que trabalhem não apenas no laboratório, mas que sejam robustos para aplicações no mundo real."

Fonte: www.newscientist.com

Nota: A cada dia as tecnologias de vigilância e geolocalização estão mais sofisticadas. Isso decorre da necessidade da segurança, mas também trás a tona a questão da privacidade das pessoas.

Em um mundo que caminha rapidamente para um Governo Mundial que deverá ser bastante restritivo da liberdade, esses mecanismos manterão a todos sob constante vigilância.

Os mecanismos de geolocalização estão sendo aperfeiçoados ao ponto de localizarem pessoas com precisão de poucos centímetros, como o surround sense que está sendo desenvolvido pela Universidade americana de Duke, conforme artigo do site http://www.baixaki.com.br.

Realmente não haverá onde se esconder do Big Brother.




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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Dinheiro das drogas salvou os bancos na crise global, afirma conselheiro da ONU.

O Espectro de Wall StreetImage by *Bloco via Flickr

Dinheiro das drogas salvou os bancos na crise global, afirma conselheiro da ONU.

O chefe das drogas e crime diz que $352 bilhões em rendimentos criminosos foram efetivamente lavados pelas instituições financeiras.

Por Rajeev Syal
Publicado em 13/12/2009 pelo Guardian

Dinheiro de drogas no valor de bilhões de dólares manteve o sistema financeiro flutuando à tona no pico da crise global, contou ao the Observer o czar das drogas e crime das Nações Unidas.

Antonio Maria Costa, diretor do escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime, disse que viu evidências de que os rendimentos do crime organizado era "o único capital de investimento líquido" disponível para alguns bancos no limiar do colapso do ano passado. Ele disse que a maior parte dos $352 bilhões (216 bilhões de euros) dos lucros das drogas foi absorvida no sistema econômico como resultado.

Isso levanta questões sobre a influência do crime no sistema econômico em tempos de crise. Também desperta um exame adicional do setor bancário enquanto líderes mundiais, incluindo Barack Obama e Gordon Brown, pedem por Novas Regulamentações para um Fundo Monetário Internacional. Falando de seu escritório em Viena, Costa disse que há evidências de que o dinheiro ilegal estava sendo absorvido no sistema financeiro foi primeiro chamado a sua atenção pelas agências de inteligência e promotores ao redor de 18 meses atrás. "Em muitos exemplos, o dinheiro das drogas era o único capital de investimento líquido. Na segunda metade de 2008, a liquidez era o principal problema do sistema bancário e, portanto capital líquido se tornou um fator importante," ele disse.

"Empréstimos entre bancos foram financiados pelo dinheiro que se originou do comércio de drogas e outras atividades ilegais... Havia sinais de que alguns bancos foram resgatados dessa forma." Costa recusou identificar países ou bancos que podem ter recebido algum dinheiro de drogas, dizendo que seria inapropriado porque seu escritório é para encaminhar o problema, não atribuir culpa. Mas ele disse que o dinheiro é agora parte do sistema oficial e tinham sido efetivamente lavado.

"Este foi o momento (o ano passado) quando o sistema estava basicamente paralisado por causa da má vontade dos bancos de emprestar dinheiro uns aos outros. A progressiva liquidização do sistema e a progressiva melhoria de alguns bancos dos valores de suas ações (significou que) o problema (do dinheiro ilegal) tinha se tornado muito menos sério do que estava", ele disse.

O FMI estimou que grandes bancos dos Estados Unidos e europeus perderam mais de $1 trilhão de ativos tóxicos e de empréstimos ruins de janeiro a setembro de 2009 e mais de 200 dos que emprestavam para hipotecas faliram. Muitas grandes instituições ou faliram, foram adquiridos sob pressão, ou foram objeto de absorção pelo governo.

Acredita-se que agora as gangues fazerem a maior parte de seus lucros do comércio de drogas e está estimado valer 352 bilhões de euros, diz a ONU. Eles tradicionalmente mantiveram os rendimentos em dinheiro ou levado para o estrangeiro para esconder das autoridades. É entendido que a evidência de que o dinheiro das drogas que fluiu para os bancos veio de funcionários da Inglaterra, Suíça, Itália e dos Estados Unidos.

Os banqueiros britânicos gostariam de ver qualquer evidência que Costa tenha para respaldar suas afirmações. Um porta-voz da Associação de Banqueiros Britânicos disse: "Nós não temos sido parte de nenhum diálogo regulador que apóie uma teoria deste tipo. Houve claramente uma falta de liquidez no sistema e até certo ponto isso foi suprido pela intervenção dos bancos centrais."

Fonte: http://www.guardian.co.uk/global/2009/dec/13/drug-money-banks-saved-un-chief-claims


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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague:"O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países

Mensaje a los Medios de Comunicación del Presi...Image by Gobierno Federal via Flickr

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague: "O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países.

Por Anders
Euro-med.dk, 04/12/2009

Sumário: O programa ambiental da ONU (UNEP, em inglês) é muito ambicioso. Ele quer que o movimento ambientalista esteja rivalizando com a religião para estabelecer nossos padrões e valores. Um documento até agora secreto mostra que o UNEP controlará os governos em questões climáticas para incluir todas as condições sociais, e explorar os governos por dinheiro. O UNEP está engajado em um enorme trabalho missionário, começando com o verde - e fazendo lavagem cerebral nas crianças através de 30.000 organizações mundo afora - usando os mesmos métodos que o Futerra do governo britânico. Em uma reunião em Paris entre 4 e 5 de setembro, o UNEP fez o compromisso de a mídia fazer a propaganda ambientalista até a conferência de Copenhague e além, enquanto todo o aparato da ONU está mobilizado em uma campanha sem precedentes de mentiras do clima para um acordo político em Copenhague.

Estão incluídas as curvas do relatório de Lord Monkton sobre o escândalo do Climategate. Elas demonstram que enquanto os próprios números do Sistema de Informação Geográfica da NASA em 1999 mostravam um resfriamento global, que continua até os dias atuais, James Hansen do Sistema de Informação Geográfica projetava isso como aquecimento global. Essa é a verdadeira mudança climática antropogênica!

O movimento climático inteiro é uma religião adorando a "Mãe Terra viva", a Gaia dos antigos gregos, com um arco de esperança, o pacto com equipamentos rituais, pregadores da Terra, fórmulas mágicas, e hinos a Gaia. A Carta da Terra é chamada os "10 mandamentos de nosso tempo" pelo Moisés de nosso tempo, Michael Gorbachev, e transgressão aos 10 mandamentos é pecado, para o qual nossos incríveis políticos compram indulgências para nosso dinheiro nos países mais pobres da terra para um não existente débito de CO2! Há altos sacerdotes corruptos que tem feito da ameaça do dia do juízo final seu culto. E há um mundo inteiro que segue cegamente e adora esse monstro vermelho pintado de verde (apoc. 13)

O Natal está se aproximando, tempo de reflexão para os cristãos. E esse ano para os adoradores de Gaia/Lúcifer da religião do clima da Nova Era, também, fortemente associados com a agenda 21 da ONU. Enquanto Al Gore é o pregador irrefletido dessa religião, há profetas escondidos como o Clube de Roma, e Edmund de Rothschild, Michael Gobachev da Cruz Verde, Steve Rockefeller e Maurice Strong, os últimos três autores da Carta da Terra. Mas estes caras espertos transferiram a lucrativa religião do clima deles para a satanista ONU. De forma geral 91% dos autores da coordenação do Relatório da Quarta Avaliação do IPCC eram cientistas do Programa de Pesquisa Mundial do Clima, e, portanto, tinham o apoio da UNESCO por trás deles. Um ramo da ONU é o Programa Ambiental da ONU (UNEP). Ele foi estabelecido em 1972 e tem uma estratégia de 2010 a 2013 para uma lavagem verde e lavagem cerebral no mundo sob a cobertura da religião do clima. Wikipédia: O mandato do UNEP é para coordenar o desenvolvimento do consenso da política ambiental pela manutenção do meio ambiente global sob revisão e trazer as questões emergentes à atenção dos governos e da comunidade internacional para ação. O Conselho Governante é o principal desenvolvedor das normas políticas para os programas ambientais e desempenha o papel diplomático em promover a cooperação entre os estados membros da ONU sobre questões de meio ambiente.

Um documento secreto emergiu: O relatório de Mark Halle, "O UNEP Que Nós Queremos", da reunião do UNEP em 17 de setembro de 2007: "O meio ambiente deveria competir com a religião como a única narrativa baseada em valores obrigatória disponível para a humanidade. Já está acontecendo no campo da mudança climática." Uma corte de justiça Britânica declara: "O Verde é uma religião!

“Efetivamente, o ambientalismo é uma religião, uma adoração de Gaia, vide a hipótese de Gaia de James Lovelock:” “Pode ser que um papel que nós desempenhamos é como os sentidos e o sistema nervoso de Gaia. A terra é um sistema vivo e somos parte dele". O Independente de 16/01/2006:"Minha teoria de Gaia vê a Terra se comportando como se estivesse viva. Nós demos uma febre a Gaia e em breve sua condição piorará para um estado como o de coma." A "sagrada" Arca da Esperança contém as orações da Terra, o véu da oração da Terra, e a Carta da Terra, os 10 mandamentos de nosso tempo, como o Moisés de nossos dias, Michael Gorbachev diz. A Arca simboliza a Arca do Pacto de Gaia. Como em muitas religiões, jejum e abstinência de carne estão sendo pregados. Há autonomeados, oniscientes, fundamentalistas fraudulentos como Sumo Sacerdotes para Gaia - como James Hansen - vendo os políticos como hereges comprando indulgências nos países mais pobres para um imaginário débito de CO2. Mesmo se Hansen foi pego três vezes em flagrante adulterando as temperaturas, ele agora está indignado com o escândalo do climategate! Na religião do clima é preciso mentir - mas é inadmissível ser exposto sob quaisquer circunstâncias. É por isso que eles compraram a mídia. O elemento central do culto é a ameaça do dia do julgamento. Eles têm hinos para Gaia e orações para Gaia: “... Sagrada deusa, a senhora nos honra com o seu sempre abundante espírito. Adeus mãe dos deuses, noiva do paraíso..."

A Conferência de Mudança Climática da ONU em Copenhague começará em menos de uma semana (já está em andamento). A ONU está altamente agressiva: Uma recente inspeção no site oficial Seal the Deal Web mostrou que 417.721 pessoas até 21 de dezembro tinham assinado a petição para fazer esse acordo. O homem por trás desse acordo é Janos Pasztor, conselheiro climático de Ban Ki-moon. Pasztor é o recentemente nomeado Diretor do Grupo de Gerenciamento de Meio Ambiente da ONU (EMG), cujo secretariado é estipulado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP) em Genebra. Felizmente o prospecto do "Fechamento do Acordo" é ruim, muitos paises estando indesejosos de pagar as vorazes LDC's de 700 bilhões de dólares que eles estão exigindo. Até mesmo o pagamento de 100 bilhões de dólares oferecidos pela União Europeia tem dividido os países. O escândalo do climategate pode ter diminuído a confiança dos contribuintes na fraude do clima. Por outro lado a política do clima é uma fraude intencional baseada em uma mentira proposital. Mas o atual prospecto mínimo do resultado é uma grande frustração do manda-chuva da ONU, Ban Ki-moon que está continuamente fazendo lobby para os países ricos fazerem um acordo comunista para enviar cada vez mais de suas riquezas para os povos do mundo que nada produzem a não ser mais crianças. É claro que sob a capa do "débito de CO2" que devemos aos países pobres que não produzem absolutamente nada do danoso CO2.

Fox News, 19/11/2009: Um intenso trabalho de lobby dirigido pelo Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon em favor do tratado ainda está prosseguindo a todo vapor adiante, sob o slogan da campanha "Sele o Acordo! Crescimento do poder verde. Proteja o planeta" - um grande esforço para a manipulação da opinião pública internacional.

Desde 2001 o combinado RSS (sistema de sensores remotos em Santa Rosa e UTAH (Universidade de Alabama Huntington) de temperaturas mostra um claro resfriamento global - convertido pelo IPCC em aquecimento global. Relatório de Lord Monkton.

A ONU fisga crianças a fim de ter os pais delas em suas redes.

The New York Post, 30/11/2009: As crianças foram os alvos de um livro co-escrito pelo pela produtora do veículo fabricador da estrela de Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente" com pelo menos 11 pesados erros de acordo com a corte britânica. A produtora Laurie David disse ao editor do Weekly que ela escreveu o livro de criança, "Down-to-Earth Guide to Global Warming," porque "Crianças também são a influência número 1 para os pais delas, então se você quer alcançar os pais, vá até as crianças." Então: Minha filha voltou da escola recentemente com uma canção em seus lábios. Lá de fora vinha esse refrão assustador: "...Você pode ouvir o aquecimento - Aquecimento Global..." Nós aprendemos que: A) Todas as crianças têm sido forçadas a cantar "A Canção do Aquecimento," em um show para os pais. B) Além do mais a letra da música censura os adultos egoístas por poluírem nosso planeta e causar o martírio do aquecimento que mataria, em pouco tempo, todos os ursos polares e ameaçaria os pássaros e as abelhas. O UNEP tem um enorme programa para converter crianças - com cerca de 30.000 organizações ao redor do mundo.

Por quê? As ambições do UNEP, sente que está sendo negligenciado, consegue financiamentos tão pequenos e quer estabelecer a política da ONU sobre o clima e a sociedade. Aqui estão os meios: O UNEP tem um largo eleitorado natural e esse eleitorado precisa ser atrelado a missão do UNEP sem parecer fazer avanço ao redor dos governos membros. Isso inclui descobrir o jeito certo de interagir com, e tirar o melhor de, universidades e comunidades de estudantes, e dos think tanks. Ele deve fazer um hábito de desafiar comportamentos e práticas insustentáveis, onde quer que sejam encontradas, essas iniciativas também representam um meio de alcançar os diretores executivos das corporações. O UNEP alcançará governos, outras entidades das Nações Unidas, instituições internacionais, secretarias de acordos ambientais multilaterais, a sociedade civil.

Comentário: Assim, a missão do UNEP é contornar os governos promovendo seu subversivo trabalho revolucionário.

O ambicioso documento, intitulado "O UNEP Que Nós Queremos", de Mark Halle, foi o produto de um seleto grupo de 20 principais burocratas ambientalistas e pensadores, incluindo a atual funcionária número dois do UNEP, Angela Cropper. O documento foi mais tarde entregue ao Diretor Executivo do UNEP Achim Steiner. Outro participante incluido Janos Pasztor. Um outro importante assistente foi John Scanlon, listado no website do UNEP como o principal conselheiro de Steiner no UNEP. Entre outras coisas, é creditado a Scanlon em sua biografia como ser o líder em desenvolver a nova estratégia de médio prazo do UNEP, "Meio Ambiente para o Desenvolvimento," cobrindo o período de 2010 a 2013.

Essas ideias estão sendo defendidas em um tempo altamente carregado. Ambos os ambientalistas e as Nações Unidas inteira, liderados pelo Secretário Geral Ban Ki-moon, estão pressionando intensamente os governos ao redor do mundo para assinarem um sucessor legalmente obrigatório e mais global para o Protocolo de Kyoto na supressão dos gases do efeito estufa, o qual expira em 2012. Até o momento, esse acordo parece provável de ser adiado, pelo menos até a próxima primavera, enquanto alguns países ricos, incluindo os Estados Unidos, hesitam pelo alto custo e potencialmente incapacitante impacto econômico dos objetivos para reduzir as emissões de carbono na atmosfera da terra, ainda que o presidente Barack Obama apóie um ambicioso acordo em Copenhague.

Entre outras coisas, ambas documentadas (inclusive o documento 2010-2013) argumentam por:

1. uma "nova e central posição para o ambientalismo no pensamento do mundo," o meio ambiente se movendo de ser frequentemente considerado uma questão marginal nos níveis intergovernamental e nacional para o centro da tomada de decisão política e econômica," diz o plano de médio prazo.
Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner

2. unir questões ambientais com econômicas como prioridade central. "Nós necessitamos de um Bretton Woods ambiental para o século 21," as ligações entre sustentabilidade ambiental e a economia.

2. novas regras ambientais, regulamentos e padrões, com uma autoridade mais forte para comandar os governos nacionais. O documento Mark Halle chama isso uma série de "ajustamentos incrementais, todavia ambiciosos" para a governança ambiental internacional.

4. um extensivo papel de divulgação pela UNEP para "crianças e jovens".

5. alcançar setores mais poderosos dos governos bem como dos negócios.

6. apelar para os mais poderosos (dos governos) ministros responsáveis pela política econômica; a mensagem do UNEP não é para os ministros do meio ambiente - já convertidos...Devem mirar mais alto."

7. procurar influenciar como o árbitro condutor do mundo de uma nova dimensão do desenvolvimento humano.

De acordo com Halle, contudo, numa troca de e-mail com a Fox News, há sinais de que o grandemente ambicioso papel que ele e seus camaradas intelectuais rascunharam para o UNEP como o principal competidor da religião está "começando a acontecer." Halle apontou o engajamento este ano da assim chamada Iniciativa da Economia Verde, uma proposta para redesenhar radicalmente a economia global e transferir trilhões de dólares em investimentos para os países em desenvolvimento mais pobres do mundo, mas um que está formulado em termos de novos empregos verdes.

A Iniciativa da Economia Verde é também chamada de Novo Acordo Global Verde. O fato de que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é ocasionalmente associado com o UNEP é um escândalo e uma tragédia. Comentário: Realmente notável, desde que o IPCC foi estabelecido pelo UNEP em 1988.

Fox News, 19/11/2009: Manipulação da mídia
Uma outra parte chave da tragédia é atrair os noticiários da mídia internacional muito mais profundamente para dentro da causa. Caso em questão: uma reunião em Paris de 4 a 5 de setembro, organizada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e intitulado "Primeira Conferência Internacional sobre Mídia e Mudança Climática."

Quase 300 pessoas representando mais de 100 organizações de radiodifusão e sindicatos de radiodifusão compareceram ao encontro. No final da reunião, e com Copenhague a apenas três semanas a frente, o grupo emitiu uma declaração falando que "uma dedicada colaboração entre a mídia de radiodifusão para compartilhar e disseminar informações sobre mudança climática que incorpore tanto a perspectiva global como a local encorajaria indivíduos e fazedores de políticas a se responsabilizarem por ações oportunas." "Provavelmente a maior parte do mundo não lê o noticiário de jeito nenhum. Eles não procuram mudanças no noticiário para obter suas informações ou para mudar seu comportamento. Se a mudança climática é sobre mudança comportamental, no final das contas o que eu acredito que é, portanto de uma perspectiva da mídia você deve, você tem de olhar de um jeito que não é apenas sobre notícias. É sobre criar uma imaginação, e uma visão, do que uma mudança climática mundial - ou uma mudança climática mundial evitada com sucesso - parecerá. Isso virá através de filmes, isso virá através de novelas, isso virá através de reality shows de televisão, isso virá através de romance." Eric Hall - chefe de relações públicas das Nações Unidas. Comentário: Isto é, usando psicologia aplicada para converter a humanidade para a religião do clima é - estratégia da Futerra!

Al Gore e o Climategate? Bem, ele tem guarda costas para remover qualquer um fazendo perguntas inconvenientes - pelo menos 4 pessoas. E então ele se apressa para o seu mercedes sedento de gasolina!

Temos visto como os principais fornecedores de temperaturas para o IPCC, umas atuais (James Hansen, Sistema de Informação Geográfica) e projeções futuras (Unidade de Pesquisa Climática, Universidade de East Anglia), foram expostos como fraudadores. Ou seja, o ganhador do prêmio Nobel, o IPCC, recebeu este prêmio em cima de uma grande mentira. Da mesma forma Al Gore, é claro. E isso significa que a Conferência do Clima de Copenhague é uma farsa científica. Mas como mostrado acima isso é indiferente. Essa conferência não é sobre clima - porque eles sabem muito bem que não há crise climática. É sobre governo mundial, como Lord Monckton de Brenchley diz. O documento suíço acima não é surpresa, considerando as simpatias comunistas expressas por Ban Ki-moon. Isso é parte da comunista agenda 21 como anteriormente descrita neste blog.

Marque o que Mark Halle escreve: O UNEP vai procurar influenciar como o árbitro guia do mundo de uma nova medida de desenvolvimento humano. Esses canalhas tomaram o papel de brincar de Deus - ou melhor, do Diabo - achando que eles podem fazer sua miserável mentirosa ideologia climática o equivalente do Cristianismo. Eles pensam que estão designados a contornar os governos e fazerem-se árbitros de nosso desenvolvimento! Isto é realmente luciferiano: Ou seja, deificação humana.

Mas por que apenas o clima como a ferramenta deles? Aqui é como a Criatura da Ilha de Jekyll por G. Edward Griffin, appleton, Wisconsin: American Opinion Publishing, Inc., 1994:"Pode agora ser possível criar um Governo Mundial no qual todas as nações serão desarmadas e disciplinadas por um Exército Mundial, uma condição na qual chamaremos de paz." Neste caso, o que poderia ser um substituto para guerra? Uma fonte está no estudo secreto do Hudson Institute de 1966 comissionado pelo Secretário de Defesa Robert McNamara (depois chefe do Banco Mundial), intitulado Relatório da Montanha de Ferro. Este estudo analise friamente vários meios pelos quais o governo poderia controlar o populacho e perpetuar- se no poder na ausência da guerra (paz da ONU).

Aqui, Griffin explica, está a origem do estratagema para promover o apocalipse ecológico como o novo inimigo que ameaça o mundo inteiro. A ameaça precisa ser real, apresentado as massas que podem ser convencidas de que é verdadeiro. Credibilidade é a chave, não a realidade. A barragem de propaganda tem tido um resultado fenomenal. Políticos estão agora sendo eleitos com nada a não ser "preocupação pelo meio ambiente e uma promessa de sujeitar as indústrias sujas," com ninguém se preocupando sobre os danos feitos a economia ou nossas liberdades. No mesmo espírito Alexander King, do Clube de Roma, primeira Revolução Global: "Na procura por um novo inimigo para nos unir, nós surgimos com a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, escassez de água, fome e coisas semelhantes servia bem... O verdadeiro inimigo, então, é a própria humanidade." Ou seja, a mentira climática é pura ideologia da Nova Ordem Mundial.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=12116

Tradução e adaptação: O Observador







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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Dr Rauni Kilde

A ex-ministra da saúde Dra. Rauni Kilde fala corajosamente sobre os planos dos Bilderbergs de eliminar 2/3 da população mundial e como a gripe suina está sendo usada para cumprir esse papel.

É a primeira vez que uma autoridade de um país fala tão abertamente sobre esses planos estarrecedores. Para quem achava que tudo isso era apenas maluquice de teóricos da conspiração fica aí o vídeo para reflexão!!!




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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O império mundial da burla

DesmatamentoImage by Ludmila Tavares via Flickr

O império mundial da burla
Olavo de Carvalho
Até umas décadas atrás, o jornalismo refletia a convivência, ora pacífica, ora conflitiva, das três forças que determinavam a sua orientação: o orgulho profissional dos jornalistas, que concorriam entre si na tarefa de informar mais e melhor; os objetivos econômicos dos empresários de mídia; e os diferentes interesses políticos que, através desses dois grupos, disputavam a hegemonia sobre as redações. A variedade das combinações possíveis, num ambiente de concorrência capitalista e liberdade democrática (mesmo em situações políticas não totalmente democráticas), demarcava os perfis dos diferentes órgãos de mídia, desde os grandes jornais e redes de TV até os tablóides de propaganda ideológica e os programas radiofônicos das mais modestas estações do interior.
Nos anos recentes, tudo mudou.
1) Por toda parte, a propriedade dos órgãos de mídia concentrou-se nas mãos de empresas multinacionais bilionárias, associadas ao projeto de governo mundial e dispostas a sofrer por ele até mesmo vultosos prejuízos financeiros, que por outro lado não as prejudicam de maneira alguma, de vez que são amplamente compensados por lucros obtidos em outros negócios. A tremenda queda de prestígio e a quase falência de jornais como o New York Times ou o Los Angeles Times não os induziu a mudar no mais mínimo que fosse as respectivas orientações políticas que puseram seus leitores em fuga: ao interesse financeiro imediato de uma empresa em particular sobrepõem-se os interesses estratégicos maiores dos grupos empresariais que a controlam de longe.
2) Desde que as maiores universidades, em quase todos os países do Ocidente, caíram sob o domínio de intelectuais ativistas imbuídos da mentalidade "pós-moderna" e "desconstrucionista", isso teve um efeito letal sobre a formação profissional dos jornalistas: a simples noção de objetividade jornalística não pode sobreviver num ambiente cultural onde a crença em verdades objetivas é tratada como um resíduo supersticioso de épocas bárbaras e um odioso instrumento de opressão capitalista. Se a obrigação dos intelectuais já não é mais buscar a verdade, mas apenas dar apoio a causas feministas, gayzistas, abortistas, globalistas e socialistas, mesmo aquele que não tenha grande entusiasmo pessoal por essas causas fica desprovido de um critério de veracidade pelo qual possa julgá-las, e acaba colaborando com elas, no mínimo, por omissão.
3) A convergência desses dois fatores gerou, como era de se esperar, a uniformização ideológica da mídia em escala mundial, transformando jornais, estações de rádio e redes de TV num maciço e coerente aparato de propaganda que cada vez menos admite divergências e cada vez mais se empenha em selecionar as notícias segundo sua conveniência política, desprezando cinicamente os critérios tradicionais de objetividade. O noticiário fraudulento, que num ambiente de concorrência capitalista normal acabava sempre sendo dissolvido pela variedade das abordagens jornalísticas mutuamente contraditórias, tornou-se a norma imperante, só contestada em publicações menores e em alguns sites de jornalismo eletrônico, facilmente neutralizados como "loucos", "teóricos da conspiração", "fofoqueiros da internet" etc.
Em resultado, os acontecimentos mais decisivos são freqüentemente mantidos fora do horizonte de visão do público, enquanto lendas, mentiras e imbecilidades úteis à causa comum do Globalismo e da militância jornalística são alardeadas nos quatro quadrantes da Terra como verdades definitivas, sem que se ouça uma única voz de protesto contra a fraude geral. Trabalhando em uníssono com o show business, com as fundações culturais bilionárias e com os organismos administrativos internacionais, o jornalismo tornou-se pura propaganda, amparada num eficiente sistema de exclusão e boicote que só os mais valentes, cada vez mais raros, ousam enfrentar.
As grandes empresas jornalísticas já não têm nem mesmo a preocupação de camuflar a uniformidade mundial das campanhas que promovem: outro dia, 44 dos 56 maiores jornais do mundo publicaram o mesmo editorial, repetido em toda parte ipsis litteris, em favor da centralização do poder em escala mundial, para salvar o planeta de riscos, aliás, perfeitamente inexistentes.
Quase ao mesmo tempo, a Rede Globo, dominadora absoluta da audiência e portanto da formação da mentalidade pública neste país, exibiu novamente, como dado científico comprovado, o famoso gráfico de Al Gore, em que duas curvas, uma assinalando os aumentos das emissões de CO2, outra as elevações da temperatura terrestre, se superpõem harmoniosamente, "provando" a origem humana do aquecimento global.
Nos meios científicos, não há um só profissional idôneo que engula essa fraude grotesca. Todo mundo sabe que as curvas são similares, sim, mas que as elevações de temperatura antecedem e não se sucedem ao aumento das emissões de CO2 , isto é, que Al Gore inverteu propositadamente causa e efeito para fomentar a campanha do imposto mundial.
Já o escândalo do "Climagate", em que prestigiosos cientistas foram surpreendidos tramando falsificação de dados, vem sendo abafado por todos os meios possíveis: se você depender do New York Times ou da CNN para informar-se a respeito, não ficará jamais sabendo de nada, ou pelo menos terá a impressão de que a vigarice de alguns pesquisadores isolados não afeta em nada a confiabilidade das teses dominantes quanto ao aquecimento global. Impressão falsa. Philip Jones, Keith Briffa e Michael Mann, os pesquisadores de East Anglia pegos de calças na mão, são os principais autores dos dois relatórios da ONU que servem de base à campanha do imposto global, isto é, da extorsão global de três bilhões de dólares para salvar o mundo de uma ameaça forjada (v. http://www.telegraph.co.uk/comment/columnists/ christopherbooker/6738111/Climategate-reveals-the-most-influential-tree-in-the-world.html).
Do mesmo modo, os órgãos da "grande mídia" não publicam uma só linha quanto aos processos que a jornalista austríaca Jane Burgermeister está movendo contra a Organização Mundial da Saúde, o governo Obama e algumas poderosas indústrias farmacêuticas. As vacinas contra gripe suína, já obrigatórias, em alguns Estados americanos, e que a presidência Obama pretende impor a todo o país, estão contaminadas com o vírus da gripe aviária, muito mais perigosa: é o que afirma Burgermeister, sustentando suas palavras com ações que não são de ordem a tornar a sua existência nem um pouco mais confortável (v. www.theflucase.com). Para impor a obrigatoriedade da vacinação, o governo americano e a OMS promoveram uma campanha alarmista, com forte apoio de jornais, TVs, universidades, instituições científicas e artistas de Hollywood, exagerando brutalmente os riscos da gripe suína. Agora, que as vacinas estão matando muito mais gente do que a própria gripe, a mídia e as autoridades se calam ominosamente, mostrando que não estão interessadas na saúde do público, mas em proteger os autores de uma fraude genocida. E notem: os envolvidos nessa fraude são os mesmos apóstolos do imposto global, assim como os meios usados para ludibriar o público são os mesmos em ambos os casos: a propaganda maciça em escala mundial, travestida de "jornalismo", e a supressão sistemática dos fatos indesejáveis.
Cada vez mais, entramos num novo mundo onde não se poderá confiar em nenhuma instituição, em nenhuma autoridade, em nenhum prestígio, e onde cada um terá de buscar a verdade por seus próprios meios, se os tiver. Como a maioria não os tem, será cada vez mais difícil encontrar alguma diferença entre esse novo mundo e o império global da burla anunciado pelos profetas e pelo Falstaff de Verdi.
Fonte: Diário do Comércio, 14 de dezembro de 2009
Divulgação: http://www.juliosevero.blogspot.com

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domingo, 20 de dezembro de 2009

As Nações Unidas querem impor uma ditadura global em 2010

As Nações Unidas querem impor uma ditadura global em 2010



Por Paul Joseph Watson
Publicado em 18/12/2009
War is Crime

O Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon tem admitido publicamente que a agenda por trás da cúpula de Copenhague e da fraude da mudança climática é a imposição de um governo global e o fim da soberania nacional.

Falando a respeito da agenda para impor metas de emissão de CO2, bem como um imposto global sobre transações financeiras e um imposto direto sobre o PIB, Ban Ki-moon disse ao Los Angeles Times em uma entrevista, "Nós estabeleceremos uma estrutura de governança global para monitorar e gerenciar a implementação disso."

"Nós precisamos ter um forte, e robusto, acordo de vinculação política que terá um efeito operacional imediato. Isso não vai ser uma declaração política, apenas por uma questão de declaração. Isso vai ser um acordo de vinculação política, o qual levará a um tratado legalmente obrigatório no próximo ano," ele disse a Bruce Wallace do The Times, acrescentando que um tratado formal seria assinado pela metade de 2010.

Ki-moon também deu a dica de que a chegada do Presidente Barack Obama poderia tomar a vitória das garras da derrota para os globalistas, que até agora olhavam como se estivessem fracassando em seus esforços de assegurar um acordo multilateral em Copenhague que inclui China, Índia e os Estados Unidos.

Poderia Obama chegar como o "salvador" de Copenhague em uma reviravolta na décima primeira hora?

O Secretário Geral não tem sido tímido em proclamar o desdobramento da agenda para uma ditadura global para depor os parlamentos nacionais.

Em um editorial do New York Times em outubro intitulado "Nós Podemos Fazer Isso," Ki-moon escreveu que esforços para impor restrições sobre as emissões de CO2 "temos de incluir uma estrutura de governança global equitativa."

Companheiro globalista e ambientalista David De Mayer Rothschild também revelou a agenda para a governança global em uma recente entrevista com o Bloomberg news.

"Está ultrapassada a questão de conversar. Sabemos historicamente que o tipo de agenda da governança global para essas questões é muito difícil... com todas as melhores intenções é muito difícil de realmente ativar." Rothschild observou.

O novo presidente da União Europeia Herman Van Rompuy disse no início desse mês que a conferência de Copenhague era, "O primeiro passo em direção a ao gerenciamento global de nosso planeta."

Similarmente, Al Gore disse em um discurso no inicio desse ano que tentativas de regular as emissões de CO2 seriam dirigidas através de "governança global e acordos globais."

Dez anos atrás, pessoas que alertavam sobre a vindoura Nova Ordem Mundial comandada por um Governo Mundial eram chamadas de teóricos da conspiração. É a marcha em direção a um Governo Mundial ainda uma conspiração, ainda que seus arquitetos anunciem abertamente sua implementação?

Fonte: http://www.wariscrime.com/2009/12/18/news/un-to-impose-dictatorship-in-
2010/

Nota: Esse plano deveria estar pronto agora na Conferência de Copenhague, mas as divergências foram muitas, não somente em torno da redução das emissões de CO2, mas principalmente por causa do fundo a ser criado para os países pobres.

Uma reunião já está marcada para o próximo ano, a pressão vai ser ainda maior para que um acordo seja assinado. É apenas uma questão de tempo para que a ONU consiga que todos os países cedam suas soberanias a um Governo Mundial, e pelo que vimos em Copenhague é uma questão de bem pouco tempo.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O fim das democracias europeias

O fim das democracias européias
Paul Belien | 08 Dezembros 2009
Artigos - Globalismo
No novo Estado, "os direitos e deveres vinculados à cidadania da União [são] superiores àqueles vinculados à cidadania nacional [i.e. provincial] em qualquer caso de conflito entre as duas, por causa da superioridade da lei da União sobre a lei nacional [i.e. provincial] e as Constituições”.
Entrou em vigor ontem [1 de dezembro de 2009] o Tratado de Lisboa, que transforma a União Européia em um Estado autônomo. Embora muitos europeus ainda não se tenham dado conta, 500 milhões deles possuem agora um governo comum ao qual os governos de seus próprios países são juridicamente subservientes. Desde ontem, os 27 Estados da UE foram reduzidos ao status de províncias. O Tratado de Lisboa, que é a carta básica (isto é, a Constituição) do novo Estado da UE estipula que os parlamentos das 27 províncias estão obrigados a "contribuir ativamente ao bom funcionamento da União." É obrigação legal dos parlamentos avançarem primordialmente os interesses da União em vez daqueles de seu próprio povo.
No início desta semana, Michel Barnier, membro francês da Comissão Européia, explicou ao jornal Le Figaro, de Paris, que "a Comissão Européia é o Primeiro Ministro da UE". Muitos europeus pensam que essa é uma metáfora, mas, infelizmente, ela deve ser levada a sério.
A Comissão Européia é, como disse Barnier, "um Primeiro Ministro coletivo que junta 27 países que estão unidos em seu destino". A Comissão é presidida por José Manuel Barroso, de Portugal. Seu título é o de "Presidente da Comissão Européia". Por enquanto, cada uma das províncias ainda possui um membro na Comissão, mas o seu número será reduzido a dois terços do número de províncias a partir de 2014. A Comissão representa a União, não as províncias. Os atuais 27 comissários são indicados por um período de cinco anos por seus respectivos governos, i.e., os governos das 27 províncias. No entanto, eles não representam esses governos e permanecem membros da comissão mesmo se o governo provincial for substituído por outro.
A Comissão é não somente o órgão executivo do novo Estado, mas também seu órgão legislativo. Não há separação de poderes na UE.
O Sr. Barroso chefia a Comissão e como tal é o rosto humano do "Primeiro Ministro coletivo".
Como as instituições precisam de um rosto, não seria errado descrevê-lo como o Primeiro Ministro da Europa.
A Baronesa britânica Cathy Ashton foi designada Ministra do Exterior do novo Estado. O título exato dela é "Alta Comissária para Assuntos Externos e Política de Segurança". Por lei, o Alto Comissário é também Vice-Presidente da Comissão. Lady Ashton é também a representante britânica na Comissão. O seu status é especial porque ela não foi designada por seu governo provincial, mas, como Alta Comissária, precisou do apoio de todos os 27 governos. Quando os ministros do exterior das 27 províncias se reúnem, ela preside as reuniões. Como o Ministro do Exterior britânico também está presente, há dois cidadãos da província britânica presentes na sala, mas em sua qualidade de Alta Comissária, Lady Ashton não representa a sua província, mas a União como um todo.
O novo Estado tem também uma pessoa a quem nós chamamos de Presidente. Herman Van Rompuy da Bélgica foi designado para essa posição. O título exato de Van Rompuy é "Presidente do Conselho Europeu". Como a Comissão é o Primeiro Ministro coletivo do novo Estado, o Conselho Europeu deve ser visto como o "Presidente coletivo" da UE. O Conselho é a entidade na qual os chefes de governo das 27 províncias se encontram. O Conselho é presidido pelo Sr. Van Rompuy. Ele foi indicado pelos governos das 27 províncias e, como Lady Ashton, precisou da aprovação de todos os 27. No entanto, ao contrário de Lady Ashton, Van Rompuy não é membro da Comissão. A província da Bélgica tem seu próprio comissário e tem também seu próprio representante no Conselho, o Primeiro Ministro da Bélgica. O Sr. Van Rompuy é só Presidente do Conselho e nada mais. Ele também representa a UE para fins de cerimonial.
Ainda não está claro se será o Primeiro Ministro da UE (i.e. a Comissão, presidida pelo Sr. Barroso) ou o Presidente da UE (i.e. o conselho, presidido pelo Sr. Van Rompuy) quem terá mais poder político no novo Estado. Isso dependerá da força que tenha o Sr. Van Rompuy como figura política e quanta influência política direta ele quererá exercer. A expectativa geral era a de que, se a presidência tivesse ido para um político conhecido, como Tony Blair, o Presidente teria em suas mãos a liderança política da UE, às custas da Comissão. O Sr. Barroso não é uma figura particularmente forte.
No entanto, não está certo que o Sr. Van Rompuy agirá para reduzir a influência da Comissão. Van Rompuy é um federalista europeu que quer limitar os poderes das províncias (os 27 Estados-membros da UE) e fortalecer os poderes centrais da União. Embora o Presidente (i.e. o Conselho, presidido por Van Rompuy) seja o órgão que representa as províncias, é provável que Van Rompuy favoreça mais poderes para a Comissão, que é o órgão central em Bruxelas. Apesar de que o Sr. Van Rompuy não é membro da Comissão, muitos o vêem como o homem da Comissão no Conselho. Ele é uma figura política mais forte do que o Sr. Barroso, mas, paradoxalmente, vai usar sua influência para fortalecer o Sr. Barroso e a Comissão às custas do Conselho que ele próprio preside.
A província de origem do Sr.Van Rompuy é a Bélgica. Essa província é ela mesma feita de nações subjugadas, a mais importante das quais é a Flandres de língua holandesa. Embora o Sr. Van Rompuy seja flamengo, seu objetivo político sempre foi o de desfazer os sentimentos de identidade flamenga e promover a belgicidade. Não há muita dúvida de que vá fazer o mesmo no plano europeu. Em entrevista recente com o semanário em holandês Elseviers (7/11), o Presidente Van Rompuy afirmou: "Eu sou um europeu [porque] a idéia européia é um antídoto contra o nacionalismo, um soro contra o Movimento Flamengo". Van Rompuy opõe-se ao nacionalismo provincial e aos movimentos que querem fortalecer o provincialismo e a identidade provincial. Ele considera esta última como o veneno que precisa de um antídoto. O novo presidente é um centralista que favorece a autoridade federal sobre a "venenosa" autoridade provincial (i.e. soberania nacional).
Além de um Presidente e de um Primeiro Ministro, o novo Estado da UE tem também um Parlamento. Este, no entanto, não possui poderes legislativos. O único poder que ele tem é o de rejeitar o orçamento anual proposto pela Comissão e vetar a indicação de membros da Comissão. Portanto, o Parlamento pode vetar a indicação do Sr. Barroso, de Lady Ashton, e de qualquer outro Comissário. Mas ele não pode vetar a indicação do Sr. Van Rompuy como Presidente da UE.
Nosso novo Estado não é uma democracia. Nem a Comissão, nem o Presidente Van Rompuy foram eleitos pelo povo. Ao ratificarem o Tratado de Lisboa, os parlamentos provinciais (ex-nacionais) democraticamente eleitos abriram mão, voluntariamente, de sua soberania, reduzindo a si mesmos a instituições provinciais e retirando de seus eleitorados o direito de decidir democraticamente sobre seu próprio futuro. Em troca dessa emasculação nacional, as 27 províncias receberam um Primeiro Ministro coletivo comum, incorporado no Sr. Barroso, e um Presidente comum, incorporado no Sr. Van Rompuy.
Se os povos da Europa desejam restaurar sua soberania e seus direitos democráticos anteriores, a única opção que lhes resta é a alta traição, i.e., deslealdade para com o Estado ao qual pertencem (a União européia), buscando a sua destruição e desmembramento.
Isso é obviamente ilegal. Como notou o Prof. Anthony Coughlan, no novo Estado "os direitos e deveres vinculados à cidadania da União [são] superiores àqueles vinculados à cidadania nacional [i.e. provincial] em qualquer caso de conflito entre as duas, por causa da superioridade da lei da União sobre a lei nacional [i.e. provincial] e as Constituições".
A primazia da União sobre as entidades provinciais, ex-nacionais, vem contra tudo o que os povos da Europa percebem como normal e natural. Como tal, ela é fundamentalmente imoral. Tendo de escolher entre a lealdade jurídica devida ao novo Estado, estabelecido ontem, e a lealdade moral devida às suas próprias províncias e à sua antiga identidade nacional, os povos da Europa estão agora diante do mesmo desafio no qual se encontram os flamengos desde sua incorporação, pela força, ao Estado da Bélgica em 1830. Alguns, como o Sr. Van Rompuy, escolherão as obrigações legais sobre as morais; outros escolherão a moralidade sobre a lei. A questão a ser indagada é a de se é legítimo um Estado que impõe tal dilema a seu povo.
Fonte: www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Documentação acerca do "Codex Alimentarius"

A Documentação acerca do "Codex Alimentarius"

Por Dr. Rath
Fonte: Dr. Rath Health Foundation

Quais são os objetivos da comissão do Codex Alimentarius?

Construído pela indústria farmacêutica, a comissão do Codex Alimentarius é uma auto proclamada organização especialista que se aliou com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Alimentos (FAO). Desde o início isso foi feito com a intenção de passar regulamentos e leis para proteger o mercado farmacêutico global.

Dos 30 comitês usando o título "Codex Alimentarius," aqueles envolvidos com suplementos alimentares e vitaminas são de particular interesse para a indústria farmacêutica. O Conselho central é o "Comitê Codex sobre Nutrição e Alimentos para Uso em Dieta Especial." Uma marionete da indústria farmacêutica, esse comitê tem estado preocupado com um só tópico desde meados dos anos 90: Como evitar que vitaminas e outros suplementos alimentares causem o colapso dos mercados de beta-bloqueadores, anuladores de cálcio, produtos diminuidores de colesterol e outros preparos farmacêuticos amplamente supérfluos.

De longe, a Alemanha é o maior exportador desses produtos farmacêuticos duvidosos e em nenhum outro lugar do mundo existe tal vínculo entre a indústria farmacêutica e a política. Portanto não é surpresa que o Governo da República Federal da Alemanha está encarregado desse comitê, beneficiando o cartel farmacêutico.

Os objetivos do Codex Alimentarius são claramente definidos: Declarações dos efeitos curativos das vitaminas e outros remédios naturais serão banidas e tornadas em ofensas puníveis. No futuro, a distinção entre produto alimentício e remédio será feita pela própria indústria farmacêutica e não pelos governos.

Usando este novo édito legislativo, a indústria farmacêutica aumentará seus próprios mercados como lhe aprouver. No presente, a indústria farmacêutica foi bem sucedida em classificar 500 miligramas de vitamina C em forma de pílula como medicação que requer uma receita na Alemanha. Se a indústria farmacêutica fizesse do jeito dela, 100mg ou mesmo 50mg de vitamina C poderia ser classificado como medicação.

A indústria farmacêutica sabe que a maioria das pessoas não tem compreensão dessas restrições e disfarça-as com o jargão legal.

Os objetivos estratégicos do "Codex Alimentarius"

1. A distribuição da informação de saúde com respeito a vitaminas, aminoácidos, minerais e outros produtos naturais para a prevenção e tratamento de doenças será banida globalmente.

2. A venda de vitaminas e outros produtos naturais que exceder as normas desse Codex da Comissão (as quais são arbitrárias e demasiado baixas) será proibida globalmente.

3. Países que fracassarem em aplicar estas leis serão punidos por sanções econômicas internacionais.

Para mascarar sua real intenção de proteger o mercado mundial desses preparos farmacêuticos supérfluos, aqueles responsáveis pelo Codex inventaram declarações justificatórias: Assim o próxima conferência do Codex Alimentarius ocorrerá no "Gabinete Federal de Assuntos Relativos a Proteção do Consumidor" em Berlim. Em adição a alegada "proteção do consumidor" de "perigosos efeitos colaterais" das vitaminas, a necessidade de uma administração da indústria farmacêutica unida foi apontada.

O fato de a indústria farmacêutica acreditar que essa justificação disfarçada será inaceitável é claramente evidente porque o Codex planeja punir todos aqueles que se opuserem a seus planos com sanções econômicas pela ONU.

Nossa resposta: Converse com tantas pessoas quanto possível sobre esses planos irresponsáveis e deixe os membros do Comitê Codex saberem o que você pensa.

Fonte: www.nwoobserver.com


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Controle populacional como chave para o acordo de Copenhague

Controle da população chamado chave para acordo.

Por Li Xing (China Daily)
Atualizado em 10/12/2009

Copenhague: População e mudança climática estão entrelaçadas, mas a questão populacional tem permanecido um ponto morto quando os países discutem maneiras de mitigar a mudança climática e refrear o aquecimento global, de acordo com Zhao Baige, vice-ministro da Comissão de Planejamento Familiar e População Nacional da China (NPFPC, em inglês).

"Lidar com o aquecimento global não é simplesmente uma questão de redução de emissão de CO2, mas um desafio abrangente envolvendo a questão política, economia, social, cultural e ecológica, e a preocupação populacional se enquadra neste quadro," disse Zhao, que é um membro da delegação do governo chinês.

Muitos estudos ligam o crescimento populacional com as emissões e o efeito do aquecimento global.

"Cálculos da contribuição do crescimento da população para o crescimento das emissões globalmente produzem uma descoberta consistente de que a maior parte do crescimento populacional passado foi responsável por entre 40 e 60 por cento do crescimento das emissões," assim afirmado pelo Estado da População Mundial de 2009, liberado antes pelo Fundo Populacional da ONU.

Embora a política de planejamento familiar da China tenha recebido críticas nas três décadas passadas, Zhao disse que o programa populacional da China tem feito uma contribuição histórica enorme para o bem estar da sociedade.

Como resultado da política de planejamento familiar, a China tem visto 400 milhões de nascimentos a menos, que tem resultado em 18 milhões de toneladas de emissões de CO2 a menos por ano, disse Zhao.

O relatório da ONU projetava que a população global ficaria em 8 bilhões pelo ano de 2050 invés de um pouco mais de 9 bilhões de acordo com um cenário de crescimento médio, "poderia resultar em 1 a 2 bilhões de toneladas de emissões de CO2 a menos".

Enquanto isso, ela disse que estudos também têm mostrado que programas de planejamento familiar são mais eficientes em ajudar a cortar emissões, citando pesquisa de Thomas Wire da London School of Economics que afirma: "Cada $7 gasto planejamento familiar básico reduziria as emissões de CO2 em mais de uma tonelada" enquanto custaria $13 para redução de corte de árvores, $24 para usar tecnologia eólica, $51 para energia solar, $93 para introdução de carros híbridos e $131 para veículos elétricos.

Ela admitiu que o programa populacional da China não é sem consequências, assim o país está entrando rapidamente em um estágio de envelhecimento da sociedade e encarando o problema de desequilíbrio de gênero.

"Eu não estou dizendo que o que temos feito é 100 por cento, mas estou certa que estamos indo na direção certa e até agora 1,3 bilhões de pessoas têm se beneficiado," ela disse.

Ela disse que cerca de 85 por cento das mulheres chinesas em idade reprodutiva usam contraceptivos, a taxa mais alta do mundo. Isso foi alcançado amplamente através da educação e melhoramento da vida das pessoas, ela disse.

A abordagem holística que integra a política da população e desenvolvimento, uma estratégia d promoção do desenvolvimento sustentável da população, recursos e meio ambiente deveriam servir como modelo para programas de integração da população na estrutura da adaptação da mudança climática, ela disse.

Fonte: China Daily

Nota: Parece que o controle populacional dos países em desenvolvimento é um dos objetivos principais das políticas para redução do aquecimento global

Observamos no artigo essa ênfase sobre políticas populacionais, e mesmo reconhecendo os prejuízos que tal política tem trazido para a China, como o envelhecimento da população pela falta de jovens para repor a população e a falta de mulheres, uma vez que a preferência dos casais é por filhos homens, que em muitos casos não conseguirão esposas para constituir família.

Mesmo assim eles acham que tal política é um sucesso e estão querendo globalizar tal experimento de engenharia social, tendo como grande aliado o aquecimento global e usando a educação para doutrinar, ou fazer lavagem cerebral nas gerações mais jovens do mundo em desenvolvimento.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Fim do Dinheiro

O Fim do Dinheiro

Por Philip Jones
Righteous Alliance


17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. “Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
(Ap. 13:17,18)

Introdução

Enquanto nosso mundo estremece e cambaleia pelas ondas de choque da atual crise financeira, ainda há aqueles que ingenuamente acreditam que o que está ocorrendo agora é parte da "baixa do fluxo" cíclica na evolução dos mercados financeiros mundiais, a qual irá a tempo, começar a se recuperar mais uma vez, os bons tempos retornarão.

Eu tenho algumas más notícias para esses "otimistas"! Não haverá recuperação. O que está acontecendo agora é como David Icke tem escrito longamente, parte de uma grande estratégia para criar a Nova Ordem Mundial, um 'Estado Mundial' com um Governo Mundial, um Exército Mundial, um Banco Mundial, uma Moeda Mundial, uma Religião Mundial e uma população de escravos microchipados vastamente reduzida. O dinheiro como nós conhecemos em breve cessará de existir. Em seu lugar estará o 'Dinheiro Eletrônico', inicialmente utilizado via 'Cartão de Identidade Biométrico' agora sendo introduzido na Inglaterra e outros lugares, que por sua vez será substituído por 'Microchips Pessoais' repletos de tecnologia RFID.

Esse 'progresso' será vendido ao público na base de ser uma vantagem para todos. Nunca mais nossas crianças estarão vulneráveis a 'captura e abuso' porque sempre saberemos onde elas estão o tempo todo (assim como o Estado pelo resto de nossas vidas) e nosso 'dinheiro' não será 'roubável' (exceto pelo Estado)

É claro, alguém pode considerar o que aconteceria se nosso 'microchip' fosse desligado. Talvez porque não estamos obedecendo completamente a abundância de leis pessoais cada vez mais restritivas que certamente serão introduzidas a fim de ditar meticulosamente cada ação nossa, e até mesmo nossos pensamentos. Pondo de forma simples, diferente do momento atual, que quando seu cartão de crédito falha em 'funcionar' você pode ainda usar dinheiro, e quando não houver dinheiro e seu 'chip' estiver desligado, ou você rouba ou morre de fome!

O verso no topo acima dessa pagina do Livro das Revelações (Livro do Apocalipse) é realmente profético, e estamos nos movendo cada vez mais para perto do tempo que sem a 'marca', ou em nosso caso, o chip, seremos incapazes de sobreviver.

O Aspecto econômico e o objetivo dos Illuminati como afirmado no parágrafo dois é uma moeda mundial. A fim de efetuar isso, tem sido necessário degradar as moedas nacionais independentes. A introdução do Euro foi um ponto inicial em direção a isso, a atual desgraça econômica que está sendo sentida na Inglaterra é indubitavelmente intencionada para arrastar essa nação que uma vez já foi tão orgulhosa 'chutando e gritando' para dentro da 'moeda única'. Mas uma vez mais, o Euro nunca foi pretendido ser um fim em si mesmo. Somente um 'incremento' em direção a solução final do objetivo luciferiano dos Illuminati de dominação mundial, e seu sistema monetário mundial.

Mas antes que tal 'dominação' pudesse ser realizada, havia um grande 'bloco de tropeço'; O Dólar dos Estados Unidos, e pelos últimos trinta anos mais ou menos, esse símbolo orgulhoso e uma vez independente da 'terra da liberdade' tem estado sob um incansável e implacável ataque.

O Dólar dos Estados Unidos

O dólar morreu e ninguém compareceu ao funeral. Na realidade, poucos ainda compreenderam que o antigo gigante das finanças mundiais tinha falecido. Há, é claro, aqueles que ainda apegam-se desesperadamente a esperança de que haverá uma recuperação, e que a 'eterna nota verde' como uma fênix renascerá das cinzas, arremeterá novamente e tomará seu lugar de direito no trono de todas as moedas mundiais. Mas na verdade, as chances disso acontecer são de remotas a nenhuma.

O dólar está morto! Só os próprios assassinos sabem o momento exato que 'golpe' aconteceu. Muitos acreditam que a força vital do dólar começou primeiro a minguar por volta de janeiro de 1980, quando começou o clamor pelo ouro. Dentro de dias, especuladores, investidores, os 'Josés e Marias' comuns tinham 'elevado' o preço do ouro para surpreendentes US$875 a onça. Os boatos de que o uma vez todo poderoso dólar estava destinado para o 'extermínio' estava fora, e o mundo estava se voltando para a única commodity que tinha tradicionalmente segurança assegurada; O Ouro.

Os planejadores Illuminati tinham diminuído com sucesso o valor do dólar significativamente através do débito do Governo dos Estados Unidos e de leis conspiratórias. O segundo golpe veio em agosto de 1982, enquanto o FMI estava para começar sua reunião anual em Toronto. Naquele mês, México, Brasil e uma multidão de outras nações, profundamente endividadas com os Estados Unidos declararam-se incapazes de pagar. O México sozinho devia $64 bilhões. A soma total envolvida era perto de $94 bilhões.

Tornou-se aparente mesmo que o dólar estava vivendo um tempo 'emprestado'. Não pode haver muitos hoje que tenha um interesse mesmo que rudimentar nos assuntos mundiais que não compreenda que o dólar americano (juntamente com todas as outras moedas) é nada mais do que um pedaço de papel inútil. Mas esteja avisado, o 'Novo Dinheiro' valerá ainda menos.

O que tem acontecido durante os últimos doze meses mais ou menos não deveria ser um choque para ninguém. Em seu livro "Equilíbrio Delicado", John Zajac avisou, "O sistema financeiro do mundo livre está a beira de uma grande catástrofe. De fato, ele quase desmoronou no verão de 1983, e o Serviço de Impressão do Governo dos Estados Unidos estava pronto para imprimir o 'Novo Dinheiro' caso isso acontecesse."

Na realidade, o dólar como as outras principais moedas não é segurada por Ouro ou Prata, mas pela fé cega das pessoas, é isso que faz com que elas sejam aceitáveis para os negócios e o comércio. Como Zajac escreve:

"Tudo o que precisaria para desmoronar o sistema financeiro mundial é a compreensão de que papel moeda é somente papel. Apesar de tudo, ele não tem valor intrínseco, diferente de algo que pode ser usado, fabricado ou comido". A maior parte da riqueza nem mesmo está mais na forma de dinheiro; é representada por um pedaço de papel (cupom de depósito) que um banco dá a você simbolizando a riqueza que você deu a ele. Desde que o banco emprestou seu dinheiro a outra pessoa, ele não pode mais retornar para você. A pessoa que tomou seu 'dinheiro' emprestado do seu banco comprou alguma coisa, e a pessoa ou empresa que vendeu a ela pôs o dinheiro em algum outro banco e recebeu outro cupom de depósito. Esse banco imediatamente emprestou o dinheiro a outra pessoa. Hoje, cada nota de dólar é reclamada por pelo menos seis fontes: A pessoa que o depositou, o banco, a pessoa que vendeu alguma coisa a quem tomou emprestado do banco. “O banco da terceira pessoa, a pessoa que tomou emprestado do segundo banco, e a pessoa que vendeu bens e serviços a quem pediu emprestado do segundo banco.”

O Novo Dinheiro

Essa 'conspiração para subverter a América e criar um Único Império Mundial tem estado em funcionamento não por anos, mas milênios. A fim de alcançar seus objetivos malignos, os Illuminati não pouparam 'Nem pistola nem Dinheiro'. Eles já trouxeram nosso planeta a beira do abismo duas vezes, em 1914 e 1939 e eles estão preparados para fazer isso de novo se necessário. Eles são bem versados em criar problemas que exigem soluções. A solução deles. "Dê-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as leis."

Não é preciso dizer que quem quer que controle o dinheiro controla o país, ou nesse caso, o Mundo. O senador Ron Paul disse: "Os Illuminati afirmam ser descendentes dos anjos caídos, que ensinaram a eles a "Antiga Sabedoria", também conhecida como Cabala, a qual eles têm preservado através dos séculos. Estes anjos caídos são referidos na Bíblia, no Livro de Gênesis, como os Nephilim, ou "Filhos de Deus", e é dito que desceram a terra e relacionaram-se com os seres humanos. As interpretações cristãs lutam com essa passagem, escolhendo traduzir o termo como "homens poderosos". Contudo, textos judeus apócrifos explicam que eles eram os demônios e suas legiões, que foram expulsos do paraíso, e tomaram esposas das mulheres descendentes de Caim. Eles produziram a raça conhecida como Anakim. Esses luciferianos estiveram relacionando-se cuidadosamente entre si, e tem incluído entre eles muitas das figuras de liderança da história. Elas começam com a família real da Pérsia, que relacionou-se com aquela de Alexandre o Grande. Combinando-se com aquela de Herodes o Grande, essas famílias foram responsáveis pela criação e disseminação das principais escolas de mistérios do império romano, os Mistérios de Mitra, o qual finalmente teve sucesso em cooptar o emergente movimento cristão, produzindo o Cristianismo Católico." Uma análise em profundidade de quem e o que os Illuminati é/são está além do escopo desse ensaio, mas quem desejar adquirir uma visão geral compreensiva deles, sua história, seus planos e quem são eles, eu altamente recomendo o excelente trabalho do Sr, Livingstone.
Muitos descartarão esse aspecto da dominação global como 'tolice e besteira' de teoria da conspiração, mas eu gostaria de sugerir que antes de saltar para tais conclusões, o leitor tomasse o tempo necessário para investigar as interconexões das linhagens sanguineas das 13 famílias acima declaradas e compreenda que aqueles envolvidos são muito sérios realmente acerca de suas linhagens e na crença de seus direitos de governar a nós, o povo. Para uma Crise Financeira Global: 'Soluções Globais' são necessárias:

Enquanto a atual manipulada, orquestrada e planejada crise financeira global piora, pessoas ao redor do mundo notarão que seu 'dinheiro' não cobrirá nem mesmo as mais limitadas necessidades. Essa é a parte do processo de 'amaciamento' que vagarosamente preparará as pessoas para o planejado 'golpe da marreta'. Esse é o propósito da muito exaltada crise monetária. Enquanto a vida se torna impossível e insustentável, as pessoas estarão ávidas para aceitar a planejada mudança apenas para ter algum alívio financeiro. Na realidade elas exigirão isso. William Raspberry, antigo editorialista do Washington Post, escreveu isso acerca da intenção de introduzir o ‘E - Money: ’

"Os benefícios da substituição do dinheiro serão incalculáveis. Não haverá dinheiro para contrabandear. A venda de drogas ilegais cessará desde que ninguém vai querer o registro de suas transações. A expansão da AIDS seria encurtada por causa do fim do abuso de drogas. O custo do governo cairia, bem como o custo dos negócios privados. Evasão de impostos, pagamento em dinheiro para evitar imposto de vendas, ou falha no registro de entrada de dinheiro acabaria. O débito nacional seria reduzido: itens roubados não poderiam ser vendidos sem deixar rastros. A segurança pessoal estaria assegurada. Velhinhas poderiam andar nos parques novamente."

Raspberry também mencionou, um tanto sinistramente, que qualquer transação criaria um registro que poderia então ser usado para investigações criminais, como cheques, contas bancárias e registros de cartões de crédito são usados atualmente. Sim, e muito, muito mais. Com um banco de dados completo respaldando esse novo 'E - Money/sistema de identidade pessoal, a vida se tornará crescentemente como as palavras da música do grupo de rock 'The Police: Cada respiração sua, cada movimento seu, cada afirmação que você sustenta, eu estarei observando você."

Essa 'Utopia' é o que os egoístas nomeados senhores do dinheiro famintos de poder imaginaram para a humanidade. Como mencionado acima, esse desenvolvimento dará aos 'Mestres Ocultos' incomensurável controle sobre a vida das pessoas, suas próprias existências, e os incentivos para ser um bom 'cidadão' serão acentuadamente aumentados. Ninguém vai querer seu Cartão de Identidade recusado, ou o Chip desligado. E quantos desses implorando para ser salvos de suas misérias econômicas aceitando o 'novo dinheiro' pararão e compreenderão que com essa introdução, seus novos senhores e mestres terão ganhado completo e total controle sobre suas vidas, exatamente como profetizado na Bíblia durante os 'Últimos Dias? '

Há muito tempo atrás, a Bíblia, profetizou de forma assustadora nossa situação mundial de hoje:

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,
4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te." (2a. Tm 3:1-5)

Usando a dialética hegeliana, ou que Icke tem chamado 'problema, reação, solução', os que seriam os mestres do mundo criaram as condições para o total colapso da infraestrutura financeira do planeta. Quando isso acontecer, em um futuro não muito distante, as massas assustadas gritarão para alguém 'fazer alguma coisa'. Essa alguma coisa será o ' novo dinheiro'.

Apesar de na realidade morto, a ilusão de que o dólar ainda está vivo, ainda que somente no nome, dá alguma esperança, ao menos a todos aqueles americanos cujas vidas estão investidas naquele pequeno pedaço de papel. Mas se aproxima o dia quando a 'verdade' aparecerá e milhões de vidas serão destruídas, não somente na América, mas na Europa, Japão, e ao redor do mundo. Enquanto aqueles que sobreviverem gritarão em dor por ajuda, o 'grande salvamento' será anunciado; O Novo Dinheiro. Sua Moeda Mundial Única, que será emitida para todos os povos do mundo, controlada com severidade pelos poucos 'Superbancos' remanescentes, e emitida 'Eletronicamente', ou na forma de Cartão de Identificação Pessoal, ou mais provavelmente como o microchip pessoal.

Ele Quem Controla o Dinheiro:

Mayer Amschel Rothschild, o fundador da dinastia Rothschild é citado como tendo dito:

"Se você controla o dinheiro, você realmente controla cada transação que existe nesse país."

Se você tem controle sobre o dinheiro, você pode fazer o que quiser com as pessoas. Desde o começo da civilização, reis, imperadores, papas, ditadores e uma seleção de 'líderes' Illuminati tentaram estabelecer controle sobre as vidas das pessoas controlando o dinheiro. Mas quem são e o que é os Illuminati? Como David Livingstone, o historiador e escritor canadense escreve em seu livro, "Terrorismo e os Illuminati:"

Basta dizer, há um núcleo de 13 famílias que traçam sua linhagem até próximo dos tempos bíblicos, e elas incluem as Cabeças Reais da Europa, Presidentes dos Estados Unidos (um grande número dos quais está inter-relacionado com as Casas Reais Europeias), lideranças industriais, magnatas da mídia, banqueiros e geralmente, a casta governante global. Eles são adoradores de Lúcifer, e operam através de um vasto conjunto de sociedades secretas e 'grupos de fachada'.

Emmanuel Swedenbourg, um místico sueco, escreveu em 1748:

Nosso mundo está sendo conduzido para uma depressão global muito pior do que qualquer coisa já experimentada anteriormente. Encarando um desastre financeiro, as pessoas ao redor do mundo, e particularmente nos 'países desenvolvidos', muito provavelmente decidirão que o 'novo dinheiro' é melhor do que nenhum dinheiro. Isso é exatamente o que os planejadores do esquema desejam. Esses manipuladores de populações não somente serão ajudados pela crise e o subsequente pânico, eles se beneficiarão financeiramente enquanto compram títulos em alta e ações com preços no fundo do poço e em dado momento, quando seus objetivos tiverem sido completados, eles criam um 'boom' artificial que levantará o valor das ações e quando a poeira baixar, uma parte ainda maior da riqueza do planeta estará em suas mãos.

Eles ainda justificarão, embora muito erroneamente, a mudança em direção ao sistema monetário eletrônico universal pela alegação fraudulenta que isso impedirá a lavagem de dinheiro e outras atividades criminais. E que quando o novo dinheiro estiver 'online' e todas as outras moedas forem declaradas sem valor, então as autoridades tributárias pertinentes serão capazes de investigar quem esteve escondendo dinheiro e usando-o para propósitos criminosos. Os criminosos serão desmascarados, eles alegarão.

Mas como sempre, a realidade será bastante diferente. Os criminosos internacionais têm a maior parte de seu dinheiro depositado nos 'megabancos' pertencentes aos Illuminati criadores da crise em primeiro lugar. Somente uma minúscula porcentagem de seus ganhos apodrecidos é mantida em dólares, euros e seus semelhantes. Como é invariavelmente o caso, os assim chamados 'Terroristas', Mafiosos e cartéis das drogas serão capazes de manter o produto de suas atividades criminosas porque no principal, eles ainda estarão trabalhando ou para, ou em colaboração com os banqueiros. Esses amigos de viagem escravos dos Illuminati receberão, é claro, aviso antecipado de qualquer quebra e estarão protegidos por causa desse conhecimento privilegiado.

Como sempre, serão os trabalhadores honestos, homens e mulheres, que sofrerão quando o 'roubo' tiver lugar.

É tudo para o melhor:

A grande 'troca do dinheiro' provavelmente será algo assim: Os governos de várias nações ao redor do mundo cancelarão toda moeda corrente em uso. Um anúncio será feito de que o dinheiro anteriormente em circulação está sem valor. Será requisitado que as pessoas tenham em mão todo o seu dinheiro de papel e cartões de crédito/débito e ou será emitido um ‘Smart Card’ eletrônico com um custo adequado (estabelecendo um débito neles desde o início) na forma de um Cartão de Identidade Biométrico. Ou, um 'Microchip RFID pessoal', no qual estará estocado qualquer pedaço de informação pessoal imaginável juntamente com acessibilidade remota e quem sabe, também capacidade de controle.

Com todo papel moeda tirado de circulação, e finalmente, uma vez que a iniciativa do 'smart card' seja mostrada não confiável, a prevista 'marca da besta' na humanidade, na forma do microchip RFID, do 'Livro do 'Apocalipse' estará justificada. É claro, tudo será vendido como sendo para o bem de todas as pessoas, e novamente, o fato de que um chip embutido é bem mais difícil de roubar do que dinheiro será provavelmente um dos pontos da venda. Mas quantos prontos para aceitar o novo dinheiro compreenderão as contra indicações?

Nota: Esse texto é interessante porque mostra uma linha de pensamento bastante coerente sobre a crise financeira e a implantação da ditadura da Nova Ordem Mundial e sua Moeda Única.

Mas também há informações que precisam ser mais bem investigadas. Muitos que vão ler este artigo certamente acharão certa dificuldade com a questão dos Nephilim, ou anjos caídos, e as 13 famílias que governam o mundo, mas há bastante informação sobre isso na internet.

As informações estão aí, usando de discernimento para aceitar ou rejeitar o que está escrito, estaremos em condições de avaliar a realidade com mais sabedoria.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Alerta vermelho: A segunda onda do tsunami financeiro


Alerta vermelho: A segunda onda do tsunami financeiro
A onda está juntando forças e poderia atingir entre o primeiro e o segundo quarto de 2010.

Por Matthias Chang

Global Research, 22/11/2009
Future Fast Forward


Muitos dos meus amigos que tem recebido meus emails de alerta nos últimos dois anos tem lamentado que nas semanas recentes eu não tenho comentado sobre o estado da economia global. Eu aprecio a ansiedade deles, mas eles se esquecem que eu não sou analista do mercado de ações que é pago para escrever artigos para seduzir investidores para o mercado. Meu website é gratuito e eu não vendo um informativo financeiro, assim não há necessidade de preparar previsões e análises diárias.

Contudo, quando os dados estão forçando e apóiam uma tendência inevitável, é hora para outra análise. Este alerta vermelho é para capacitar os visitantes do meu website a tomar as ações apropriadas para salvaguardar sua riqueza e o bem estar de suas famílias nos meses vindouros.

Desde o último quarto de 2008, uma implacável guerra monetária tem sido travada pelas principais economias mundiais e enquanto esta competição até agora tem sido não antagônica, ela em breve será antagônica por que as diferenças inerentes são irreconciliáveis. As consequências para a economia global serão devastadoras e para as pessoas comuns, desemprego em massa e inquietação social estão assegurados.

Os criadores das políticas desses países que se defrontaram com o total colapso da arquitetura financeira internacional concluíram que a solução, a única solução é o alívio quantitativo (isto é, injeção maciça de liquidez) para o resgate dos bancos "muito grandes para falir" e inflacionar suas economias deprimidas. Isso é melhor refletido no cândido comentário de Bernanke de que, "O governo dos Estados Unidos tem uma tecnologia, chamada de gráfica de impressão (ou hoje, seu equivalente eletrônico), que permite produzir quantos dólares americanos quanto quiser com essencialmente nenhum custo".

Este é o Xis do problema!

As diferenças irreconciliáveis.

Há duas décadas atrás, foi decidido pelas elites financeiras globais que a estrutura para uma economia global consistiria de:

1) Um sistema financeiro global baseado em derivativos, controlado pelo Banco da Reserva Federal dos Estados Unidos e seus bancos globais associados nos países desenvolvidos.

2) A realocação do Ocidente para o Oriente na produção de mercadorias, principalmente para a China e Índia para "alimentar" os países desenvolvidos.

O sistema inteiro foi construído sobre um princípio simples, que o FED controlasse a reserva global da moeda que será o motor para o crescimento da economia global. Isso é essencialmente um princípio econômico imperialista.

Uma vez que compreendemos essa verdade fundamental, a vanglória de Bernanke de que "Os Estados Unidos podem fabricar quantos dólares quanto quiserem sem nenhum custo" assume uma dimensão diferente.

Eu conversei com muitos economistas e quando perguntados qual é o X do atual problema financeiro, todos eles respondem em uníssono, "É o desequilíbrio global... O ocidente consome demais enquanto o Oriente poupa demais e não consome o suficiente". Isso é exemplificado pelos enormes déficits comerciais dos Estados Unidos por uma parte e os maciços excedentes da China por outro lado.

Sabedoria incrível e quase todos ecoam esse mantra. A recentemente concluída cúpula da APEC não foi diferente. Esse mantra foi repetido bem como a chamada por um comércio livre entre nações que negociam.

Isso é uma grande farsa. Todos os atuais líderes na cena mundial estão corrompidos até a medula e como tal não têm interesse em expor as contradições inerentes dentro do sistema financeiro existente.

A chamada para um mundo multipolar é sem sentido quando todo o sistema financeiro global está baseado na reserva monetária do unipolar dólar americano. Essa é a contradição inerente dentro do atual sistema e os problemas associados com ele não podem ser resolvidos por outra reserva monetária global baseada nos Direitos Especiais de Saque do FMI como advogado por alguns países. Isso já era um natimorto no mesmo momento em que foi concebido.

Os líderes da China, Japão e países produtores de petróleo do Oriente Médio estão todos amaldiçoando e irritados acerca da atual situação, mas eles não têm a coragem de suas convicções para dizer abertamente a seus compatriotas que eles foram enganados pelos mestres do giro das finanças do FED agindo através das instruções do Goldman Sachs.

Diga-me qual líder ousaria admitir que trocou a riqueza da nação por papel higiênico?

A pantomima da moeda papel higiênico continua.

Nós agora alcançamos um empate na guerra monetária atualmente, não diferente da situação da guerra fria entre os países do pacto da OTAN e os países do pacto de Varsóvia. Ambos os lados foi dissuadido pela doutrina da Destruição Mutuamente Assegurada (MAD, na sigla em inglês) das guerras nucleares. Os custos para ambos os lados eram horrendos e foi somente quando a União Soviética não pôde continuar com o ritmo e o custo de manter a dissuasão nuclear e foi forçada a declarar falência que a balança se inclinou a favor da aliança da OTAN.

Mas foi uma vitória de pirro para os Estados Unidos e seus aliados. O que manteve a habilidade dos Estados Unidos de sustentar seu poderio militar e estourar o orçamento da União Soviética foi o direito de imprimir moeda papel higiênico e a aceitação do dólar americano pelos seus aliados e ser a moeda de reserva mundial.

Mas por que os países aliados dos Estados Unidos durante a guerra fria aceitaram o status quo?

Simples! Todos eles foram enganados para acreditar que sem a proteção do Big Brother e seu alcance militar, eles seriam engolidos pela ameaça comunista. Eles concordaram em marchar ao som da flauta multicolorida dos Estados Unidos.

A próxima grande questão - por que os assim chamados ex-aliados comunistas "libertados" do bloco soviético seguem a maioria?

Simples! Todos eles acreditaram na ilusão que foi estimulada pelos bancos globais, liderado pelo Goldman Sachs de que negociar e vender seus bens e serviços pela moeda de reserva papel higiênico dos Estados Unidos asseguraria enorme riqueza e prosperidade.

Mas o maior jogo da cidade era o estratagema da Ásia. O Japão, depois de uma década de recessão depois do estouro de sua bolha de imóveis não tinha os meios e a capacidade de trazer o jogo para o próximo nível como imaginado pelos arquitetos financeiros na Goldman Sachs.

E a China era a grande beneficiária. A alta administração da Goldman Sachs negociou um pacto secreto com os líderes da China que em troca da orquestração da mais monumental injeção de dólar americano em capital e realocação das vendas no atacado e capacidade de produção da história da economia global, a China reciclaria sua suada riqueza em moeda de reserva de papel higiênico dos Estados Unidos papéis do tesouro americano e outros instrumentos americanos de débito.

Essa era a condição necessária anterior para o cassino financeiro global para ascender ao próximo nível do jogo.

Por quê?

O Novo Jogo

Os arquitetos financeiros da Goldman Sachs tinham um plano mestre - dominar o sistema financeiro global. O meio para atingir esse poder financeiro era o sistema bancário sombra, a âncora sendo o mercado de derivativos e a securitização dos ativos, reais e sintéticos. As apostas seriam enormes, em centenas de trilhões de dólares e o modo de transformar o mercado era através de maciça alavancagem dos níveis do jogo financeiro.

Mas havia uma fraqueza inerente no esquema como um todo - a ameaça de inflação, mais precisamente hiperinflação. Essa grande quantidade de liquidez no sistema invariavelmente dispararia a depreciação da moeda de reserva e da confiança no sistema.

Daí a necessidade para o sistema manter sob controle a inflação dos preços e a ilusão de que o poder de compra da moeda de reserva papel higiênico poderia ser mantido.

É por isso que a China entrou. Uma vez que China se tornasse a fábrica do mundo, o problema estaria resolvido. Quando um terno que anteriormente custava US$600 pôde ser adquirido por menos de US$100, e um par de sapatos por menos de US$5, os gênios do esquema fraudulento concluíram que não haveria ameaça previsível para a maior operação de cassino da história.

A China concordou com a troca porque ela tem cerca de um bilhão de bocas para alimentar e os empregos para centenas de milhões precisam ser assegurados, sem o que o sistema não poderia ser mantido. Mas a China foi suficientemente pragmática para ter dois "sistemas econômicos" - uma economia doméstica baseada no Yuan e uma economia de exportação baseada no dólar, na esperança de que os lucros e benefícios da economia de exportação capacitariam a China a transformar e estabelecer um mercado doméstico viável e dinâmico que a seu tempo substituiria a dependência da economia de exportação. Foi um negócio feito com o diabo, mas não havia opções viáveis na hora essencial, logo depois da queda da União Soviética.

O Próximo Nível do Jogo

O próximo nível do jogo foi alcançado quando a moeda de reserva papel higiênico se tornou literalmente virtual - pela simples operação de um clique de mouse nos computadores dos bancos globais.

Os caras do Goldman Sachs e outros bancos globais estavam mais do que felizes em deixar Las Vegas para a Máfia e seus miseráveis bilhões em circulação. Os lucros foram considerados ninharia quando comparados as centenas de trilhões gerados pelo cassino virtual. Foi uma conquista financeira além dos sonhos mais desvairados. Eles até chamaram a si mesmos, "Mestres do Universo". Criar enormes débitos era o novo jogo, e os rapazes poderiam até alavancar mais do que 40 vezes o capital! O valor dos ativos decolou com tanta liquidez perseguindo tão poucos bons ativos.

Contudo, os gênios financeiros falharam em avaliar e ou subestimaram a quantidade de produtos financeiros que era necessário para manter o jogo em andamento. Eles recorreram a engenharia financeira - a securitização dos ativos. E quando os ativos reais foram insuficientes para a securitização, ativos sintéticos foram criados. Em breve o lixo tóxico foi até mesmo considerado como instrumento legítimo para o jogo enquanto pudessem ser descarregados para os babacas gulosos sem nenhum refúgio para os criadores destes assim chamados investimentos.

Por um tempo, pareceu que os gênios financeiros tinham resolvido o problema de como alimentar o monstro do cassino global.

Infelizmente, a música parou e a bolha parou! Como se diz o resto é história.

O remédio do Goldman Sachs

Quando as perdas estão em trilhões de dólares e qualquer ativo/capital remanescente está em bilhões de dólares, temos um enorme problema - um buraco negro financeiro.

O remédio preferido pelos planejadores financeiros da Goldman Sachs foi criar um outro logro - que se os grandes bancos globais iam fracassar em disparar o colapso sistêmico, haveria um Armagedom. Esses bancos "grandes demais para falir" devem ser injetados com uma maciça quantidade de dinheiro virtual para se recapitalizar e ficarem livres dos ativos tóxicos em seus balancetes. Os principais bancos centrais nos países desenvolvidos em conivência com o Goldman Sachs cantaram a mesma melodia. Todos os tipos de esquemas foram invocados para legitimar esse plano emergencial.

Em essência, o que transpirou foi a mera transferência de dinheiro do bolso esquerdo para o bolso direito, com o inesperado de que os bancos estavam de fato ajudando o governo a superar a crise financeira.

O FED e os principais bancos centrais concordaram em emprestar "dinheiro virtual" para os bancos globais "grandes demais para falir" a taxa de juros zero ou quase zero e estes bancos em retorno "depositariam" esse dinheiro no FED e outros bancos centrais a taxas de juros combinadas. Essas transações são todas apenas entradas no livro caixa. Outros "empréstimos" do FED e dos bancos centrais (novamente a taxas de juros zero ou perto de zero) são usados para comprar débitos do governo, esses débitos sendo o dinheiro de estímulo necessário para restaurar a economia real e criar empregos para o crescente número de desempregados. Assim em essência, a estes bancos são dados "dinheiro grátis" para emprestar ao governo a taxas de juros previamente combinadas sem nenhum risco. Isso é uma enganação.

Esse "dinheiro" nem mesmo é nota de dólar, mas mera entrada de livro caixa criado do nada.

Assim quando o FED injeta trilhões de dólares no sistema bancário, ele simplesmente credita a quantidade nas contas dos bancos "grandes demais para falir" no FED.

Quando o sistema é aplicado ao comércio internacional, o mesmo modus operandi é usado para pagar pelas mercadorias importadas da China, Japão, etc.

Para o resto do mundo, quando compra mercadorias denominadas em dólar, estes países devem produzir bens e serviços, vendê-los por dólares a fim de comprar as mercadorias necessárias em seus países. Posto de forma simples, eles têm de gerar renda para comprar qualquer bem e serviço de que precisam. Em contraste, tudo o que os Estados Unidos precisam fazer é criar dinheiro do nada e usá-lo para pagar por suas importações!

Os Estados Unidos podem seguir com esse esquema porque tem os músculos militares para compelir e reforçar essa farsa. Como afirmado antes, esse status quo foi aceito especialmente durante a guerra fria e com alguma relutância depois do colapso da União Soviética, mas com uma condição - que os Estados Unidos concordassem em ser o consumidor de última instância. Esse arranjo proporcionou algum conforto porque os países que tinham vendido suas mercadorias para os Estados Unidos, agora podem usar os dólares para comprar mercadorias de outros países à medida que mais de 80 por cento do comércio mundial é denominado em dólares, especialmente petróleo cru, o fluido vital da economia global.

Mas com os Estados Unidos em total falência e seus cidadãos (os maiores consumidores do mundo) estando incapazes de tomar emprestado dinheiro adicional para comprar bens de luxo da China, Japão e do resto do mundo, a procura por dólares se evaporou. O status do dólar como moeda de reserva e sua utilidade estão sendo questionadas mais abertamente.

O Jogo Final

A atual repercussão pode ser resumida em termos simples:

Deveria um país falido (os Estados Unidos) ser permitido usar dinheiro criado do nada para pagar mercadorias produzidas com suor e lágrimas de cidadãos trabalhadores dos países exportadores? Somando insulto a injúria, os mesmos dólares estão agora comprando muito menos do que antes. Então qual é a utilidade de ser pago em uma moeda que está perdendo rapidamente o seu valor?

Por outro lado, os Estados Unidos estão dizendo ao mundo todo, especialmente aos chineses que se eles não estão felizes com o status quo, não há nada para impedí-los de vender para os outros países e aceitar as moedas deles. Mas se eles quiserem vender para o poderoso Estados Unidos, eles têm de aceitar a moeda de reserva papel higiênico e é correto criar dinheiro do nada.

Este é o jogo de pôquer final e qualquer um que piscar primeiro perde e sofrerá irreparáveis consequências financeiras. Mas quem tem a mão vencedora?

Os Estados Unidos não têm a mão vencedora. Nem a China tem a mão vencedora.

Essa forma como as coisas estão não pode continuar por muito tempo, por qualquer que sejam as cartas que os Estados Unidos ou a China possa estar contemplando para jogar na mesa para ganhar vantagem estratégica, qualquer ganho de curto prazo será uma vitória de pirro, porque não será capaz de expressar as contradições antagônicas subjacentes.

Quando a sobrevivência do sistema é dependente da disponibilidade de crédito (ou seja, a acumulação de mais débitos) é somente uma questão de tempo antes que tanto o devedor quanto o credor chegue a inevitável conclusão de que o débito nunca será pago. E a menos que o credor esteja desejoso de amortizar o débito, o lançamento de meios drásticos para arrecadar o débito pendente é inevitável.

Seria ingênuo pensar que os Estados Unidos esperariam calmamente ser executado! Quando atingirmos esse estado, a guerra será inevitável. Será o eixo EUA-Inglaterra-Israel contra o resto do mundo.

O Prelúdio do Jogo Final

A economia dos Estados Unidos estará em um movimento espiral sem controle nos meses vindouros e atingirá o ponto crítico no primeiro quarto de 2010 e implodirá no final do segundo quarto.

O enorme estímulo de trilhões de dólares falhou em restaurar a economia. A enorme transfusão de sangue pode ter mantido o paciente vivo, mas há numerosos sinais de múltipla falência de órgãos.

Haverá outra onda de execução hipotecária de residências e ainda mais significativamente de propriedades comerciais pelo final de dezembro e começo de 2010. E as propriedades executadas em 2009 conduzirão a preços depreciados uma vez que entrarem no sistema. Os valores das propriedades domésticas e comerciais precipitar-se-ão. Os balancetes dos bancos ficarão feios e qualquer que sejam os "registros de lucros" nos últimos dois quartos de 2009 não cobrirão os registros vermelhos adicionais.

Dada a situação acima, continuará o FED a comprar garantias respaldadas por hipotecas para apoiar os mercados? O FED já gastou trilhões comprando as hipotecas da Fannie Mae e Freddie Mac sem um potencial comprador substituto em vista. Além do mais, o balancete do FED é tão tóxico quanto o dos bancos "muito grandes para falir" que ele resgatou.

Nessas circunstâncias, não faz sentido para ninguém afirmar que o pior já passou e que a economia global está a caminho da recuperação.

E o sinal mais seguro de que nem tudo está bem com os grandes bancos é o recente discurso do presidente do Banco da Reserva Federal de Nova York, William Dudley, em Princeton, New Jersey, quando ele disse que o FED não cortaria o risco de futuras crises de liquidez proporcionando um "escudo" para as firmas solventes com suficiente garantia.

Esse aviso e certeza merecem maiores considerações. Primeiramente, é uma contradição afirmar que uma firma solvente com suficiente garantia na realidade encontraria uma crise de liquidez como justificativa para recorrer ao FED. É na verdade a admissão de que os bancos não estão suficientemente capitalizados e quando a segunda onda do tsunami atingí-los novamente, a confiança estará dolorosamente em falta.

Dudley na verdade disse que, "o banco central poderia se comprometer a ser o emprestador de última instância...(e isso reduziria) o risco de o pânico se espalhar pela incerteza entre os emprestadores sobre o que os outros credores pensam".

Pondo francamente o que ele está dizendo é que o FED se esforçará para evitar a repetição do colapso da Bearn Sterns, Lehman Bros e AIG. E é também uma indicação de que os restantes grandes bancos estão com problemas.

É interessante notar que o relatório do Bloomberg no começo de novembro revelou que o Citigroup Inc e o JP Morgan Chase estavam acumulando dinheiro. O primeiro tinha quase dobrado o efetivo em caixa para US$244,2 bilhões. No caso do último, o acúmulo de dinheiro montava a US$453,6 bilhões. Ainda, dada essa acumulação pelos bancos principais, o Banco da Reserva Federal de Nova York tinha de tranquilizar a comunidade financeira de que está pronto para injetar uma grande liquidez para apoiar o sistema.

Portanto, não deveria ser surpresa que o valor do dólar esteja rumando para o sul.

Quando as moedas estão sendo desvalorizadas, a volatilidade nos mercados de ações aumentam. Mas os ganhos não valem os riscos e se alguém ainda estiver no mercado, será destruído lá pelo primeiro quarto de 2010. O S&P (standard and poor's, índice de preços) aumentou muito desde o começo do ano em cerca de 25 por cento, mas tem sido superado pelo ouro. Os ganhos também se defasaram ficando atrás da taxa oficial de inflação dos Estados Unidos. Na verdade ele teve um retrocesso total depois da inflação de aproximadamente menos 25 por cento. Quando Meredith Whitney observou que, "Eu não sei o que está acontecendo no mercado neste momento, porque não faz sentido para mim", é hora de cair fora do mercado rápido.

Em um relatório para seus clientes, o Société Générale advertiu que o débito público seria grande nos próximos dois anos - 105 por cento do PIB na Inglaterra, 125 por cento nos Estados Unidos e Europa e 270 por cento no Japão. O débito global alcançaria US$45 trilhões de dólares.

Nesse mesmo ponto no tempo, todos esses débitos devem ser reembolsados. Como todos esses débitos serão reembolsados?

Se nós formos pelo que Bernanke tem estado pregando e praticando, significa que mais dinheiro papel higiênico será criado para reembolsar os débitos.

Como resultado, a desvalorização da moeda continuará e isso agravará ainda mais as tensões entre as economias concorrentes. E quando os credores tiverem o bastante desse enganoso papel higiênico, espere reações violentas!

Mathias Chang é um colaborador frequente do Global Research.



As 4 fases do Projeto Blue Beam