quarta-feira, 29 de julho de 2009

A Índia vai implantar o maior projeto Big Brother do mundo.

Digital ID cardImage by david.orban via Flickr

A Índia vai emitir carteiras de identidade com identificação biométrica para todos os seus 1,2 bilhões de cidadãos.

Por Rhys Blakely, em Bombaim

É certamente o maior projeto Big Brother jamais concebido. A Índia vai emitir para cada um dos seus 1,2 bilhões de cidadãos, milhões dos quais vivem em aldeias remotas e não possuem nenhuma prova documental de existência, carteiras de identidade biométricas com cyber-idade.

O governo de Nova Déli criou recentemente a Autoridade de Identidade Única, um novo departamento de estado encarregado da tarefa de atribuir a todo indiano vivo um número exclusivo. Ele também será responsável por recolher e armazenar eletronicamente os seus dados pessoais, a um custo previsto de 3 bilhões de libras.

A missão será chefiada por Nandan Nilekani, um renomado sábio que cunhou a frase "o mundo é plano", que se tornou um mantra para os adeptos da globalização. "É um gigantesco e instigante desafio intelectual", disse ao The Times. "Mas nós temos a oportunidade de dar a cada cidadão indiano, pela primeira vez, uma identidade única. Podemos transformar o país".

Se as carteiras fossem empilhadas umas sobre as outras seriam 150 vezes mais alta do que o monte Everest, de 1.200 quilômetros.

As legiões de burocratas locais da Índia atualmente emitem pelo menos 20 provas de identidade, incluindo certidões de nascimento, carteiras de motorista e cartões de alimentação. Nenhuma é universalmente aceita, e se deslocar de um estado para outro pode tornar facilmente uma pessoa oficialmente em um cidadão invisível - uma situação desastrosa para milhões de pobres que dependem da ajuda do estado para sobreviver.

Espera-se que o projeto das carteiras de identidade vá fechar esses buracos negros, e ao mesmo tempo, lutar contra a corrupção. Também pode levantar questões mais controversas, tais como a identificação de imigrantes ilegais e o combate ao terrorismo. Um chip de computador em cada carteira de identidade conterá dados pessoais e de prova de identidade, tais como impressões digitais ou verificação da íris. Registros criminais e históricos de crédito podem também ser incluídos.

O senhor Nilekani, que deixou a infosys, uma gigante da terceirização que ele co-fundou, para ocupar o seu novo trabalho, quer que as carteiras sejam conectadas a um "banco de dados onipresente" acessível a partir de qualquer lugar.

O perigo, dizem os especialistas, é que, como um dos maiores armazéns de informações pessoais, irá se revelar um alvo irresistível para ladrões de identidade. "O banco de dados será um dos maiores que já se construiu," disse Guru Malladi, um dos sócios da Ernst and Young, que estava envolvido em um projeto piloto anterior. "Terá de ser invencível".

O senhor Nikelani também terá de elaborar um meio de coletar dados confiáveis. Apesar de 75 milhões de pessoas - ou menos de 7 por cento da população - estão registrados para pagar imposto de renda. As listas de eleitores da comissão eleitoral são conhecidamente amplamente inadequadas, ao menos por causa da manipulação por políticos corruptos.

Ele também terá de convencer pelo menos 60 departamentos governamentais a cooperar. O governo afirmou que as primeiras carteiras serão emitidas no prazo de 18 meses. Os analistas consideram que levará pelo menos quatro anos para o projeto chegar a uma "massa crítica".

Tal é a escala do projeto, que analistas acreditam que a Índia tem de desenvolver uma nova base para indústria de servidores de armazenamento e fornecimento de informações, chips de computadores e leitores de carteiras.

Por enquanto, o senhor Nilekani tem questões mais mundanas em mente. "Eu acabei de deixar meu emprego anterior", disse ele. "Primeiro tenho de encontrar um novo escritório".

Identidades obrigatórias são utilizadas em cerca de 100 países, incluindo Alemanha, França, Bélgica, Grécia, Luxemburgo, Portugal e Espanha.

Carteiras não são utilizadas nos Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, República da Irlanda e países nórdicos.

A polícia alemã pode deter pessoas sem carteira de identidade por até 24 horas.

A administração Bush resistiu aos apelos por uma carteira de identidade nos Estados Unidos após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na Austrália protestos de rua na década de 1980 obrigou o governo a abandonar seus planos para uma carteira.

Cartões de plástico são favorecidos em detrimento de documentos de papel por são mais difíceis de falsificar.

A maioria dos cartões de identidade contém o nome, o sexo, data de nascimento e um número exclusivo para o titular.

As carteiras sul-coreanas, brasileiras, italianas e malaias contêm impressões digitais. Em alguns países, as carteiras contêm informações sobre quaisquer sinais distintivos do titular.

A oposição ao projeto das carteiras tem se centrado sobre o custo e a invasão de privacidade.

Os defensores dizem que elas previnem contra a imigração ilegal e a fraude.

Na União Europeia, algumas carteiras podem ser usadas em vez de um passaporte europeu para viajar.

Fontes: Privacy Internacional; Times base

tradução e adaptação: o observador






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terça-feira, 28 de julho de 2009

Vêm aí os trans-humanos

{{pt|Robô na Globaltech.Image via Wikipedia

Vêm aí os trans-humanos

Liz Else, da New Scientist

SÃO PAULO - O cientista Ray Kurzweil diz que humanos e máquinas vão se fundir em 2045.

Para o inventor e futurista Ray Kurzweil, ser um humano com inteligência limitada e vida finita nunca foi o bastante. Ele elaborou o conceito de singularidade — o momento em que os humanos vão se misturar com as máquinas, tornar-se mais inteligentes e viver para sempre. Dos centros de pesquisa à Casa Branca, alguns repudiam a ideia enquanto outros esperam ansiosos que ela se transforme em realidade. Mas, afinal, algum de nós viverá o suficiente para testemunhar esse acontecimento?

INFO Quando a singularidade será real?

KURZWEIL - Por volta de 2045. Já somos uma mescla de tecnologia biológica e não biológica. Algumas pessoas têm dispositivos eletrônicos implantados no cérebro, por exemplo. A última geração desses aparelhos permite que programas médicos sejam transferidos para um computador dentro do cérebro. Então, se considerarmos que, daqui a 25 anos, essas tecnologias serão mil vezes menores e bilhões de vezes mais poderosas, podemos ter noção do que será possível. E, mesmo que a maioria dos indivíduos não tenha computadores implantados no corpo, essas máquinas já são parte de nós.

E se as pessoas não quiserem ser trans-humanas e se misturar com a tecnologia?

Quantas pessoas desprezam as tecnologias médicas e de saúde, não usam óculos ou não tomam remédios? Elas dizem que não querem mudar a si mesmas, mas, quando ficam doentes, fazem qualquer coisa para se curar. Não chegaremos à década de 2030 ou 2040 em um piscar de olhos. Milhares de pequenos passos nos levarão até lá. Junte todos eles e, no final, teremos um mundo diferente.

Conseguiremos superar os problemas ambientais para chegar a 2045?

Sim. Há mais recursos do que imaginamos. Precisamos captar apenas uma parte em 10 mil da luz do sol para ter toda a energia de que necessitamos. A nanotecnologia está sendo aplicada a sistemas de absorção de luz solar e eles estão melhorando num ritmo exponencial. Novas tecnologias desse tipo são baratas, porque obedecem à lei do retorno acelerado.

O que você quer dizer quando fala em "lei do retorno acelerado"?

O poder das ideias de mudar o mundo está se acelerando e poucas pessoas realmente compreendem as implicações disso. Não estamos habituados a raciocinar exponencialmente, embora a mudança exponencial se aplique a tudo que envolve medida de informações. Pense no sequenciamento genético. Quando o projeto do genoma humano foi anunciado, em 1990, os céticos disseram: "Vocês não vão conseguir fazer isso nem em 15 anos". Na metade do processo eles permaneciam irredutíveis, argumentando que só 1% do projeto havia sido concluído. Mas isso mostrava justamente que o cronograma estava sendo seguido corretamente. Quando chegamos a 1%, estávamos a apenas sete multiplicações do final. Em ritmo exponencial, 1% é bastante.

No seu currículo existem previsões importantes que depois se confirmaram. O pensamento exponencial o ajudou a determinar quando essas mudanças ocorreriam?

Em meados da década de 80, eu previ o surgimento da web para os anos 90. Na época, essa projeção parecia ridícula, já que todo o orçamento do Departamento de Defesa dos Estados Unidos conseguia conectar somente alguns milhares de cientistas. Mas percebi que esse número iria dobrar a cada ano e foi isso que aconteceu. É impressionante o quanto a velocidade do desenvolvimento da tecnologia da informação é previsível. Mesmo assim, milhões de inovadores vão aparecer com ideias inesperadas. Quem poderia antever as redes sociais ou os blogs? Se, há 10 anos, eu tivesse dito que iríamos criar uma enciclopédia em que qualquer pessoa poderia acrescentar e editar informação, diriam que essa enciclopédia teria muita baboseira e seria absolutamente inútil. É incrível o que pode ser realizado quando reunimos o conhecimento coletivo.

Esses avanços soam como utopia.

Eles não são utópicos porque a tecnologia também gera problemas. Entretanto, acredito que os benefícios suplantam os danos que a tecnologia causa. Mas nem todos concordam comigo.

Por que você fundou a Universidade da Singularidade neste ano?

Eu e Peter Diamandis, fundador e presidente da Fundação X Prize (que distribui prêmios a cientistas inovadores), decidimos que estava na hora de construir uma universidade. Queríamos reunir os principais representantes de áreas como inteligência artificial, nanotecnologia, biotecnologia e computação avançada. O objetivo é solucionar questões do futuro, que são problemas complexos e multidimensionais. A Nasa e o Larry Page, do Google, também estão apoiando o projeto. Estamos começando com apenas 40 estudantes neste ano. É um curso intensivo de nove semanas.

Você descobriu algo sobre si mesmo ao participar do documentário Transcendent Man, que conta a história da sua vida?

Sim. Me dei conta do quanto aprendi com o relacionamento que tive com meu pai e de que fui infl uenciado pelo fato de ele ser uma pessoa criativa. Realmente, ele me faz muita falta. Era um aclamado compositor em Viena, cidade que deixou para fugir dos nazistas. Ele morreu de ataque cardíaco quando eu tinha 20 e poucos anos.

Você já disse que gostaria de trazer seu pai de volta à vida. Pode explicar melhor isso?

Eu poderia usar o DNA coletado do seu túmulo por nano-robôs e toda a informação extraída por meio de inteligência artifi cial das minhas memórias e das lembranças que outras pessoas guardam dele. Além disso, usaria os objetos que pertenceram a ele. Tudo isso seria carregado num computador. Ele seria um avatar ou um tipo de robô.

fonte: info online

Nota: Esse é o grande sonho da humanidade, a vida eterna, mas não uma vida eterna de qualquer maneira, mas com um corpo perfeito, como se diz atualmente, uma vida com qualidade.

Esse história de homem-máquina vem sendo projetada no imaginário popular pelas obras de ficção científica faz tempo. Já vimos isso em seriados de tv como a mulher biônica, e em filmes como robocop, onde inclusive o cérebro de um psicopata foi implantado em um robô, quem não se lembra dos Borgs de jornada nas estrelas, meio homens, meio máquinas?



O que está por trás de tudo isso é o sonho de imortalidade da elite global, antes buscava-se na magia e no ocultismo a pedra filosofal ou o elixir da imortalidade, agora com os avanços tecnológicos da informática e da nanotecnologia os esforços saíram das sociedades secretas e estão na ciência e suas quase infinitas possibilidades.

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sábado, 25 de julho de 2009

Será o microchip de implante a marca da besta?


Domínio da Nova Ordem Mundial

Para completar o artigo "A MARCA DA BESTA ESTÁ MUITO PRÓXIMA", repasso a seguir algumas notícias, sobre o avanço da implantação dos cartões com chip obrigatórios na China e aqui no Brasil. E também uma notícia sobre o implante de chip no território Mexicano.
Antes das notícias abaixo, farei um breve comentário, sobre o provável futuro da sociedade, baseado nas notícias que temos presenciado na imprensa mundial.
Vai iniciar com estes cartões com chip, que serão obrigatórios, por agrupar vários documentos juntos num único documento de identificação, e os governos do mundo inteiro estão adotando. Motivos para tais medidas os governos terão de sobra, basta usar como desculpa a palavra "segurança", pois quem poderá alegar que realmente a sociedade não precisa de mais segurança para os seus cidadãos.
Depois num segundo estágio, virá o implante definitivo de chip sob a pele de cada cidadão, ou seja, seremos o gado da Nova Ordem Mundial, nos marcam e depois vigiam, tudo dentro da mais perfeita ordem e lei.
Quando os governos do mundo concluírem o estágio 1 de implantação dos cartões com chip de identificação para cada cidadão, então alegarão que também há falhas na segurança dos mesmos, dirão que para uma solução mais segura e definitiva, o implante de chip no corpo será realmente necessário.
Enquanto isto, vão divulgando o atual Verichip para implante no corpo, que é do tamanho de um grão de arroz, já vem sendo implantado em algumas milhares de pessoas do mundo inteiro, mas ainda num percentual baixo, para não causar muita polêmica e impacto na sociedade, pois querem implantar gradualmente, afim que se torne o método perfeito para o controle da população mundial.
Haverá uma campanha explicando os benefícios e as vantagens de se ter um chip implantado no corpo, como armazenamento de dados médicos, segurança pessoal contra seqüestros, já que o portador do Verichip através de satélites pode ser localizado em qualquer parte do mundo. Num primeiro momento, somente a classe mais rica da sociedade terá condições de adquirir, mas é desta forma, que a Nova Ordem Mundial quer que aconteça. Primeiro implantam na classe dominadora, depois vem a classe que será aos poucos totalmente dominada. Pois, para os "agentes" da Nova Ordem Mundial, não existe outras camadas sociais alternativas da população, "eles" só reconhecem duas camadas básicas, os que dominam e os dominados.
Os que dominam, não pedem, "eles" elaboram leis e ditam ordens que devem ser cumpridas.
Já os dominados, mais cedo ou mais tarde, terão que cumprir estas ordens, ou amargar as conseqüências.
Muito em breve, o conceito de liberdade pessoal que conhecemos, será só uma mera lembrança, pois seremos vigiados em todos os lugares possíveis, e o pior disso tudo, que será com o nosso consentimento. Porque se aprovarem leis para tal coisa, será com deputados legitimamente eleitos pelo povo. Tanto o cartão, como o implante do Verichip, mais as câmeras já espalhadas nas cidades e outras que ainda serão colocadas, tudo isto é com a aprovação dos que governam a nossa sociedade.
Há muito tempo os "agentes da besta", já controlam toda a liberdade do comércio mundial, pois todos os produtos são obrigados a ter o código de barras, que carrega toda a identificação do produto. Em breve tudo vai estar "marcado", e tudo será apenas um número nos computadores da Nova Ordem Mundial.
Ainda me lembro, quando há alguns anos atrás, neste mesmo site, eu alertava para implantes de chip e câmeras vigiando pessoas. Lembro que recebia vários e-mails em tom de ironia e deboche, dizendo que isto era loucura, coisas de ficção cientifica, previsões apocalípticas e etc..
Hoje tais coisas fazem parte da nossa realidade e para algumas pessoas tudo isto é muito normal. Infelizmente as pessoas muitas vezes "pagam para ver", e quase sempre o preço é muito alto.
A sociedade só vai se dar por conta da terrível perca da privacidade pessoal, quando quase tudo e todos, ficarem sob o domínio da Nova Ordem Mundial, e ver seus nomes transformados em simples números nos computadores do governo. Sim, chegará este tempo, e quando se der por conta, você e a sua família serão apenas números nos computadores, não haverá sequer nomes e sobrenomes, mas somente o seu número de identificação pessoal. Quando "eles" quiserem saber onde você se encontra, escreverão nos computadores:"monitore o n 5674367882, agora monitore o n 8345211591". Rapidamente o satélite é acionado, e sua localização é revelada.
Isto poderá ser evitado? Infelizmente, a "sede da sociedade" em querer se expandir e evoluir, vai acelerar este processo, são como pedras de um jogo de dominó, vão caindo uma a uma, e cada uma delas em seu determinado instante.
Hoje é dia 30 de agosto de 2003, se você a exemplo daqueles, que há alguns anos atrás acharam que implante de chip e câmeras vigiando pessoas era coisa de lunáticos, então imprima este texto e guarde, talvez esqueça-o perdido numa gaveta. Um dia ao acordar, perceberá que o mundo da maneira que você conhecia já não existe mais, pois tudo vai estar vigiado, a começar com a tua própria vida pessoal. Talvez receba um comunicado da empresa onde trabalha, dizendo que todos funcionários terão que implantar o chip no corpo, por causa das novas normas sociais e de segurança. Com certeza, vai lembrar de alguns textos que alertavam para tal coisa, vai lembrar do termo, "a Nova Ordem Mundial", e se for um cristão inteligente lembrará também do termo, "a Besta ", e vai relacionar com a Sagrada Bíblia, que diz:
“Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome “ (Apocalipse 13, 16 e 17)

"Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome" (Apocalipse 14: 9-11).

Mas claro, se achar isto tudo normal, que implante de chip faz parte do avanço tecnológico da humanidade, e não há com o que se preocupar, desconsidere mais este aviso. Só não vá dizer depois, quando tudo que se encontra descrito no Apocalipse se cumprir, que não foi avisado e não sabia.
Pode ser, que se você não estivesse tão mergulhado nas coisas do mundo, tivesse reservado um tempo de parar e refletir sobre os fatos, quando estes aconteciam ao seu redor, e quem sabe não usasse da sua inteligência, afim de montar este grande quebra-cabeça profético do Apocalipse, que diz:
"Aqui se requer sabedoria. Quem tiver inteligência, calcule o número da besta..." (Ap 13, 18)

Fonte: portalanjo.com

Abaixo algumas notícias

Cartão de Identidade com Chip vai limitar a liberdade na China

Por David W. Chen :: 16:34 19/08/2003

PEQUIM - Por pelo menos duas décadas, os cidadãos chineses foram definidos, julgados, e, em alguns casos, presos, através de sua carteira de identificação nacional de múltipla utilidade, um documento laminado do tamanho de uma carteira de motorista.

Mas a partir do ano que vem, eles estarão diante de algo novo e surpreendente em escala, um cartão eletrônico que guardará informações vitais de cada um dos 960 milhões de cidadãos elegíveis em chips que autoridades em qualquer lugar podem acessar.

Oficiais esperam que os avançados cartões ajudem a reprimir fraudes e falsificações, que afligem os atuais cartões, protegendo milhões de pessoas e poupando bilhões de dólares. Mas a imprecisão e a vastidão do projeto - que se espera que esteja completo em cinco ou seis anos - despertaram críticas de que a coleta de dados poderia ser usada para reprimir as divergências e invadir a privacidade.

O projeto vem em um momento em que a China se refaz teimosamente em uma máquina econômica mais eficiente alinhada aos padrões da Organização Mundial do Comércio. Mas a China também está se esforçando para rastrear uma população rural pobre e inquieta que continua a gravitar em torno das cidades. Como tais, oficiais estão apostando que os cartões podem ajudá-los a aliar dois interesses importantes, ainda que conflitantes: promover a liberalização econômica, enquanto monitoram seus cidadãos em uma sociedade cada vez mais fluida.

Tem havido pouca discussão pública ou novidades sobre os cartões, além das explicações entusiasmadas na imprensa oficial, que concluem que os cartões "protegerão os cidadãos" sob uma nova lei que proíbe que qualquer grupo ou indivíduo detenha ou pegue a carteira de identificação de qualquer pessoa.

Ainda assim muitos dos mais duros críticos da China, em casa e no exterior, estão céticos, objetando à concentração de tantas informações nas mãos do governo.

"Dado o histórico do governo chinês em proteger a privacidade de seus cidadãos e dada a prevalência da corrupção, como podemos estar seguros de que essas informações serão controladas apropriadamente?", disse Nicolas Becquelin, diretor de pesquisas no escritório de direitos humanos de Hong Kong, China. "É assustador o que o governo chinês está fazendo, porque não há nenhum contra-peso".

A carteira de identidade original, introduzida em 1985, contém dados pessoais como nacionalidade, data de nascimento, e um número de identificação de 18 dígitos. Também indica o registro domiciliar, ou hukou, que tem tradicionalmente prendido as pessoas a sua província natal.

Em junho, o mais alto corpo legislativo chinês, o Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo, aprovou a Lei Nacional de Identificação do Cidadão, aprovando os cartões. Eles devem ter um microchip que guardará dados pessoais, mas a superfície do cartão não conterá detalhes pessoais além daqueles que estão nas carteiras atuais. Os cartões devem ser testados no início do próximo ano, primeiro em Xangai, Shenzhen e Huzhou, uma cidade na Província de Zhejiang.

A agência responsável pelo programa, o Ministério de Segurança Pública, negou-se a responder perguntas escritas sobre detalhes. Mas em uma entrevista publicada em julho na "Cards Tech and Security", uma revista do Smart Card Forum da China, um grupo comercial, dois oficiais de Segurança Pública, Guo Xing e Liu Zhikui, disseram que as carteiras atuais eram muito fáceis de falsificar e não aproveitavam os avanços tecnológicos.

Eles também disseram que as novas carteiras, que apresentarão a imagem da Grande Muralha, não serão muito diferentes das antigas.

"A carteira de identificação e o número de identidade serão usados principalmente para verificar a identidade do habitante, garantir os direitos das pessoas, facilitar a organização de atividades pelas pessoas, e manter a lei e a ordem", disse Guo na entrevista.

O uso de cartões eletrônicos não é particularmente novo. Outros governos e companhias os distribuem. Hong Kong começou a circular seus próprios cartões de identidade eletrônicos em junho.

Como a proximidade dos Jogos Olímpicos em 2008, a China espera uma demanda crescente para vários cartões, inclusive cartões de trânsito, cartões de banco e cartões da seguridade social, disse Jafizwaty Haji Ishahak, um analista de Kuala Lumpur, Malásia, da Frost & Sullivan, uma companhia de consultoria. Os cartões de serviços sociais que devem ser introduzidos gradualmente devem ser capazes de rastrear todos os serviços do governo que um indivíduo recebe, de serviços de saúde a bem-estar.

"Se você quer viver na via rápida, você tem que lidar com tecnologia, mas você não pode ter liberdade total", disse Frank Xu, diretor executivo do Smart Card Forum da China, que é de Huzhou, uma das cidades-teste. "Tem que haver condições".

Mas os detratores dizem que a liberdade tem um significado muito diferente na China, um lugar onde os oficiais de segurança nunca tiveram receio de seguir ou usar espionagem em dissidentes, jornalistas ou estudantes.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/useg/nytimes/artigo/0,,1310847,00.html

Mexicanos já podem ter chip identificador

Terça-feira, 22 de julho de 2003

A Applied Digital Solutions lançou no final da semana passada no México seus chips para identificação pessoal que tanta polêmica causaram nos Estados Unidos.

O dispositivo, que se chama Verichip, é do tamanho de um grão de arroz e pode ser usado para a confirmação de dados pessoais ou armazenamento de dados médicos em pacientes crônicos - em caso de acidente, por exemplo, o paramédico pode saber imediatamente se a vítima é alérgica a algum medicamento ou substância -, mas a Applied acredita que seu produto possa ser muito útil também para pessoas "seqüestráveis".

No México, o Verichip será vendido inicialmente pela Solusat Medica, e vai ser usado para o acesso a informações como tipo sangüíneo, alergias conhecidas, medicamentos em uso atualmente, preferências alimentares e o nome e telefone do médico, entre outras coisas.

O implante, diz a Applied, é bem simples e requer apenas anestesia local. Cada Verichip vai custar cerca de 360 reais, com taxa anual de manutenção de 500 pesos mexicanos (uns 130 reais, mais ou menos).

Fonte: www.Info.abril.com.br

Previsão Confirmada:
Governo Lula Decide Implantar Documento Único de Identidade

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Documento único no Brasil
Novo modelo, que inibe fraudes, substitui Identidade, CPF e título de eleitor


BRASÍLIA - O Ministério da Justiça vai lançar um ambicioso projeto de segurança financiado com recursos externos para modernizar as polícias civis dos estados e a Polícia Federal (PF). Orçado em US$ 2 bilhões, o projeto tem entre suas prioridades a criação de um banco de dados comum a todas às polícias e a criação de um documento único para o cidadão. O Governo da Alemanha já avisou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que irá financiar a empreitada.

A criação do documento único, que substituiria a carteira de identidade, o CPF e o título de eleitor, seria, na avaliação do Governo federal, uma maneira de inibir fraudes, especialmente eleitorais. Lula já demonstrou preocupação com a vulnerabilidade do sistema de identificação do eleitor. O atual modelo não impede que terceiros votem no lugar do dono do título.

A implementação do documento é um dos desdobramentos do projeto idealizado pela PF no fim ano passado. Encampado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, tem um prazo de execução de seis anos. Com a sigla provisória de Pnapol (Programa Nacional de Apoio ao Reaparelhamento e à Modernização das Instituições Policiais Brasileiras), a iniciativa federal segue os moldes do Sivam.

Recurso extra - A modernização das polícias no Brasil se tornou uma das prioridades do governo. Na viagem que fez à Alemanha, o presidente Lula tratou do tema com o primeiro-ministro alemão, Gerhard Schröder, que manifestou disposição em ajudar o Brasil a investir em segurança pública.

Oficialmente, a representação diplomática alemã trata o assunto com cautela. Confirma que as conversas sobre o assunto estão em andamento, mas não fala em valores do financiamento Do lado brasileiro, não há dúvida sobre o acordo. O Governo aproveitará os recursos para adquirir equipamentos e técnicas do país financiador.

Os US$ 2 bilhões previstos para o projeto representam um valor quase cinco vezes maior do que o orçamento da PF. No caso do Pnapol, a concepção ambiciosa prevê a informatização das polícias dos estados.

Brechas - Os brasileiros carregam no bolso uma lista de documentos que para a Polícia é uma brecha para fraudes. Hoje, uma pessoa pode tirar carteira de identidade em vários estados sem que as secretarias de Segurança tomem conhecimento. Também é comum denúncias de pessoas com mais de um CPF.
O título de eleitor, sem a foto do portador, é outra brecha para fraudes no país. O modelo de votação ainda cria um procedimento cuja vulnerabilidade é reconhecida até mesmo pelo Tribunal Superior Eleitoral, que defende uma mudança na identificação do eleitor.

Fonte: Diário da Manhã GO




fonte: fimdostempos.net

Nota: Essas notícias antigas só mostram que o plano é antigo e que está em pleno progresso, se essa realidade já estava prevista nessa época, hoje então falta muito pouco para que todo esse terrível seja finalmente posto em prática.

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sábado, 18 de julho de 2009

O principal conselheiro de ciência de Obama pediu um "Regime Planetário" para reforçar as medidas de controle totalitário da população.


O principal conselheiro de ciência de Obama pediu um "Regime Planetário" para reforçar as medidas de controle totalitário da população.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
11 de julho de 2009


O principal conselheiro de ciência e tecnologia do presidente Obama foi co-autor de um livro em 1977 no qual ele advogava a formação de um "regime planetário" que usaria uma "força policial global" para reforçar medidas totalitárias de controle da população, incluindo abortos forçados, programas de esterilização em massa, conduzidos via alimentação e fornecimento de água, bem como implantes corporais obrigatórios para evitar que os casais tivessem filhos.

Os conceitos descritos por Holdren em seu livro de 1977, chamado Ecoscience, que ele co-escreveu com seus colegas mais próximos Paul Ehrlich e Anne Ehrlich, eram tão chocantes que uma primeira página da revista de história de 2009 sobre o assunto foi amplamente rejeitada como estranho, porque as pessoas não poderiam acreditar que aquilo poderia ser verdade.

Foi somente quando outro blog da internet obteve o livro e postou excertos que a terrível verdade do que Holdren tinha realmente vertido para o papel começou a afundar.

Essa questão é mais importante do que nunca, porque Holdren e seus colegas estão agora na vanguarda dos esforços para combater as "mudanças climáticas", através dos mesmos modos insanos dos programas focados na geo reconstrução do planeta. Tal como nós relatamos em abril, Holdren recentemente defendeu "projetos de geo reconstrução em larga escala para esfriar a terra", como atirar partículas de poluição na atmosfera superior para refletir os raios do sol, que muitos já apontaram estar ocorrendo através dos rastros químicos.

Ecoscience discute uma série de maneiras em que a população mundial poderá ser reduzida para combater o que os autores consideram como a maior ameaça da humanidade - a superpopulação. Em cada caso, as propostas são redigidas em sóbria retórica acadêmica, mas o assustador fundamento sobre o que os autores estão defendendo é claro. Estas propostas incluem:

- Esterilização forçada e sem conhecimento de toda a população, adicionando drogas para infertilidade nos suprimentos de alimentos e água de toda a nação.

- Legalizar os "abortos obrigatórios, ou seja, abortos forçados realizados contra a vontade da mulher grávida, como é lugar comum na China comunista, onde as mulheres que já tiverem um filho e recusarem-se a abortar o segundo são raptadas na rua pelas autoridades onde é realizado o procedimento para forçar o aborto do bebê.

- Bebês que nascem fora do casamento ou de mães adolescentes devem ser obrigatoriamente levados para longe da mãe pelo governo e colocados para adoção. Outra medida proposta é a que forçaria as mães solteiras a demonstrar ao governo que podem criar uma criança, introduzindo efetivamente a licença para ter filhos.

- Implementar um sistema de "controle de natalidade involuntário", em que ambos, homens e mulheres, seriam obrigados a terem um dispositivo de infertilidade implantado em seu corpo na puberdade e que seria retirado temporariamente se tivessem recebido permissão do governo para terem um bebê.

- Esterilizando permanentemente as pessoas que as autoridades considerem que já tiveram muitos filhos ou que tenham contribuído para a "deterioração social geral".

- Aprovar formalmente uma lei que criminaliza ter mais de duas crianças, similar a lei do filho único da China.

- Isso tudo será supervisionado por um transnacional e centralizado "regime planetário", que utilizaria uma "polícia mundial" para aplicar as medidas descritas acima. O "regime planetário" também teria o poder de determinar os níveis populacionais de cada país do mundo.

Fonte: www.prisonplanet.com

Tradução e adaptação: o observador







quinta-feira, 16 de julho de 2009

As palavras do Papa

SAO PAULO BRAZIL- MAY 9:  Pope Benedict XVI ch...Image by Getty Images via Daylife

As palavras do Papa

Nivaldo Cordeiro | 09 Julho 2009
www.midiasemmascara.com.br

Penso que o Papa aqui caiu em uma armadilha política sem retorno. Engajou a Igreja de Cristo em um projeto suicida. Uma forma de governo mundial, qualquer que seja ela, só existirá em prejuízo da pessoa humana, apartando os poderes públicos dos indivíduos em carne e osso. A grande falácia é que a crise poderia ser superada por uma forma de governo assim. Ao contrário. A crise aconteceu precisamente porque os governos nacionais se agigantaram na ânsia fáustica e blasfema de abolir o risco existencial, contra a vontade expressa de Deus.

Li com tristeza a nova encíclica do Papa Bento XVI (Caritas in Veritate), por dois motivos principais. Primeiro, porque eu esperava uma palavra nova sobre os tremendos acontecimentos dos nossos tempos, e não falo apenas da crise econômica tão saliente que vivemos. E, segundo, pelas concessões que o Santo Padre fez às teses mais caras do esquerdismo mundial. Nunca esperei ver a assinatura do Cardeal Ratzinger em um documento que desse tanta ênfase ao politicamente correto e ao economicamente errado.
Certo, o Papa é o Vigário de Cristo, não o ministro da Economia nomeado por Deus na terra. Por isso mesmo um documento de valor teológico não deveria se esparramar de forma descuidada pela temática econômica, sociológica e política como está feito. Já no endereçamento aparece a palavra "desenvolvimento", que me levou a pensar que o Papa trataria do caráter espiritual do termo. O texto usou a palavra, isso sim, na expressão consagrada pela literatura econômica desenvolvimentista que grassou mundo a partir de meados do século passado. Esses autores foram verdadeiros engenheiros sociais que quiseram fazer do Estado a alavanca para incrementar o crescimento econômico artificial. Associado a esse desenvolvimentismo vemos, no texto, o uso de propostas como a reforma agrária, algo não apenas anacrônico em termos econômicos, visto que a economia agrícola é aquela que mais se tem beneficiado de economias de escala e de novas e sofisticadas tecnologias, para o bem de toda a humanidade. Bem sabemos que no Brasil essa proposta está associada a uma visão revolucionária, que tem como fim último destruir a ordem como está, pondo no seu lugar alguma forma de socialismo. Onde se prega a reforma agrária prega-se a violência da revolução social.

Para meu grande espanto foi usado no texto a expressão "justiça social", esse pleonasmo que está na boca de todos os partidos de esquerda do mundo. Não creio que Sua Santidade ignore isso. Por que o fez? Não faço idéia. Sei que a burocracia da Igreja, especialmente aquela fortalecida pelo Concílio Vaticano II, inoculou no texto esse vírus trágico da verborragia dos militantes políticos que fazem do Foro Social Mundial sua caixa de ressonância.

Eu queria ouvir uma palavra sobre a crise econômica mundial, uma análise justa e factual do que se passa. E a crise mundial é, sobretudo, a crise nos EUA. Por exemplo, a bancarrota da General Motors Corporation, fato de majoritária importância. Qual a grande lição a se tirar daqui? Que uma empresa capitalista não pode ficar sem um dono controlador ou mesmo uma família de controladores. A família é ela mesma a célula principal da economia, é o elemento estruturador da ordem. A GM naufragou porque seus novos donos são os sindicalistas que lhe impuseram condições de remuneração e benefícios incompatíveis com a economia de mercado, mostrando o quão nefastos podem vir a ser os sindicatos de trabalhadores, que desconectam os direitos das obrigações e ignoram que o consumidor não está disposto a pagar privilégios de ninguém, nem mesmo de sindicalistas. Essa lição deveria ter alertado o Papa que, no entanto, faz o seu oposto no texto, dando endosso incondicional da Igreja para que os sindicatos ampliem e prevaleçam na sua lógica tradicional. A primeira grande lição da crise é que a economia deve ser vista pelo ângulo dos consumidores, e não dos produtores, sejam os acionistas, os executivos ou os empregados e seus representantes sindicalistas.

Da mesma forma, essa crise mostrou que as organizações do chamado Terceiro Setor são uma fraude, uma enganação que só servem mesmo para a difusão de valores contrários à fé cristã. Não há caminho econômico alternativo ao capitalismo, ao império da propriedade privada e das relações do livre mercado. Essa crise chegou para colocar um ponto final na aventura dos engenheiros sociais que quiseram criar uma sociedade artificialmente "justa", à custa da prática da injustiça com aqueles que produzem valor. Justiça particularizada é a injustiça ela mesma.

Mas o que verdadeiramente me deixou insatisfeito foi a exortação a uma temível forma de governo mundial patrocinada pela ONU. Nas suas palavras: "Perante o crescimento incessante da interdependência mundial, sente-se imenso - mesmo no meio de uma recessão igualmente mundial - a urgência de uma reforma quer da Organização das Nações Unidas quer da arquitectura económica e financeira internacional, para que seja possível uma real concretização do conceito de família de nações". De igual modo sente-se a urgência de encontrar formas inovadoras para actuar o princípio da responsabilidade de proteger e para atribuir também às nações mais pobres uma voz eficaz nas decisões comuns. Isto revela-se necessário precisamente no âmbito de um ordenamento político, jurídico e económico que incremente e guie a colaboração internacional para o desenvolvimento solidário de todos os povos. Para o governo da economia mundial, para sanar as economias atingidas pela crise de modo a prevenir o agravamento da mesma e em consequência maiores desequilíbrios, para realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial, delineada já pelo meu predecessor, o Beato João XXIII."

Penso que o Papa aqui caiu em uma armadilha política sem retorno. Engajou a Igreja de Cristo em um projeto suicida. Uma forma de governo mundial, qualquer que seja ela, só existirá em prejuízo da pessoa humana, apartando os poderes públicos dos indivíduos em carne e osso. A grande falácia é que a crise poderia ser superada por uma forma de governo assim. Ao contrário. A crise aconteceu precisamente porque os governos nacionais se agigantaram na ânsia fáustica e blasfema de abolir o risco existencial, contra a vontade expressa de Deus. Nenhum governo tem esse poder, menos ainda uma governo mundial, e o Homem precisa ganhar o pão de cada dia com o suor de seu próprio rosto. Os governos atuais, nos quatros cantos da terra, nada mais fazem do que pilhar seus povos em grande escala, conforme podemos medir pelo tamanho da carga tributária que tem sido cobrada, gerando privilégios nauseantes para os detentores do poder político e seus associados, em prejuízo dos pagadores de impostos. Não há aqui qualquer caridade, qualquer coisa que remeta a Deus. Há mesmo é o reino da injustiça.

A experiência da União Européia, tão próxima ao Vaticano, ensina-nos o significado de um governo central que se sobrepõe a outros. Criou-se uma burocracia cara e parasita sobreposta às burocracias nacionais, pouco acrescentando de bem-estar na vida das pessoas, mas obrigando a uma significativa elevação de custos. Uma experiência dessas, levada à escala mundial, será o primeiro passo para a instalação de uma ditadura mundial, um colosso que só pode emergir em prejuízo dos valores cristãos, da própria liberdade que é da essência do cristianismo. Estamos aqui diante da realização inusitada da Terceira Tentação de Cristo. Ora, o próprio Cristo a rejeitou e sabia por que o fazia: o monstro Estatal tem sido, desde sempre o instrumento para a ação nefasta dos inimigos do Povo de Deus.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Gore: A lei do clima dos Estados Unidos ajudará a trazer a "Governança Global"

Al GoreAl Gore via last.fm

Gore: A lei do clima dos Estados Unidos ajudará a trazer a "Governança Global".

O Ex-Vice Presidente Al Gore declarou que lei do clima do congresso americano irá ajudar a trazer a "Governança Global".

"Eu lhes trago boas novas dos Estados Unidos", Gore disse em 7 de julho de 2009, em Oxford, no Fórum Mundial da Smith School sobre Empresa e Meio Ambiente, patrocinado pelo U.K. times.

"Há apenas duas semanas atrás, a Câmara dos representantes passou a lei do clima Waxman-Markey", disse Gore, notando que era "mais um passo na direção certa". O presidente Obama forçou a passagem do projeto de lei no Senado e compareceu a cúpula do G-8 onde ele concordou em tentar manter a subida da temperatura da terra não mais do que 2 graus Celsius.

Gore elogiou a lei do clima do Congresso, alegando que "as perspectivas de sucesso vão aumentar drasticamente" na luta contra o que ele vê como a "crise" do aquecimento global produzido pelo homem.

"Mas é a própria consciência que irá impulsionar a mudança e uma das maneiras que irá conduzir a mudança é através da governança mundial e dos acordos globais".

O apelo de Gore pela "governança global" ecoa o ex-presidente francês Jacques Chirac em 2000.

Em 20 de novembro de 2000, o então presidente francês Jacques Chirac disse durante um discurso em Haia que o Protocolo de Kyoto da ONU representou "o primeiro elemento de uma autêntica governança global".

“Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um verdadeiro instrumento de governança global”, explicou Jacques Chirac. Desde a mais tenra idade que devemos fazer a consciência ambiental entre os grandes temas da educação e um dos principais temas de debate político, até que o respeito ao meio ambiente chegue a ser tão fundamental como salvaguardar os nossos direitos e liberdades. Agindo em conjunto, através da construção deste instrumento sem precedentes, o primeiro componente de uma autêntica governança global, estamos a trabalhar para o diálogo e a paz", Chirac acrescentou.

Ex-Ministro do Ambiente do UE Margot Wallström afirmou, "Kyoto é sobre economia, é sobre o nivelamento do campo de jogo para as grandes empresas ao redor do mundo". O Primeiro-ministro canadense Stephen Harper uma vez demitido da ONU, disse que o Protocolo de Kyoto é um "esquema socialista".

Taxa Global de carbono é impulsionada na Reunião das Nações Unidas.

Além disso, o apelo para uma taxa global de carbono foi impulsionado em uma das recentes conferências das Nações Unidas sobre aquecimento global. Em dezembro de 2007, a conferência climática da ONU, em Bali, apelou para a adoção de uma taxa global de carbono, "um sistema global de partilha de encargos, justo, com solidariedade, e juridicamente vinculado a todas as nações".

"Finalmente alguém vai pagar por esses (relacionados ao clima) custos", Othmar Schwank, um defensor do imposto global, disse na conferência das Nações Unidas de 2007 depois de um painel intitulado "imposto global de CO2".

Schwank notou que as nações ricas como Estados Unidos iriam suportar o maior fardo com base no “princípio o poluidor paga". Os Estados Unidos e outros países ricos têm de "contribuir mais significativamente para este fundo global", explicou Schwank. Ele também acrescentou, "é muito essencial taxar o carvão".

A conferência das Nações Unidas de 2007 foi presenteada com um relatório do Instituto Federal Suíço para o Meio Ambiente intitulado "Solidariedade Global na Adaptação Financeira". O relatório afirmava que havia uma “necessidade urgente” de um imposto global para evitar que os danos (das alterações climáticas) continuem crescendo a níveis catastróficos, especialmente em países vulneráveis do mundo em desenvolvimento.

As dezenas de milhares de milhões de dólares geradas por ano por um imposto global "fluiria para um fundo multilateral global de adaptação" para ajudar as nações a lidar com o aquecimento global, de acordo com o relatório.

Schwank disse que um imposto global de dióxido de carbono é uma idéia que é urgentemente necessária para estabelecer um "fundo para gerar os recursos necessários para abordar a dimensão do desafio relativo aos custos das mudanças climáticas”.

"A redistribuição da riqueza"

O grupo ambientalista Amigos da Terra defendeu a transferência de dinheiro das nações ricas para as nações pobres durante a conferência climática da ONU em 2007.

"A resposta ás alterações climáticas deve ter no seu cerne uma redistribuição das riquezas e recursos", afirmou Emma Brindal, uma coordenadora militante da justiça do clima dos Amigos da Terra.

[Nota do editor: Muitos críticos têm frequentemente acusado os defensores das "soluções" propostas para taxar o clima e regulatórias são mais importantes para os promotores do medo do clima produzido pelo homem do que o rigor de sua ciência. O Ex-senador do colorado Tim Wirth disse declaradamente, "temos que montar a questão do aquecimento global. Mesmo que a teoria do aquecimento global esteja errada, estaremos fazendo a coisa certa - em termos de política econômica e ambiental".

Fonte: www.climatedepot.com

Nota: No artigo acima o termo governança global é frequentemente mencionado, mas não há uma definição do que realmente é governança global. Na Wikipédia encontramos a seguinte definição para governança global - Na teoria das relações internacionais, o termo Nova Ordem Mundial tem sido utilizado para se referir a um novo período no pensamento político e no equilíbrio mundial de poder. Apesar das diversas interpretações deste termo, ele é principalmente associado com o conceito de governança global.

Foi o presidente norte-americano Woodrow Wilson que pela primeira vez desenvolveu um programa de reforma progressiva nas relações internacionais e liderou a construção daquilo que se convencionou denominar de "uma Nova Ordem Mundial" através da Liga das Nações. “Nos Estados Unidos a expressão foi usada literalmente pela primeira vez pelo presidente Franklin Delano Roosevelt em 1941, durante a II Guerra Mundial”.

Acabamos de saber que governança global e nova ordem mundial são a mesma coisa. Portanto, o que o artigo nos mostra é que todas as pessoas citadas acima, bem como as organizações envolvidas com as questões ligadas ao aquecimento global estão na verdade implementando os planos para o total estabelecimento dessa Nova Ordem Mundial.

O aquecimento global é uma plataforma política bem organizada e poderosa, concebida para levar o mundo a um governo único.

Soberanias nacionais são um empecilho para a concretização desse projeto, como o aquecimento global é divulgado como uma ameaça global, exige o envolvimento de todos os países, seja por livre iniciativa, caso do Brasil, ou por coerção, caso dos Estados Unidos, que durante a administração Bush foi severamente criticado pela não adesão ao Protocolo de Kyoto.

Se o aquecimento global existe e se é provocado pela ação humana, isso pouco importa, porque os fins justificam os meios. Foi o que disse o ex-senador Tim Wirth citado acima no final do artigo. O pânico provocado pelas informações divulgadas pelos meios de comunicação mostrando informações advindas de pesquisas sobre o aquecimento e suas danosas conseqüências caso medidas de combate a emissão de poluentes não sejam tomadas imediatamente ajudam a criação e imposição de leis cada vez mais intrusivas, que a médio e longo prazo acabarão minando as soberanias nacionais. Forçando também uma brutal transferência de renda dos países mais ricos para os mais pobres, sem nenhuma garantia real de que estes países usarão esses recursos para combater o aquecimento global.

O aquecimento global é a plataforma comum sobre a qual se pode construir os mecanismos legais para que a ONU possa ganhar cada vez mais poderes e recursos.

Como governança global e nova ordem mundial são virtualmente a mesma coisa, estamos testemunhando como um verdadeiro Governo Mundial está sendo formado diante de nossos olhos por meios nem sempre claros, muitas vezes abertamente enganosos, mas bastante eficientes.

O apelo sentimental é poderoso, salvar o planeta, quem pode objetar a tal propósito? Ajudar os países pobres, que objetivo nobre. Mas a verdade é que no final desse processo haverá um Governo Mundial, e a história nos mostra que nos casos em que existiram impérios mundiais, multiplicaram-se a violência e a injustiça.

O Brasil desponta como peça importante no desenvolvimento da governança global.

Em encontro que antecedeu a cúpula do G-8 na Itália, entre o presidente francês Nicolas Sarkozy e o presidente Lula, ambos pediram uma “mudança na governança global”.


Lula acrescentou que “se a ONU tivesse uma representação legítima de nossa geografia, muitas coisas poderiam ser resolvidas com mais rapidez”.

Lula fala a mesma linguagem dos chefes das grandes potências e até almeja um assento no Conselho de Segurança da ONU.

Tradução e adaptação: o observador.


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terça-feira, 14 de julho de 2009

Um globalismo cristianizado?

Pope Benedict XVI visits Australia for WYD 2008Image by sam_herd via Flickr

Um globalismo cristianizado?

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 10 de julho de 2009

Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a Encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e esta na verdade: "Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade." No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.

Desde logo, Bento XVI apresenta como causa fundamental dos problemas atuais a desregulamentação da economia e a redução das redes de segurança social, que trazem "grave perigo para os direitos dos trabalhadores, os direitos fundamentais do homem e a solidariedade atuada nas formas tradicionais do Estado social." Precisamente ao contrário, a ampliação desmesurada da previdência social – quase sempre forçada por meio dos mesmos argumentos agora usados por S. Santidade – foi que causou a falência do sistema bancário e, portanto, dos Estados que nele se apóiam. É verdade que "os sistemas de segurança social podem perder a capacidade de desempenhar a sua função", mas não porque o mercado foi desregulamentado e sim porque lhes falta dinheiro para atender às exigências crescentes de ONGs ativistas, "movimentos sociais" e organismos internacionais, inclusive em favor da imigração ilegal. Quando Bento XVI oferece como solução para a crise econômica o aumento do poder regulador desses organismos, ele esquece que esse poder já veio crescendo, nas últimas décadas, ao ponto de impor a muitos países obrigações sociais que sua economia não suporta.

Por outro lado, é claro que muito do falatório liberal em favor da "abertura dos mercados" não veio de nenhum amor sincero ao liberalismo econômico, mas como expediente maquiavélico para debilitar os Estados nacionais e transferir sua soberania a organismos globais controladores, de modo que tanto as vantagens quanto as desvantagens daquela abertura concorressem igualmente para o acréscimo do poder da elite globalista.

Os beatos de sempre vão assegurar-nos, é claro, que a nova Encíclica não é um manifesto de apoio ao governo global. O texto mesmo dá-lhes o desmentido formal: "Para sanar as economias atingidas pela crise, ... urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial" investida de "poder efetivo". Como modelo dessa autoridade, S. Santidade sugere... o Estatuto das Nações Unidas! Publicada com poucos dias de antecedência da nova reunião dos líderes do G-8, que já proclamam a necessidade de adotar em escala mundial uma política de "estímulos" como a implantada pelo presidente Barack Obama nos EUA, qual outro efeito real pode ter essa Encíclica senão o de um incentivo legitimador a que esses indivíduos façam precisamente o que querem fazer? Se, enquanto isso, o desemprego que Obama prometia eliminar cresce a olhos vistos, levando o próprio vice-presidente Joe Biden a confessar que a política alegadamente salvadora se baseou numa interpretação errada da economia, isso não impede S. Santidade de endossar como certa essa mesma interpretação errada e de sugerir que a solução fracassada seja ampliada em escala mundial.

A obstinação dos altos círculos católicos na idolatria do "controle global" não vem de hoje. Como o próprio Bento XVI reconhece, "depois da queda dos sistemas econômicos e políticos dos países comunistas da Europa Oriental,... na seqüência dos acontecimentos do ano 1989, o Pontífice (João Paulo II) pediu que o fim dos 'blocos' fosse seguido por uma nova planificação global do desenvolvimento, não só em tais países, mas também no Ocidente." Ou seja, do fracasso total do maior experimento de economia planificada já tentado neste mundo, João Paulo II concluía que era preciso mais planificação ainda, e de dimensões globais.

Não se trata, aqui, de fazer a apologia abstrata da liberdade de mercado. É verdade que a modéstia na intervenção estatal coincide universalmente com a prosperidade (o Índice de Liberdade Econômica do Hudson Institute prova isso ano após ano), mas, como já tenho explicado dezenas de vezes, em geral essa liberdade vem hoje articulada a um projeto político que só a expande em escala local para melhor estrangulá-la no plano mundial. Nenhuma referência a essa maliciosa articulação de estratégias se vê na Encíclica de Bento XVI. Reconhecendo embora o poder criativo do livre mercado, o Papa não só faz a apologia do maior controle burocrático, mas sugere que dele participem as entidades da "sociedade civil", como se não tivesse sido justamente a pressão dessas entidades – quase sempre apoiadas num discurso enganosamente cristão e subsidiadas pela elite globalista – que levou à destruição do sistema bancário.

Se, em aparente compensação, Bento XVI exorta os planificadores globais a orientar suas ações num sentido cristão, ele não fornece nem a mais mínima sugestão prática de como realizar essa cristianização do globalismo. A proclamação dos valores cristãos paira no céu das generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a Encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos – intimamente associado às suas políticas econômicas – a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo (v. documentação cabal em Lee Penn, False Dawn. The United Religions Initiative, Globalism and the Quest for a One-World Religion, Hillsdale, NY, Sophia Perennis, 2004). Ao longo do texto, Bento XVI esperneia, aqui e ali, contra o relativismo e a descristianização, como se estes males viessem do ar e não do mesmo establishment globalista cujo poder ele procura expandir.

O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica? Qualquer das duas alternativas é inaceitável. Enquanto os conservadores e cristãos não aprenderem que não é possível fazer face ao inimigo simplesmente "tomando posição" contra ou a favor disto ou daquilo, não haverá esperança para a humanidade senão a de adaptar-se servilmente a controles globais cada vez mais opressivos e anticristãos. A estratégia do inimigo não é linear: ela é dialética. Ela articula forças contrárias, fazendo-as trabalhar pelo sucesso da síntese global. O que é preciso não é combater propostas isoladas – favorecendo na esfera cultural o que se abomina na da política, ou cedendo na economia aquilo que se pretende defender na esfera cultural –, mas compreender a lógica total do "sistema do Anticristo" e oferecer-lhe resistência integral, tão articulada quanto a estratégia de que ele se serve.

A rejeição categórica do diagnóstico econômico e das soluções propostas pelo Papa Bento XVI deve, portanto, vir junto com o apoio mais decidido aos valores gerais que ele proclama. E a melhor maneira de fazer isto é mostrar que esses valores vão no sentido precisamente oposto ao dos remédios que ele propõe.

Nota: O filósofo Olavo de Carvalho apresenta análises contundentes dos acontecimentos políticos da atualidade, tanto acontecimentos nacionais quanto internacionais. Sua capacidade de análise dos fatos a partir de um vasto conhecimento filósofo tornam seus artigos muitos importantes para o conhecimento dos verdadeiros motivos e propósitos por trás de decisões e atitudes de autoridades e governantes que afetam milhões de pessoas diariamente.

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sábado, 11 de julho de 2009

Medvedev revela "moeda corrente mundial" no encontro do G-8.



Medvedev revela "moeda corrente mundial" no encontro do G-8.

Paul Joseph Watson

Prisonplanet.com


Em um momento altamente simbólico da cúpula do G-8 na Itália, o Presidente russo Dmitry Medvedev revelou aos repórteres uma moeda representando uma "moeda corrente de um futuro mundo unido".

"Estamos discutindo tanto a utilização de outras moedas nacionais, incluindo o rublo, como moeda de reserva, bem como moedas supranacionais", o líder russo disse em uma conferência de imprensa.

No entanto, aqueles que têm desvalorizado a formulação de uma moeda mundial desmerecendo-a apenas como uma progressão das SDR's (Direitos de Saques Especiais), e não algo que possa ser utilizado pelos cidadãos fisicamente em um sistema de governo mundial, foram contrariados quando Medvedev delineou claramente que a nova moeda seria "utilizada para pagamento" por parte dos cidadãos como uma "moeda de um futuro mundo unido".

"Este é um símbolo da nossa unidade e da nossa vontade de resolver estas questões em conjunto", disse Medvedev.

"Aqui está ela," Medvedev disse aos jornalistas em l’aquila, Itália, após a cúpula do Grupo das Oito Nações. "Você pode vê-la e tocá-la".

A questão de uma moeda supranacional "agora diz respeito a todos, até mesmo as casas da moeda", disse Medvedev. A moeda de teste "significa que eles estão se preparando. Acho que é um bom sinal de que nós entendemos o quão interdependentes nós somos."

Medvedev explicou que a moeda foi cunhada na Bélgica e que ostenta a expressão "unidade na diversidade". Um relatório da RIA Novosti observou que a moeda representou o exemplo de uma "possível moeda mundial".

China e Rússia tem repetidamente pedido por uma Nova Moeda Mundial para substituir o dólar.

Quando confrontado sobre os planos para substituir o dólar por uma Nova Moeda Mundial, tanto o presidente da Reserva Federal Ben Bernanke, quanto o Secretário do Tesouro Timothy Geitner negaram que tal agenda exista.

No entanto, poucos dias depois que ele disse em uma audiência no Congresso que não havia planos para avançar para uma Moeda Mundial, Geitner procurou agradar aos elitistas da CFR, assegurando-lhes que ele era "aberto" a idéia de um novo sistema monetário mundial.

O sobrecarregado por escândalos e altamente secreto Banco de Pagamentos Internacionais, considerado como sendo o mais poderoso dos bancos centrais do mundo, divulgou um documento político em 2006, em que apelou para o fim das moedas nacionais em favor de um modelo global de moeda corrente.

A Moeda Mundial seria um elemento central de um futuro Sistema de Governo Mundial. No início desta semana, o Papa apelou para uma "autoridade política mundial" para gerir a economia mundial.

Fonte: www.prisonplanet.com

Tradução e adaptação: o observador


Nota: Por que será que não ouvimos nem lemos nada sobre isso na mídia nacional?

Um fato tão relevante como este merecia ser divulgado e analisado, suas

Implicações para as relações internacionais são muitas e profundas.

Por aqui nem uma nota de rodapé foi dada. O mundo está caminhando bastante

Rápido para a implantação de um Governo Mundial. Pelo visto falta muito pouco.







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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Enciclica papal pede "autoridade política mundial".

Discurso del Presidente Zapatero ante la Asamb...Image via Wikipedia

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 pediu nesta terça-feira que uma "autoridade política mundial" ordene a economia mundial e que haja maior regulação governamental das economias nacionais para tirar o mundo da atual crise e evitar que ela se repita.



O chamado do papa para que se repense o modo como a economia mundial é conduzida foi feito em uma nova encíclica, que tratou de algumas questões sociais, mas cujo principal fio condutor é o modo como a atual crise afetou países ricos e pobres.



Denominada "A Caridade na Verdade", a encíclica tem partes que parecem prestes a incomodar os conservadores por causa de sua rejeição subliminar do capitalismo desenfreado e das forças de mercado sem regulamentação, que ele disse que conduziram à violação "perfeitamente destrutiva" do sistema.



O papa afirmou que toda decisão econômica tem uma consequência moral e pediu "formas de redistribuição" da riqueza supervisionadas por governos para ajudar os mais afetados pelas crises.



Bento 16 escreveu ainda que "há uma necessidade urgente de uma autoridade política verdadeira no mundo", cuja tarefa seria "ordenar a economia mundial; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que resultariam dela".



Tal autoridade deveria ser "regulamentada por lei" e "teria de ser reconhecida universalmente e ser investida de poder efetivo para garantir segurança a todos, consideração pela justiça e respeito pelos direitos."



"Obviamente teria de possuir a autoridade de garantir o cumprimento de suas decisões por todas as partes, e também o cumprimento das medidas coordenadas adotadas em vários fóruns internacionais", disse ele.



A Organização das Nações Unidas (ONU), instituições econômicas e as finanças internacionais, todos têm de ser reformados "mesmo em meio a uma recessão mundial", afirmou o papa na encíclica, um livreto de 141 páginas.



Uma encíclica é a mais elevada forma de documentos papais, pela qual se apresenta a mais clara indicação ao 1,1 bilhões de católicos do mundo, bem como às pessoas de outras religiões, sobre o que o pontífice e o Vaticano pensam sobre determinadas questões morais e sociais.



A nova encíclica é dirigida aos católicos e também a "todas as pessoas de boa vontade". Foi divulgada na véspera da cúpula do G8, na Itália, e também três dias antes de o papa discutir a desaceleração mundial como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.



Em vários trechos da encíclica Bento 16 deixa claro que tem grandes reservas em relação ao mercado totalmente livre.



"A convicção de que a economia deve ser autônoma, de que deve ser preservada de influências de caráter moral conduziu o homem a fazer mau uso do processo econômico de uma maneira destrutiva," afirmou ele.

Fonte: Agência Reuters.

Nota: Como numa orquestra bem ensaiada, o papa Bento VI entra em cena com toda autoridade de líder espiritual e guia religioso de milhões de pessoas ao redor do mundo, defendendo as mesmas propostas dos líderes do G-20 na cúpula de Londres em abril deste ano.

A recente encíclica papal contempla as mesmas propostas do G-20 para resolver a crise financeira mundial, no entanto, a proposta papal vai um pouco além das propostas dos líderes políticos.

Tanto o papa quanto o G-20 reclamam mais intervenção estatal nas economias, o próprio presidente Lula deu inúmeras entrevistas condenando o livre mercado pela crise e pedindo uma regulamentação mais rígida para os mercados financeiros. Também há a preocupação com o papel da ONU na resolução e prevenção de crises internacionais.

É com relação ao papel da ONU que a proposta do papa se destaca. A encíclica papal pede que seja estabelecida uma autoridade política mundial, com aceitação por todos os países e poder coercitivo para obrigar o cumprimento de suas resoluções.

A ONU seria então estabelecida como um Governo Mundial. Nenhum dos líderes políticos foi tão longe na cúpula do G-20, talvez por considerações diplomáticas, mas a proposta papal leva a ONU a virtualmente exercer este papel.

Verdadeiramente estamos no limiar de grandes mudanças!!!

Um Governo Mundial está a ponto de emergir, pouco a pouco vemos o esforço dos líderes mundiais no sentido de fazer da ONU um órgão com competência e autoridade para ditar as leis que trarão Paz e Segurança ao mundo.

Para aqueles que conhecem as profecias bíblicas os sinais estão ficando a cada dia mais claros, o cumprimento do que está escrito no livro sagrado ocorre a olhos vistos, o que antes parecia loucura de fanáticos está sendo dito em alto e bom som por respeitadas autoridades, o tempo está mais próximo do que pensamos.



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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Obama está levando os EUA á queda no marxismo, diz jornal da ex- União Soviética.

"Prawda", Russian bolshewik newspape...Image via Wikipedia

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz jornal oficial da ex-União Soviética

Fred Lucas

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a "descida dos EUA no marxismo" citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors.

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete "Capitalismo americano foi-se com um leve gemido", e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog "Mat Rodina".

"Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas", escreveu Mishin.

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases:

"Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles".

Segunda, "a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes 'vertentes e denominações' — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado 'vencedor' de um ou outro político pseudo-marxista".

O artigo também disse: "Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais".

"O colapso final", disse o artigo do Pravda, "ocorreu com a eleição de Barack Obama. A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue".

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a "ousadia" de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas".

O "primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre", disse o artigo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CNSNews

Nota: A economia americana está sendo remodelada em um sistema de economia fascista. Em um artigo anterior já mostramos como a Economia da Nova Ordem Mundial será uma economia de poucos produtores de determinados produtos sob a tutela do Estado.

A atual crise financeira mundial foi planejada e executada para levar a economia mundial para uma economia socialista do tipo fascista. Agora um jornal da ex-união soviética vem confirmar o que é sabido por todos que tem examinado os planos dos Iluminatti para a implantação de um Governo Mundial.

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sábado, 4 de julho de 2009

A ANS vai monitorar redes privadas para prevenir cyberataques.

The seal of the U.S. National Security Agency....Image via Wikipedia

A ANS vai monitorar redes privadas para prevenir cyberataques.


A administração Obama vai em frente com um polêmico plano para que a Agência de Segurança Nacional monitore o tráfego de e-mail governamental e o tráfego de computadores oficiais que passam por redes privadas.

Testes de eficiência do programa - que é derivado de um usado por redes militares - eram para ter começado em fevereiro, mas foram adiados por causa de debates dentro da administração Obama.
Tanto a origem militar do sistema quanto o envolvimento da NSA tem suscitado preocupações quanto à privacidade.

O presidente Obama prometeu em maio que não haveria qualquer intrusão nas comunicações privadas, e a administração tem manifestado sua intenção de se consultar com grupos de privacidade e de liberdades civis em uma base contínua.

Ari Schwartz, vice presidente do Centro para Democracia e Tecnologia, disse a Associated Press que:"Há uma série de preocupações que vem com este processo, sendo um dos principais como proteger o sistema de forma que assegure que você não está monitorando sistemas privados. Eu não tenho uma resposta completa a essa questão. Mas o presidente fez essa promessa."

Apesar destas garantias, não é claro se dados não governamentais podem ser mantidos fora do sistema de monitoramento, e o plano tem críticos até dentro do DHS. O ex-secretário de Segurança Interna Stewart A. Baker, disse ao Washington Post, "As amargas batalhas sobre privacidade e o papel da ANS nos grampos domésticos pairam a segurança cibernértica como uma nuvem tóxica."

Baker, que serviu como conselheiro geral da ANS durante a administração Clinton, também sugeriu que a administração Bush deveria ser resposabilizada pela criação de muitos dos atuais problemas por tentar manter tanto do Einstein 3 secreto.

"A solução foi guardar segredo, de modo que permitiu que as pessoas de fora guardassem suspeitas," ele explicou, "assim qualquer um que desconfiasse da comunidade de inteligência só poderia presumir que isso era porque eles estavam fazendo algo que não deveriam estar fazendo."

fonte: rawstory.com

tradução: o observador e adaptação.

Nota: Os sistemas de monitoramento a cada dia se sofisticam mais, ninguém pode garantir que suas conversas telefônicas, seus e-mails, as páginas acessadas na internet não estão sendo monitoradas.

Sempre se garantem os direitos dos cidadãos e as boas intenções dos governos.

Mas quem garante que de uma hora para outra os governos deixam suas boas intenções e vão em busca de interesses inconfessáveis e dos que discordarem?

Os riscos são muitos e grandes, a democracia parece ser uma exceção no mundo, apesar de dizerem o contrário.

O alerta está dado!!!.

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