sábado, 30 de julho de 2011

Clones híbridos: ABERRAÇÃO e MAIOR AMEAÇA contra a humanidade

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

A crise vai chegar aos emergentes, alerta BIS

Photograph of the Brazilian newspaper O Estado...Image via Wikipedia
Crise vai chegar aos emergentes, alerta BIS
Estudo da entidade aponta que, hoje, toda a economia mundial está ameaçada


Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo

GENEBRA - A crise da dívida que começou na Europa vai se espalhar, não poupará nem países emergentes e é uma ameaça para a estabilidade financeira internacional. O alerta é do Banco de Compensações Internacionais (BIS, o banco central dos bancos centrais). A entidade aponta que o risco país elevado será a nova realidade no cenário financeiro e não vai ceder nos próximos anos.


Em estudo feito sobre a crise da dívida, a instituição concluiu que o buraco nas contas dos governos, que é fenômeno em diversos países, chegou para ficar por um longo tempo e pede que autoridades acelerem uma solução se não quiserem ver bancos e todo o sistema financeiro duramente afetados pela nova crise.

O colapso da economia mundial em 2008 obrigou países ricos a promoverem o resgate de setores inteiros das suas economias. Três anos depois, o resultado é a explosão das dívidas dos governos. Entre 2007 e 2010, a média dos déficits orçamentários dos governos passou de 1% para 8% do PIB. Já a dívida média saltou de 73% para 97% do PIB.


Os economistas constataram que são esses próprios governos que sofrem para pagar suas contas. Para o BIS, é a economia mundial que está ameaçada. "A estabilidade financeira global depende das condições fiscais de cada país", alerta.

Cálculos indicam que a crise da dívida soberana irá se espalhar nos próximos anos e papéis da dívida pública serão considerados cada vez mais ativos de risco. "Olhando para o futuro, as preocupações com o risco soberano devem afetar uma gama mais ampla de países", diz o estudo. "Nas economias avançadas, o nível da dívida soberana deve subir nos próximos anos".

Crise ampla. O banco desfaz a noção de que a crise seja limitada à Europa e aos Estados Unidos e aponta que os emergentes não estão imunes. "Nas economias emergentes, a vulnerabilidade a choques externos e instabilidade política podem ter efeitos adversos esporádicos no risco soberano".

O BIS insiste que a crise mais grave é na zona do euro e que os níveis de dívidas dos emergentes são menores. "Mas, no geral, o risco sobre a dívida dos países deve ser maior e mais volátil nos próximos anos", alerta.
Não é só a periferia da Europa que sofre com a crise. Ela já atinge Itália e Bélgica e o estudo deixa claro que EUA, Reino Unido e Japão podem ser as próximas grandes ameaças. Junto com a zona do euro somariam "enormes déficits fiscais".

Alguns deles já foram alertados de que podem perder seu status de AAA dado pelas agências de rating. Esses países, além dos resgates bilionários aos bancos, enfrentam envelhecimento de suas populações, empresas endividadas e famílias com altas taxas de insolvência. "O risco país alto deve ser elemento persistente a partir de agora", indica.

Bancos. Para o BIS, trata-se do fim da percepção de que os papéis do Tesouro desses países não representam risco e quem sofrerá são os bancos. Na Europa, bancos têm exposição de cerca de US$ 1 trilhão nas economias que sofrem com dívidas elevadas. Se for contabilizada, a exposição total dos bancos aos títulos da dívida soberana chegaria a 75% dos italianos, alemães e americanos. No caso dos suíços, belgas e canadenses, a taxa sobe para 200%. A crise da dívida pode levar a uma maior dificuldade dos bancos em relação à liquidez, além da erosão dos lucros e da estabilidade. Os primeiros exemplos são dos bancos de Portugal e Grécia.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20internacional,crise-vai-chegar-aos-emergentes--alerta-bis,not_75491,0.htm 
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terça-feira, 26 de julho de 2011

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Lançada rede social para eleger um Governo Mundial da internet


Empresário de Aveiro lança rede social para eleger Governo Mundial da Internet


O empresário de Aveiro Diamantino Nunes, conhecido como promotor do World Bike Tour, lançou uma plataforma online que pretende eleger em dezembro o primeiro “Governo Mundial da Internet” e um parlamento com seis mil deputados.

O Mynetgov foi lançado oficialmente em 11 de julho, Dia Mundial da População, em Nova Iorque, frente à sede da ONU, como “espaço de intervenção pública por excelência, de todos para todos”.

“Nesta fase, é uma plataforma que funciona como uma normal rede social, mas que tem um conjunto de particularidades que a diferenciam”, disse à agência Lusa Diamantino Nunes, destacando o fato de a informação estar aberta e de se “procurar eleger um governo e uma assembleia como que a Internet fosse um país”.

O empresário do grupo Sportis, que fabrica bicicletas, promove eventos desportivos e representa atletas, referiu que o projeto começou a ser trabalhado há um ano, ainda antes das convulsões no Norte de África.

A plataforma foi criada simultaneamente em oito línguas, incluindo o árabe e o mandarim (chinês), tendo os promotores entregue dia 11 na ONU e enviado na mesma data “para todos os governos mundiais” um comunicado de apresentação do projeto.

“O grande objetivo do projeto é que as pessoas possam manifestar as suas opiniões e possamos ter constantemente medidas propostas, neste caso pelo governo, pelo congresso, através dos seus deputados, e também pelo normal cidadão”, afirmou.

Diamantino Nunes realçou que, “talvez pela primeira vez numa lógica de democracia direta, o normal cidadão, conseguindo ter um conjunto de apoios, consegue propor medidas ao congresso”.

A Mynetgov, empresa constituída formalmente em março em Aveiro, espera que os assuntos debatidos e votados na plataforma possam “ajudar a influenciar as medidas tomadas no mundo real”.

As eleições para o governo e a assembleia vão decorrer entre 15 e 31 de dezembro, tomando posse em 01 de janeiro os 12 ministros e os seis mil deputados, número que ultrapassará a dimensão da maior assembleia do Mundo, a da China, que tem cinco mil pessoas.

Diamantino Nunes referiu que qualquer participante registrado pode concorrer à assembleia e candidatar um governo, que terá de ter 12 ministros, um dos quais do humor.

“A plataforma impõe a existência de um Ministério do Humor para que toda a parte lúdica, que no fundo é o que acontece em todas as redes sociais, seja encaminhada para esse ministério, de forma a que os outros ministérios tenham um matiz mais sério e que realmente possa ser aproveitado como um barômetro de opinião e possa ter uma utilidade na prática”, explicou.

De acordo com a “Constituição” deste país, já disponível no site, o governo tem de apresentar todas as semanas uma medida à assembleia, sob pena de cair imediatamente e ser substituído pela lista seguinte mais votada.

“Se 20 medidas forem recusadas consecutivamente pela assembleia, há uma moção de censura ao governo”, acrescentou, sublinhando que, desta forma, será garantida a seriedade do governo.

Nesta fase, o Mynetgov não tem quaisquer receitas de publicidade ou outras, afirmando o empresário que a manutenção da plataforma é independente de “um eventual sucesso financeiro no futuro”.


Fonte: http://noticias.sapo.pt/
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sábado, 23 de julho de 2011

Codex Alimentarius - Controle populacional sob o disfarce de proteção ao consumidor

Logo of the Food and Agriculture OrganizationImage via Wikipedia

Codex Alimentarius — Controle Populacional Sob o Disfarce de Proteção ao Consumidor

 
O Codex Alimentarius (uma expressão latina que significa Código Alimentar) é uma organização muito malcompreendida sobre a qual a maioria das pessoas (incluindo quase todos os congressistas) nunca ouviu falar, e muito menos compreende a verdadeira realidade dessa organização de comércio extremamente poderosa. A partir de seu próprio sítio na Internet, em http://www.codexalimentarius.net, o propósito altruísta da comissão é "proteger a saúde dos consumidores, garantir práticas justas no comércio de alimentos e promover a coordenação de todas as normas alimentares seguidas pelas organizações governamentais e não-governamentais internacionais." O Codex é um empreendimento controlado de forma conjunta por duas agências da ONU: a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura) e a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Um Breve Histórico do Codex

A história do Codex teve início em 1893, quando o império austro-húngaro decidiu que precisava de um conjunto específico de diretrizes para que os tribunais julgassem os casos relacionados com alimentos. [1]. Esse conjunto regulatório de determinações tornou-se conhecido como Codex Alimentarius e foi implementado eficazmente até a queda do império em 1918. Em uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) de 1962, decidiu-se que o Codex deveria ser reimplementado em todo o mundo de modo a proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do financiamento para o Codex vêm da FAO, e um terço da OMS. 


Em 2002, a FAO e a OMS tiveram sérias preocupações a respeito da direção do Codex e contrataram uma consultoria externa para determinar seu desempenho desde 1962 e para designar que direção a organização de comércio deveria seguir. [2] A firma de consultoria concluiu que o Codex deveria ser imediatamente descartado e eliminado. Foi neste momento que as grandes indústrias perceberam o pleno potencial monetário dessa organização e exerceram sua influência poderosa. O resultado atualizado foi um relatório com linguagem amenizada que propunha que o Codex tratasse de 20 preocupações diversas dentro da organização. 


Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius cedeu secretamente seu papel como uma organização pública internacional para a proteção da saúde e do consumidor. Sob a direção das grandes indústrias, o único propósito sub-reptício do novo código é aumentar os lucros para os rolos compressores empresariais globais e, ao mesmo tempo, controlar o mundo por meio dos alimentos. A compreensão implícita da nova filosofia é que se você controla os alimentos, então consegue controlar o mundo.

O Codex Agora

Os EUA são o país mais dominante que está por trás da agenda do Codex e seu único propósito é beneficiar os interesses multinacionais, como as grandes companhias farmacêuticas, o grande agronegócio, as grandes indústrias químicas, etc. No último encontro em Genebra, Suíça, os EUA assumiram a presidência do Codex, o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade para a saúde e dará continuidade à promulgação de desinformações e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (transgênicos) e nutrientes, ao mesmo tempo que cumpre a agenda tácita do controle populacional. A razão por que os EUA continuam a dominar o Codex é porque outros países acreditam, equivocadamente, que esse país possua as tecnologias mais modernas e de maior segurança no que se refere aos alimentos, de modo que tudo o que os EUA pedem, seus aliados (União Europeia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malásia, Indonesia, Japão e Cingapura) quase sempre seguirão.

Muitos dos países que desejam participar e expressar suas opiniões não recebem a permissão para comparecer às reuniões do Codex, pois os EUA negam a maior parte dos vistos para esses representantes sempre que acharem apropriado. Muitos desses países (África do Sul, Suazilândia, Quênia, Gana, Egito, Camarões, Sudão e Nigéria) percebem que o Codex foi alterado e deixou de ser uma organização benevolente e voltada para a produção de alimentos, para se transformar em uma organização fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de as reuniões do Codex serem realizadas em todo o mundo também não é acidente e permite que os EUA mantenham seu controle rígido sobre a agenda do Codex, pois os países menos economicamente viáveis não conseguem comparecer.

A Verdadeira Ameaça

Enquanto a agenda esotérica da mídia está ocupada levando o medo aos corações das pessoas em todo o mundo, enfocando o terrorismo, o aquecimento global, a salmonelose e a escassez de alimentos, as ameaças reais estão clandestinamente se tornando realidade. Em breve, tudo aquilo que você põe na boca (com a exceção dos remédios, é claro), será regulamentado pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. As normas do Codex são uma total afronta às liberdades para comer alimentos puros e saudáveis, e não têm validade jurídica internacional. Por que devemos nos preocupar? Essas normas, que logo se tornarão obrigatórias, se aplicarão a todos os países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC). Os países que não seguirem as normas poderão sofrer pesadas sanções comerciais. Algumas normas do Codex que entrarão em vigor a partir de 31 de dezembro de 2009 e que, depois de iniciadas, se tornarão completamente irrevogáveis, incluem as seguintes [2]: 

·         Todos os nutrientes (vitaminas e minerais) serão considerados toxinas/venenos e deverão ser removidos de todos os alimentos, pois o Codex proíbe o uso de nutrientes para "prevenir, tratar ou curar qualquer condição ou doença".
·         Todos os alimentos (inclusive os orgânicos) deverão ser irradiados, removendo todos os nutrientes tóxicos dos alimentos (a não ser que consumidos localmente e crus).

·         Os nutrientes permitidos estarão limitados a uma Lista Positiva, criada pelo Codex, que inclui nutrientes "benéficos", como o flúor (3.8 mg diárias) que é obtido a partir do refugo ambiental. Todos os outros nutrientes estarão proibidos em todos os países que aderirem ao Codex. [2].

·         Todos os nutrientes (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, zinco e magnésio) que têm algum impacto positivo na saúde serão considerados ilegais pelo Codex e deverão ser reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana. [3].

·         Você não conseguirá obter esses nutrientes em parte alguma do mundo, nem mesmo com uma receita médica.

·         Todas as orientações sobre nutrição (incluindo aquelas escritas e enviadas pela Internet, matérias de jornais ou conselhos orais dados a uma pessoa amiga, membro da família, ou qualquer pessoa) serão ilegais. Isto inclui as reportagens do NaturalNews sobre vitaminas e minerais, e todas as consultas com os nutricionistas.

·         Todas as vacas produtoras de leite serão tratadas com o hormônio recombinante do crescimento bovino, fabricado pela Monsanto.

·         Todos os animais usados para a produção de alimentos serão tratados com antibióticos potentes e hormônios do crescimento exógeno.

·         Haverá a reintrodução dos pesticidas organo-persistentes, que são cancerígenos e mortais, e que foram banidos em 1991 por 176 países em todo o mundo (inclusive pelos EUA), incluindo 7 dos 12 considerados como os piores pela Convenção de Estocolmo Sobre Pesticidas Organo-Persistentes (por exemplo, o hexaclorobenzeno, o toxafeno e o aldrin). 

Esses pesticidas serão permitidos novamente nas plantações e em níveis elevados. [4].

·         Serão permitidos níveis tóxicos e perigosos (0.5 ppb) de aflotoxina no leite produzido devido à presença de mofo no alimento dos animais. A aflotoxina é o segundo composto cancerígeno mais potente conhecido (excetuando a radiação). 

·         Uso compulsório dos hormônios de crescimento e dos antibióticos em todos os rebanhos e também na criação de peixes.

·         Implementação em escala mundial dos alimentos geneticamente modificados (transgênicos) e sem a necessidade de especificar essa origem no rótulo dos produtos, nas plantações, animais, peixes e nas árvores.

·         Níveis elevados de resíduo dos pesticidas e inseticidas que são tóxicos ao homem e aos animais.

Alguns exemplos dos níveis de segurança potenciais permitidos pelo Codex incluem [2]:

·         Niacina — limite máximo de 34 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 2000 a 3000 mcgs).

·         Vitamina C — limite máximo de 65 a 225 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 mcgs).

·         Vitamina D — limite máximo de 5 microgramas diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 microgramas). 

·         Vitamina E — limite máximo de 15 IU de alfa tocoferol somente por dia, embora o alfa tocoferol sozinho já tenha sido implicado em danos às células e seja tóxico para o organismo (dosagem diária de tocoferóis mistos incluem de 10000 a 12000 IU).

A Porta Está Aberta Para o Codex

Em 1995, a FDA (Food and Drug Administration), dos EUA, criou uma política ilegal determinando que as normas internacionais (isto é, o Codex) suplantassem as leis americanas sobre os alimentos, mesmo se essas normas estivessem incompletas. [5] Além disso, em 2004, o governo fez aprovar o Acordo de Livre Comércio com a América Central (chamado de CAFTA), que é ilegal sob as leis americanas, porém é juridicamente legal sob as leis internacionais, e requer que os EUA se conformem ao Codex em dezembro de 2009. [6]. 

Depois que essas normas forem adotadas, não haverá meios possíveis de retornar às normas do passado. Uma vez que a aderência ao Codex inicie em qualquer área, enquanto o país permanecer membro da Organização Mundial do Comércio, o Codex será totalmente irrevogável. Essas normas se tornam então impossíveis de serem rejeitadas, modificadas ou alteradas de qualquer forma. [1, 2 e 7].

Controle populacional em troca de dinheiro é o modo mais fácil de descrever o novo Codex, que é administrado pelos EUA e controlado pelas grandes indústrias químicas e farmacêuticas de modo a reduzir a população para um nível sustentável de 500 milhões — uma redução de aproximadamente 93% do nível atual. A FAO e a OMS têm a audácia de estimar que apenas com a introdução da nova diretriz sobre vitaminas e minerais, haverá pelo menos 3 bilhões de mortes (1 bilhão de fome e mais 2 bilhões de doenças degenerativas e evitáveis por causa da má nutrição, como por exemplo, o câncer, doenças cardiovasculares e diabetes).

Alimentos empobrecidos, desmineralizados, carregados de pesticidas e irradiados são o modo mais rápido e eficiente de provocar um surto lucrativo de desnutrição e das doenças degenerativas e evitáveis, para as quais o curso de ação mais apropriado será sempre os produtos farmacêuticos.

Lucrar com a morte é o novo nome do jogo. As grandes companhias farmacêuticas estavam aguardando esta oportunidade há anos.

Luta e Reação

A Dra. Rima Laibow, que é a diretora médica da Natural Solutions Foundation, entrou com uma ação na justiça contra o governo dos EUA e continua a participar de todos os encontros do Codex, ao mesmo tempo em que luta pela liberdade na área da saúde. No último encontro do Codex, em Genebra, algumas vozes contrárias se levantaram, dizendo que estavam cansadas de verem os EUA pressionarem todos os outros países com sua agenda de controle populacional. Os representantes do Brasil e da China declararam que, quando países pequenos e não-representados não conseguirem participar dos encontros do Codex (porque seus representantes tiveram o visto recusado pelos consulados dos EUA, ou por falta de recursos financeiros), então toda decisão tomada em sua ausência é inválida. Como resultado, em breve o Codex poderá rachar sob o peso de sua própria corrupção, porém a pressão precisa ser aplicada unilateralmente). 

A Dra. Rima também tem se reunido com delegados de outros países e está conseguindo conscientizá-los a respeito de algo chamado Normas Particulares. Essas normas permitem que os países criem padrões mais seguros e mais elevados do que as normas prescritas pelo Codex

Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as diretrizes irrevogáveis e incorretas que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009. [7].

O Que Você Pode Fazer?

O único modo de evitar esses eventos cataclísmicos é lutar pela disseminação do conhecimento para todas as pessoas em seu círculo de relacionamentos. Não importa se elas ainda estão adormecidas ou hipnotizadas pela escravização da vida diária, ou se estão ocupadas demais para prestarem atenção — o tempo para acordar é agora. O governo dos EUA e a mídia amestrada estão tentando manter as pessoas distraídas enquanto todas essas normas terríveis e compulsórias estão sendo aprovadas dissimuladamente. É hora de tomar uma atitude e você pode fazer isso acompanhando as últimas informações sobre o Codex

Outro modo eficaz de fazer sua voz ser ouvida é escrever para seu representante no Congresso.

Se você enviar uma mensagem de correio eletrônico, ela será contada como 13.000. O Congresso acredita que para cada pessoa que separa tempo para escrever para um deputado ou senador, existem 13.000 outras pessoas que compartilham uma opinião similar, mas que não tiveram tempo para expressá-la. É muito importante que uma ação ágil e veemente seja tomada agora. Os tempos estão mudando rapidamente e, a não ser que nos unamos nesta questão, teremos de começar a pensar em cultivar nosso próprio alimento em um futuro próximo, para evitarmos o extermínio.

Referências:

1. Bauman, D. E., Nutricide: Criminalizing Natural Health, Vitamin, and Herbs, 2005, The Natural Solutions Foundation.
2. Laibow, R. E., "Neutraceuticide" and Codex Alimentarius: The Death of Nutritional Medicine, Alternative & Complementary Therapies, 2005. 11(5): pág. 223-229.
3. Codex Guidelines for Vitamin and Mineral Food Supplements. [citado em 10 de julho de 2008]. Disponível em http://www.chfa.ca/media/pdf_files/.
4. Convenção de Estocolmo Sobre Poluentes Organo-Persistentes [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://chm.pops.int/
5. Diário Oficial, 11 de outubro de 1995 (Volume 60, Number 196). [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.fda.gov/oia/IH_policy.html
6. Central America Dominican Republic Free Trade Agreement. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.wola.org/index.php?&opti.
7. Laibow, R. E. Natural Solutions Foundation Codex Commission Report. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org/.
8. Laibow, R. E., Dispatch #9 — Post-Codex Video #5 from Dr. Laibow: Propelling us into the future. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org.


Autor: Dr. Gregory Damato
Artigo encontrado em http://www.naturalnews.com/024128_CODEX_food_health.html
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/codex.asp



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