segunda-feira, 29 de outubro de 2012

DOGMAS, SACERDÓCIO E DITATORIALISMO NA RELIGIÃO AMBIENTALISTA

Escrito por Luis Dufaur no sítio Verde: a cor nova do comunismo

João Luiz Mauad:

Ambientalistas pretendem impor seus planos pela força do governo
João Luiz Mauad, articulista dos jornais “O Globo” e “Diário do Comércio” apresentou oportunas considerações sobre o dogmatismo e o ar de sacerdócio infalível que assumem figuras do ambientalismo badaladas pela imprensa.
Ele o fez em artigo para “O Globo” de 14/10/2012, e do qual extraímos alguns parágrafos mais significativos:

O uso da ciência
Ciência não é matéria sujeita a consensos ou escrutínios. Ao contrário, espera-se que as teorias sejam constantemente testadas e, se for o caso, falseadas. (...)

É assim que as ciências da natureza trabalham. Observações levam a hipóteses. Hipóteses são testadas através de experimentos. Os resultados são divulgados, examinados e duplicados antes que uma boa teoria seja divulgada.
Certezas são raras, leis são muito poucas. Ciência não é fonte de autoridade, mas de conhecimento.

Cientistas não são deuses. São seres humanos sujeitos aos mesmos impulsos que todos nós.
Einstein, por exemplo, queria tanto demonstrar que a teoria quântica era determinística e não probabilística que chegou a invocar o Todo-Poderoso: “Deus não joga dados com o universo”, teria dito o alemão, gerando a resposta jocosa de seu colega Nils Bohr: “Einstein, pare de dizer a Deus o que fazer”. (...)

Muitos cientistas subscrevem a teoria do Aquecimento Global Antropogênico sem que tenham feito qualquer pesquisa ou estudo mais aprofundado a respeito.

Adotam tal postura simplesmente porque este seria o lado “in” da questão. Na maioria dos casos, é assim que o chamado “consenso” científico é estabelecido.
Infelizmente, estamos cercados de gente que diz saber muito mais do que realmente sabe.(...)

O problema é que muitas dessas pessoas confiam tanto na própria sabedoria que pretendem impor aos demais os seus planos, utilizando-se para isso da força dos governos.

Esses indivíduos sentem-se capazes de planejar cada detalhe de nossas vidas, não importa quão bem (ou mal) planejem as suas. (...)

Não é justo, nem inteligente, sair por aí chamando de herético quem desconfia da atividade humana como causa do aquecimento global, ou duvida das catastróficas previsões dos computadores.

Heresia tem a ver com fé, e ciência não é assunto de fé. A ciência não prescreve dogmas, nem evolui conforme a opinião da maioria.

sábado, 27 de outubro de 2012

Um totalitarismo hi-tech?

Escrito por Edson Camargo


O filósofo francês Louis Lavelle, comentando as descobertas científicas de Max Plank, Werner Heisenberg, Einstein, Louis de Broglie e outros, em meados da década de 30 na revista Le Temps, observava que com os avanços na pesquisa sub-atômica, a nova física que surgia apontava para fenômenos completamente distintos do que até então se conhecia, o que causou muitas surpresas. Lavelle percebia que, mesmo diante de novidades desconcertantes, “a ciência provoca no espírito uma espécie de embriaguez”, parecendo colocar nas mãos do homem parte do poder criador, por ser “uma arma prodigiosa, cujo valor depende do uso que se fizer dela”. Por este motivo, Lavelle constatava que, por outro lado, tudo isso produzia “certo calafrio mesmo naqueles que mais a admiram e amam”.

Lavelle apontou para questões relativas à imagem que a ciência fazia de si mesma, do próprio mundo material que é seu objeto de investigação, e as implicações de questões como essas para o espírito humano. “A ciência não busca mais nos dar uma imagem das coisas. Ela as transforma e multiplica”.


Sem fazer vistas grossas aos benefícios advindos do avanço ciêntífico, mas não menos atento às implicações deste fênomeno sobre a alma humana, as relações entre os homens e o futuro da civilização, C. S. Lewis, em ‘A Abolição do Homem’ fez uma crítica ao deslumbramento e ao utopismo em relação ao tema. Ficava claro para Lewis, que o tão alardeado “domínio do homem sobre a natureza” era muito mais o domínio de alguns poucos homens sobre grandes massas de seres humanos. Entre os exemplos utilizados pelo célebre crítico literário, escritor e apologeta cristão, estavam o uso do rádio e do avião. Nos dois casos, se faz do ser humano “tanto o paciente ou o objeto como o possuidor de tal poder, uma vez que ele é o alvo tanto das bombas quanto da propaganda”. Lewis também tratou neste mesmo sentido dos contraceptivos: “existe paradoxalmente um sentido negativo no qual todas as possíveis gerações futuras são os pacientes ou objetos de um poder exercido por aqueles que já vivem”, declarou Lewis, atento às dimensões histórica e civilizacional do problema.

É ponto pacífico para qualquer pessoa minimamente sensata que faz alguns séculos que uma supervalorização da ciência empírica na busca de respostas para questões que são sobretudo teológicas e filosóficas tem trazido consequências nefastas à humanidade. As ideologias totalitárias genocidas têm todas o cientificismo no seu cerne. Numa época em que já se tem notícia de pesquisas voltadas para a criação de seres híbridos, meio homens, meio animais, como relatado no ano passado na Inglaterra, e diante de algumas estripulias cometidas por cientistas por meio da fertilização in vitro para atender a “casais” homossexuais que almejam ter filhos, fica evidente aos defensores da fé e dos valores cristãos na esfera pública que passou da hora de se preparar para um desafio apologético e cultural sem precedentes.


A ética cristã tem respostas. Mas como fazê-las driblarem a maré secularista que conta com apoio midiático massivo e que vê no cristianismo justamente o maior entrave a esse novo e bizarro modelo civilizacional que se pretende implantar?

Para ampliar o desafio surge ainda mais uma corrente imbecilizante. O tal transhumanismo, ideologia nova (tem pouco mais de duas décadas) que advoga nada menos que o advento do ‘pós-humano’ por meio da biotecnologia, afinal, pretensão pouca é bobagem. A relevância do trashumanismo advém mais do prestígio e influência de seus ícones e do fascínio que seu discurso pode ter ante as massas, do que da solidez de suas ideias. Nisso, e em tudo mais, o transhumanismo reproduz o que as velhas ideologias têm de pior: uma “nova” ética, uma visão idealista do futuro e a afirmação da posse de soluções para a humanidade. E, sim, eles também acreditam no remodelamento da alma humana.

O otimismo de seus ideólogos quando comparado com as análises de Lavelle, C. S. Lewis e outras grandes mentes, chega ao limite do caricato. Para Ray Kurzweill, empresário, cientista e consultor de figuras como os globalistas Bill Clinton e Bill Gates, num futuro próximo, com os avanços exponenciais da ciência, até 2036 a vida humana poderá se estender de maneira quase ilimitada. Para viver até lá, é claro que ele faz sua parte: toma 150 comprimidos por dia e segue dieta rigorosa. Grande exemplo de homem do futuro. Perguntado sobre os riscos da produção de computadores por outros computadores, ele declarou à revista Istoé que “esse medo não faz sentido”, que os computadores já estão inseridos de tal modo em nossas vidas e atividades que “o futuro das tecnologias é o nosso futuro” e que as máquinas “já são partes de nós”. Lembrando das lições de C. S. Lewis, cabe lembrar a velha pergunta do índio Tonto: “nós quem, cara pálida?”

Embora aleguem repudiar a eugenia nos velhos moldes progressistas, seja dos socialistas fabianos, da suprema papisa do aborto, Margaret Sanger, ou dos nazistas, as associações e comparações são inevitáveis, afinal, fala-se demais em aprimoramento da vida humana pela via da manipulação genética. Gregory Stock fala de mudanças para muito além da saúde. Fala de alterações nas características físicas e genéticas dos seres humanos a tal ponto que a reprodução normal acabará por se tornar inviável. Bem, há quem chame isso de evolução. Outro bioeticista da patota transhumanista, Gregory Pence, entusiasta da clonagem humanam, defende abertamente o enfraquecimento das fronteiras éticas entre homens e animais, para que pesquisas avancem e que coisas “razoáveis” que já são feitas a animais possam ser aplicadas a seres humanos.

Enquanto vemos essa conversinha aí, as pesquisas avançam na nanotecnologia, nos estudos de inteligência artificial, na interação entre cérebro e computador, nos implantes de micromecânica, na tecnologia da informação, para não falar do imenso arsenal de recursos para o domínio psíquico do ser humano, seja no nível individual, ou em escala social. Com resultados concretos e visíveis. O deslumbramento todo não se dá de forma inexplicável.

As perguntas que ficam se dirigem aos que têm uma visão mais clara e realista da natureza humana, do uso que se fez da ciência, da glamurização da ciência e das máquinas, sobretudo para a opressão de seres humanos por parte de outros seres humanos: o que fazer? Como lidar com mais este desafio? Se podemos, como evitar a chegada de um totalitarismo hi-tech?

Fonte: www.midiasemmascara.org
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

666 Nova Ordem Mundial - Dinheiro Digital

Dinheiro Digital



Este era o título da matéria publicada na revista Seleções de maio de 1997, na qual o autor James Gleick alerta:

"Prepare-se para dar adeus às notas, cheques e cartões de crédito”.

Ele afirma que "o dinheiro entra em uma nova era". O autor ressalta ainda que:

“A economia sem papel-moeda pode também ser parte de um mundo onde os bancos de dados das redes serão capazes de registrar cada ônibus que você tomar, cada cerveja que você beber, cada Cd que você alugar ou comprar”.

E ainda :

“As possibilidades são assustadoras para quem se preocupa com a privacidade”.

Outra propaganda publicitária recentemente é a desse cartão inteligente laçado no Brasil pelo sistema VISA:

"É mais dinheiro na mão com menos dinheiro no bolso”.

O anúncio termina dizendo:

“Solicite hoje mesmo seu Visa Electron”.

E afirmou para todos:

“É como computador: quanto mais você demora para entrar, mais fora do mundo você fica”.

 A empresa publicou ainda outro anúncio com a seguinte chamada:

"É como computador: ou você entra ou vai ficar para trás. O que você não pode é deixar de aceitar o dinheiro do futuro. Porque o futuro chega rápido.

Para ser mais preciso, hoje mesmo.

Visa Electron. O dinheiro do futuro".

Para finalizar uns dos mais anúncios diz:

“VISA tudo que você precisa”

Bastante didático não é?
No artigo da revista The Econimist já citado, cujo título era: "Esteja preparado para uma nova moeda mundial"; o desenho da capa era um Fênix levantando vôo, saindo de uma montanha de cinzas de todo o dinheiro do mundo. O culto ao pássaro mitológico chamado Fênix veio do Egito e alcançou a Fenícia. Esses povos antigos acreditavam que o pássaro representava uma divindade na forma de uma estrela matutina que teria caído na Terra e se transformando em um pássaro que se autodestruía pelo fogo e, depois, ressurgia das próprias cinzas. A estrela da alva, conforme as Escrituras Sagradas (Isaías 14:12-17), era Lúcifer, que foi expulso do céu para a Terra; e o Fênix representa a imortalidade que é atribuída ao anjo rebelde por seus seguidores.

O símbolo desse cartão de crédito é um pássaro impresso em holograma acima do nome VISA. Esse pássaro parece uma pom-ba, mas é um Fênix oculto. O símbolo de Lúcifer também aparece no dinheiro de plástico da Nova Ordem Mundial, a exemplo ao que acontece com as notas de dólar.

Outra curiosidade numerologia é que o nome VISA apresenta o número 6 três vezes, em três idiomas antigos. Em latim, o número 6 era (e ainda é) representado por letras (algarismos romanos) assim: VI; em grego, a letra "S" tem valor numérico igual a 200, porém, o número 6 era representado por um símbolo gráfico chamado Stigma que tem a forma semelhante a um "S" (V). Além disso, apalavra Stigma é traduzida estigma em português e significa exatamente marca, sinal, cicatriz, tatuagem. Se analisarmos as raízes etimológicas desta palavra, veremos que ela significa ainda: infâmia desgraça, opróbrio, ignomínia, vitupério, deson-ra, condenação, picada de cobra, ofensa, injúria, acusação, dentre outros significados. Estigmas são também as chagas do Senhor Jesus Cristo. No sistema babilônico, o número 6 é representado pela letra "A". Temos assim três valores 6 formando 666 e o nome:

· VI S A

  6 6 6

· ROMA GRÉCIA BABILÔNIA

Além disso, o nome VISA em inglês significa VISTO, isto é, uma autorização oficial que confere legalidade a um documento. Os dicionários definem ainda VISA com selo, carimbo, ou rubrica que se coloca num documento dando-lhe validade: "colocar o visto no passaporte". E mais: declaração de uma autoridade permitindo a realização de um determinado ato. Se analisarmos as origens etimológicas da palavra VISA teremos os seguintes significados: visto, algo que é percebido pelo olho, visão, ver, visado, examinado, notado, visível, vidente, profeta, imagem, ídolo, clarividência, aparição, confirmado, ratificado, endossado, conhecimento, inteligência, sabedoria, sabido, sábio, idéia, aviso, acusação, etc. Até mesmo VEDA (ou VEDAS) deriva da palavra VISA. Vedas são as escrituras sagradas do hinduísmo ditadas pelo deus Brahma

Written By Teoria da Conspiração

Fonte: http://www.antinovaordem.com/

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O globalismo ocidental e o “espírito crítico"

suttonbookJá está exaustivamente documentada, e até com uma boa quantidade de confissões, a articulação, em pleno andamento no Ocidente, para criar um governo mundial. Ao se ter contato com as obras de Antony Sutton, Gary Allen e outros autores, sabe-se que o processo já dura mais de um século. Fatos como o apoio financeiro de Wall Street à Revolução Russa e o gordo patrocínio de fundações internacionais como a Ford e a Rockefeller a insanidades como o Fórum Social Mundial e a ONG’s abortistas, gayzistas e feministas raivosas bem evidenciam que os esquemas mentais para interpretar a realidade que a esquerda hegemônica faz prevalecer no ambiente cultural não passam de ferramentas para ocultar o processo todo.

Com poucas exceções, quase tudo do que se entende hoje como “terceiro setor” foi criado justamente para dar legitimidade pública a esse plano. Adornando-se com atuação filantrópica doutrinadora, as ONG’s aliançadas nessa rede disseminam slogans e “significantes vazios”, termos-chave usados justamente para criar demandas públicas, e dar ares de cientificidade, relevância, e nobreza de intenções para táticas específicas de modelagem cultural, social, e, por fim, jurídicas e políticas. Sempre conforme requeira o momento, sob a ótica da estratégia de dominação cultural, como explicou o teórico comunista Ernesto Laclau, inventor do truque manipulatório.

É difícil para uma pessoa imersa nesse processo e desinformada sobre sua existência discordar do que num primeiro momento se entende como “desenvolvimento sustentável”, “responsabilidade social”, “posse responsável” disto ou daquilo, entre outros termos. Até entre uns que se dizem opositores ferrenhos dessa armação toda se vê o uso irresponsável do termo “homofobia”, criado justamente pelo movimento gayzista. Legitimando o uso do conceito burlesco, acabam por dar mais um empurrãozinho na manipulação dos incautos.

E esta é apenas uma das muitas técnicas de manipulação. Outra, por exemplo é o ‘Agenda Setting’, a escolha e a respectiva elaboração de um cronograma para o debate de certos temas por parte da opinião pública, a partir de incessante exposição de fatos e matérias relacionadas ao mesmos. Assim, omite-se hoje, por exemplo, o genocídio dos boeres na África do Sul, ou a matança de cristãos em países islâmicos e comunistas, mas reverbera-se exaustivamente qualquer “marcha das vadias” mundo afora ou mais uma sessão “peitos de fora” das abortistas ucranianas do Femen. A excessiva visibilidade que atos como estes obtém, unido à repetição, no jornalismo, de todo o jargão ongueiro, tornam óbvio o quanto a grande mídia serve à elite globalista.

Vale lembrar que o grosso dos jornalistas se formou em instituições nas quais se endeusam pessoas como Ernesto Laclau, Antônio Gramsci e Jacques Derrida. Os barões da mídia, se não fazem parte do conluio globalista, têm afinidade ideológica ou não se opõem o suficiente para deixar de fazer o mesmo jogo, talvez por medo de perder anunciantes e ficarem a mercê dos grupos de pressão e da própria guerra com veículos de comunicação que integram o esquema. O caso do canal Fox News nos Estados Unidos é emblemático. Por não entoar o coro do consenso midiático, o canal, que faz uma oposição moderada, é visto como porta-voz do que há de pior.

Para quem teve a cabeça contaminada por este processo o Fox News é justamente isso: “aquela porcaria”. Afinal, na universidade, aprendeu que deve ter “espírito crítico”. No caso, isto significa papagaiar exatamente em tudo o que restante da imprensa diz e desdiz. E o resto é “paranóia” e “teoria da conspiração”, por mais bem documentado e escancarado que esteja.

Fonte: www.midiasemmascara.org
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III Guerra mundial, começou a contagem decrescente

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Drones: Instrumentos de Terror de Estado

Por Stephen Lendman

Um novo relatório preparado em conjunto pela Clínica de Resolução de Conflito e Direitos Humanos Internacional da Universidade de Stanford (SU) e a Clínica de Justiça Global da Faculdade de Direito da Universidade de Nova York (NYU) é intitulado "Vivendo sob os drones. " A parte um discute ataques a equipes de resgate, funerais e outros alvos civis. A parte dois examina a vigilância, os efeitos dos custos indiretos e como seu uso cria medo e desconfiança. A parte três considera o empobrecimento e dificuldades de sustento das famílias e comunidades.

No geral o relatório SU/NYU examina aspectos chaves da política de drones da CIA. Expõe fatos que políticos de Washington e a mídia canalha suprimem.

A narrativa dominante afirma que os ataques de drones são precisos e eficazes. Eles envolvem "assassinatos seletivos". Terroristas são assassinados com o "mínimo de efeitos negativos e impactos colaterais". Como resultado, a América está mais segura.


"Essa narrativa é falsa". É uma mentira deslavada. Os ataques de drones são indiscriminados. Em sua maioria são mortos civis não combatentes. O relatório SU/NYU foi seguido de nove meses de pesquisa intensiva.

Incluíram duas investigações no Paquistão. Mais de 130 entrevistas foram conduzidas com vítimas, testemunhas e especialistas.

Milhares de páginas de documentos e reportagens da imprensa foram revisadas. Esse relatório "apresenta evidências de efeitos danosos e contraproducentes da" política de ataques de drones da América.

Evidências de primeira mão confirmam isso. Os assim chamados benefícios não existem. Os civis sofrem enormes prejuízos. "Vivendo sob drones" expõe o que a explicação oficial não vai dizer.

A reavaliação da política de drones de Washington é urgentemente necessária. As baixas civis são raramente confirmadas. Evidências significativas provam que são lugar comum.

Oficiais americanos afirmam "não" ou "apenas um dígito" de baixas civis. Eles mentem. Acobertamento é a política.

Ao mesmo tempo, "é difícil obter dados das baixas de ataques por causa dos esforços dos Estados Unidos para proteger o programa de drones da responsabilidade democrática, agravado pelos obstáculos para investigação independente de ataques no waziristão do norte".


O Bureau de Jornalismo Investigativo (TBIJ) proporciona melhores dados públicos agregados disponíveis. Em fevereiro último, o TBIJ publicou um relatório entitulado "Os drones de terror de Obama: As táticas da CIA no Paquistão incluem alvejar equipes de resgate e funerais", dizendo:

Drones Predator higienizam matando no barato. Atualmente cerca de um-terço dos aviões de guerra são drones. Um dia talvez todos eles serão não-tripulados. Sigilo e responsabilidade não são abordados. Assassinatos agressivos é a política oficial. Pouco sobre isso é relatado.

Equipes civis de resgate, funerais e casamentos são alvejados. Provas desmentem declaração de Obama de que os assassinatos de drones são "direcionados" e "focalizados".

Obama é um mentiroso em série. Nada do que ele diz é confiável. No último inverno ele afirmou que drones não tinham "causado um grande número de baixas civis. Eles são direcionados, focados em pessoas que estão em uma lista de terroristas ativos tentando entrar e prejudicar americanos".

Pesquisa BIJ mostrou o contrário. Centenas de civis são mortos, incluindo dezenas de crianças. Trabalho no terreno investigativo provou isso. Testemunhas oculares proporcionaram testemunhos condenatórios. Especialistas em leis condenaram as táticas de Washington.

Em 2004 ou antes, Bush começou ataques de drones. Obama os continua implacavelmente. Drones Predator despejam morte sobre civis regularmente. Os agentes da CIA os conduz. Os números de baixas nos campos de batalha são suprimidos.

Autoridades da administração afirmam que ataques secretos em qualquer lugar do mundo são legais. Leis dos Estatutos Internacional e Constitucional dos Estados Unidos dizem o contrário. O conselheiro chefe de contraterrorismo dos Estados Unidos John Brennan disse:

"Porque estamos engajados em um conflito armado com a Al-Qaeda, os Estados Unidos tomam a política legal que, de acordo com a lei internacional, nós temos a autoridade para tomar medidas contra a Al-Qaeda e suas forças associadas".

"Os Estados Unidos não veem nossa autoridade para força militar contra a Al-Qaeda como sendo restrita somente a campos de batalha "quentes" como o Afeganistão".

Especialistas em lei internacional discordam. Assassinatos extrajudiciais sancionados pelo Estado são ilegais. Naz Modirzadeh de Harvard disse:

"Sem meias palavras aqui, se não é em uma situação de conflito armado, e a menos que caia na área bastante estreita de ameaça iminente, então é execução extrajudicial".

Nós nem mesmo precisamos chegar a nuance de quem é quem, e se há pessoas lá para resgatar ou não. Porque cada morte é ilegal. Cada morte é um assassinato nesse caso".

Advogado da caridade Reprieve, Clive Stafford-Smith, disse que ataques de drones visando equipes de resgate "são como atacar a Cruz Vermelha no campo de batalha. Não é legítimo atacar qualquer um que não seja combatente".

O Congresso nunca os debateu ou aprovou. No teatro de guerra PAK no afeganistão, a América tem cerca de 7.000 drones operando. Outros 12.000 permanecem prontos no solo. Eles estão rapidamente substituindo aeronaves tripuladas. Companhias aeroespaciais americanas não têm nenhuma pesquisa em andamento para desenvolver novos.

Privadamente alguns comandantes do Pentágono expressam desconforto sobre a política de drone de Obama. São extrajudiciais. A CIA impinge extremo sigilo. Ela não vai admitir que suas operações existem.

Especialistas legais dizem que as matanças de drones fora dos teatros de guerra estabelecem um precedente perigoso. Outros países podem seguir a liderança americana. Um inspetor especial da ONU em questões de execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias, Christof Heyns disse:

"Nossa preocupação é quão longe isso vai? Será o mundo todo um teatro de guerra?"

"Drones, em princípio, permitem que danos colaterais sejam minimizados, mas porque eles podem ser usados sem perigo para as tropas do próprio país eles tendem a ser usados mais amplamente".

"Alguém pode não querer usar uma bomba relógio de longo prazo, mas é extremamente sedutor".

O TBIJ relatou angustiantes narrativas de sobreviventes, testemunhas e membros das famílias. Proporcionaram informações detalhadas sobre ataques específicos.

SU/NYU disse:

"As políticas de ataques de drones dos Estados Unidos causam danos consideráveis e sub-contabilizados para as vidas diárias de civis comuns, além de morte e dano físico."

"Drones voam vinte e quatro horas por dia sobre comunidades no nordeste do Paquistão, atacando casas, veículos e espaços públicos sem avisar."

"A presença deles aterroriza homens, mulheres e crianças, dando origem a ansiedade e trauma psicológico entre as comunidades civis".

"Aqueles que vivem sob os drones têm de encarar a preocupação constante de que um ataque letal possa acontecer a qualquer momento, e o conhecimento de que são impotentes para se protegerem. Estes medos têm afetado o comportamento".

Áreas alvejadas são atingidas múltiplas vezes em rápida sucessão. A prática é chamada "toque duplo". Ela dissuade espectadores e profissionais de ajudar. Um grupo pediu ao pessoal para evitar locais atacados por seis horas antes de investigar".

Pessoas em áreas alvejadas estão por conta própria. O que eles descobrem é horripilante. Os ataques "incineram" as vítimas. Elas são deixadas em pedaços não identificáveis. Funerais tradicionais são impossíveis.

A casa do pai de Firoz Ali Khan foi atacada. Ele descreveu graficamente o que ele viu, dizendo:

"Estes mísseis são muito poderosos. Eles destroem seres humanos".

"Não sobrou ninguém e ficaram para trás apenas pequenos pedaços. Pedaços. O que resta são apenas pequenos pedaços de corpos e roupas".

Um médico que tratou de vítimas de drones descreveu como "a pele é queimada de forma que você não sabe se é gado ou seres humanos". Um outro sobrevivente da família no mesmo local disse que o pai dele foi morto. "O lugar inteiro parecia como se tivesse sido completamente queimado, tanto que até mesmo as próprias roupas (das vítimas) tinham queimado".

"Todas as pedras nas proximidades tinham se tornado pretas". Ahmed Jan perdeu o seu pé em março passado. Ele comentou os desafios que as equipes de resgate enfrentam na identificação dos corpos, dizendo:

"As pessoas estavam tentando achar partes de corpos. Encontramos pedaços de corpos de algumas pessoas, mas às vezes não encontramos nada". Está incinerado e já era.

Equipes de resgate, comunidade e membros das famílias e trabalhadores humanitários estão vulneráveis. Pais mantém as crianças em casa. Com toda razão, eles estão traumatizados. O medo pega todo mundo.

Famílias que perderam seus entes queridos ou suas casas agora lutam para sobreviver.

As declarações oficiais sobre as mortes de drones manterem a América mais segura são falsas.

No máximo, somente 2% das vítimas são combatentes de alto nível. Evidências sugerem que os ataques dos Estados Unidos facilitam o recrutamento anti-americano. O New York Times disse que os ataques de drones substituíram Guantanamo como "a ferramenta de recrutamento de escolha dos militantes".

A grande maioria dos paquistaneses consideram a América o inimigo.

Assassinatos seletivos também minam o respeito pelos princípios do Estado de direito internacional e dos Estados Unidos. Eles são ilegais e injustos. Sigilo é a política oficial. Transparência e responsabilidade estão ausentes.

À luz de sérias preocupações, o relatório SU/NYU disse que Washington tem de conduzir "uma reavaliação fundamental das atuais práticas de assassinatos seletivos, levando em conta todas as evidências disponíveis, as preocupações de vários grupos envolvidos e os custos de curto e longo prazos e os benefícios".

Um significativo "repensamento está em atraso". Os fazedores das políticas não podem ignorar danos civis e impactos contraprodutivos por mais tempo.

As regras dos princípios de direito são fundamentais. Violá-las encoraja outros a replicarem as práticas dos Estados Unidos. As vidas americanas se tornam vulneráveis. isso somente é razão suficiente para repensar a política. A mais importante é o assassinato sancionado pelo Estado. Nada justifica o que é claramente ilegal.

James Cavallaro de Stanford foi um dos autores do relatório. Ele disse "pessoas reais estão sofrendo danos", mas são amplamente ignoradas pelas autoridades americanas e relatos da mídia.

Cavallaro acrescentou que o estudo foi planejado para desafiar a noção oficial da precisão dos assassinatos seletivos e com pouco efeito colateral.

Autoridades da CIA e o porta voz do Conselho de Segurança Nacional, Tommy Vietor, recusaram-se a comentar. Talvez eles temam que qualquer coisa que digam possa ser usada contra eles. Seja lá o que eles digam é falso.

Stephen Lendman mora em Chicago e pode ser achado em lendmanstephen@sbcglobal.net

Fonte: www.globalresearch.com



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A Economia Planetária Única

English: Demonstration of several European tra...
English: Demonstration of several European trade unions in Guimaraes on 5 July 2007, at the informal meeting of Ministers of Employment and Social Affairs of the European Union, held in Guimaraes, Portugal, on 5 and 6 July 2007. Português: Manifestação de diversos sindicatos europeus em Guimarães a 5 de Julho de 2007, aquando da Cimeira informal de Ministros do Emprego e Assuntos Sociais da União Europeia, ocorrida em Guimarães, Portugal, nos dias 5 e 6 de Julho de 2007. (Photo credit: Wikipedia)
Nota prévia

Antes de publicar o seguinte artigo, fui tentar avaliar o grau de veracidade do mesmo, inclusive a existência do estudo citado e das pessoas alegadamente envolvidas. O estudo existe, estando disponível para o download numa página da internet da União Europeia, tal como existem as pessoas e as instituições citadas. Ver links abaixo.

Um grupo de estudo, financiado pela UE e chamado The One Network Economy Planet (OPEN-UE), desenvolveu em 2011 um documento totalmente ignorado pelos meios de comunicação. Isto até agora.

O documento, Scenarios for a One Planet Economy in Europe (Cenários para uma Economia Planetária Única na Europa), contém diferentes cenários ou "caminhos" que a União Europeia deve seguir para chegar até uma chamada "Economia Planetária Única".

Financiado com recursos do Sétimo Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento da União Europeia e do WWF, o documento segue os cenários que podemos também encontrar na conhecida Agenda 21.

No documento, embutido de termos como "sustentabilidade" e "matriz ecológica", os autores descrevem quatro caminhos distintos que levam até o Santo Graal, a assim definida Economia Planetária Única. A mesma coisa pode ser encontrada no começo do mesmo estudo.

É afirmado no princípio:

Há quatro histórias que oferecem visões alternativas, não necessariamente ideais, na transição para a Economia Planetária Única na Europa, em 2050; cenários que apresentam tanto uma descrição da vida na Europa em 2050 quanto da organização política necessária para apoiar a transição até este ponto final e comum, com base em pressupostos diferentes do futuro.

Esta é a lista das quatro "histórias":

1 Capacidade e atenção;

2 Avanço Rápido;

3 Ponto de rotura;

4 Em câmara lenta.

Eis uns excertos retirados da segunda "história", Avanço Rápido:

A União Europeia deve tomar medidas drásticas para reduzir o crescimento da população tanto na Europa quanto, principalmente, no resto do mundo, para impedir o crescimento da procura (numa altura em que a inovação tecnológica é estagnante e os recursos naturais - combustíveis fósseis e terras cultiváveis - são poucos) signifique um aumento dos preços. Em alguns países europeus, a expectativa de vida é estável, em outros é reduzida.

Importante realçar pelo menos os seguintes pontos:

a) a admissão implícita da escassez dos recursos naturais, com consequências facilmente imagináveis (como, por exemplo, a teoria do crescimento infinito).
b) redução da esperança de vida em alguns Países europeus (mas não apenas no Velho Continente, como será possível observar a seguir).

Como início não é mal.

Continuemos com o paragrafo "Demografia":

No início de 2012, uma das medidas para o controle da população era a redução gradual - até anulá-los - dos abonos de família para as famílias numerosas. Em 2020, estes abonos são reconhecidos somente até o segundo filho. Considerando que, em geral, a economia está baseada no trabalho intensivo, as politicas de imigração já foram relaxadas para atrair mão de obra qualificada, especialmente na agricultura. Isso aumenta a tensão social na Europa. Para implementar o controle da população, os acordos comerciais bilaterais precisam de parceiros.

Isso para quem ainda tiver dúvidas acerca do carácter instrumental das medidas de austeridade recentemente adoptadas em alguns Países europeus. Interessante também a parte dedicada aos "novos escravos": mão de obra qualificada, destinada aos trabalhos mais duros ("trabalho intensivo" é a expressão mais elegante utilizada neste caso).

Embora o documento apresente os seus modelos sob o termo intencionalmente vago de "cenários", a dúvida é: será que as medidas descritas estão já aprovadas? E ativas?

Num "documento de trabalho" do Banco Mundial, em 2007, fica claro o papel do Banco nestes planos:

O Banco está numa posição de forte vantagem potencial para lidar com estas questões ao mais alto nível político em vários países, não só ao nível dos Ministros da Saúde, mas também das Finanças e do Desenvolvimento. Este é um ponto importante, dado o crescente reconhecimento da economia política como dum papel crucial na implementação de programas de saúde relacionados à reprodução humana, especialmente em países com altas taxas de natalidade.

O documento aponta duas nações atualmente já colocadas sob o controle populacional por parte do Banco Mundial.

Primeiro exemplo: o Níger. O Banco Mundial já estabeleceu as chamadas "linhas vermelhas" que o país deve cumprir para continuar a poder beneficiar da ajuda do Banco. No caso do Níger, que o IMP classifica como "país pobre, com uma alta taxa de dívida" e, portanto, fácil de dominar, o documento afirma:

O crescimento populacional está documentado e está planejado um ESW - Economic Sector Work - Estudo de sector. Uma estratégia nacional da população e da saúde reprodutiva não é apenas um limite da Estratégia de Ajuda ao País (CAS, Country Assistance Strategy), mas também uma fonte de empréstimos econômicos, enquanto a saúde reprodutiva é parte das chamadas "linhas vermelhas" da CAS.[...]

A elevada fertilidade e o rápido crescimento da população não são apenas considerados como problemas graves, mas a fertilidade é também utilizada como um parâmetro de desempenho CAS.

Além disso, foi planejado e executado um ESW sobre a população. Este ESW foi determinante na promoção do debate interno sobre as questões demográficas, e levou a uma operação independente da IDA (Associação Internacional de Desenvolvimento), atualmente em fase de preparação, a primeira - depois de muitos anos - operação específica sobre a população na Região Africana do Banco Mundial.

A preparação da Estratégia Nacional de População e Saúde Reprodutiva também é uma "linha vermelha" da CAS e uma fonte de empréstimos, enquanto a Saúde Reprodutiva era um dos pilares das linhas vermelhas da CAS.

Descodificando a linguagem técnica, é claro que o Banco Mundial utiliza os programas de assistência para determinar a política interna dos Países no âmbito do controle populacional. Os empréstimos parecem mesmo dependentes do cumprimento dos requisitos em matéria de reprodução.

Isso, lembramos, por parte duma instituição (o Banco Mundial) que nada deveria ter a ver com tais assuntos (a ONU ainda existe?).

Voltemos ao documento europeu:

Em 2050 os europeus serão forçados a adoptar estilos de vida ambientalmente amigáveis - por exemplo, a proibição de viagens individuais de longa distância não-essenciais. Nesse ponto, as viagens aéreas seriam muito caras para a maioria das pessoas. O estado passaria a controlar e influenciar todos os canais de informação, educação e marketing para espalhar esta mensagem, de modo a garantir o seu sucesso e a aplicação e mudar a percepção comum de sustentabilidade.

A palavra de ordem é "ambiente". Para adoptar medidas draconianas, é preciso que estas sejam entendidas como indispensáveis por parte dos cidadãos. E nada é mais indispensável do que a salvaguarda do ambiente.

Seremos sepultados por uma vaga verde? assim parece.

Mais:

A maioria dos europeus vive em áreas metropolitanas densamente povoadas, áreas residenciais compactas e altamente eficientes. As unidades de habitação consistem de duas ou três pessoas. As áreas residenciais são essenciais, energeticamente eficientes, controladas por sensores inteligentes que permitem que o Estado regulamente o uso das infra-estruturas da energia, monitorizar o consumo, a carga, e, se necessário, cortar o fornecimento de energia eléctrica.

O Leitor não gosta deste modelo? Não há crise, pode sempre suicidar-se. Obviamente com o apoio do Estado:

Em 2015, nos países europeus, o suicídio voluntário ou assistido vai tornar-se legal.

Como chegamos até este ponto?

Com acordos, encontros, ecologia, politica. Com a Agenda 21 de Rio de Janeiro e outras reuniões para tornar a Terra um lugar "melhor" e o homem "amigo do ambiente". Custa afirmar estas coisas, sobretudo quando a maior parte das pessoas têm uma autêntica (e justificada) sensibilidade "verde".

Mas em caso de dúvidas pode ajudar lembrar as palavras do atual Comissário Europeu para o Ambiente, Janez Potočnik:

Vinte anos atrás concordamos com o que fazer, agora temos as ferramentas para fazê-lo. Se não alcançarmos o centro das políticas econômicas, vamos ter um dia um Rio +40, com um maior sentido de culpa. Os mercados são construções sociais. Não são uma força como a gravidade. Podem ser governados.

No documento aparecem também hipóteses de fortes medidas para controlar o crescimento populacional, fortes restrições no comércio, uma politica (comunitária) para a importação dos carburantes; isso ao lado de medidas bem mais positivas como a proibição da importação de comida OGM (organismos geneticamente modificados) ou a limitação do comércio com os Países que apresentam uma produção com forte impacto ambiental.

É claro que numa sociedade numericamente controlada, os mercados terão que adaptar-se, escolhendo novos rumos (o tal "trabalho intensivo"): todavia esta vertente fica em boa parte "nos bastidores", não explicita. O resultado é que o documento consegue transmitir a ideia de que os culpados são os números: não aqueles dos balanços das empresas e da corrida desenfreada para a exploração irresponsável dos recursos, mas os números dos seres humanos, verdadeira praga do planeta. E que estes culpados estão na base duma mudança que não pode ser adiada.

Superpopulação, esgotamento dos recursos, poluição são problemas reais. Mas a solução aqui proposta não passa por uma discussão: é simplesmente a apresentação dum novo modelo de sociedade, baseada nas regras impostas por uma oligarquia de matriz exclusivamente político-económica. O papel dos cidadãos é possível (após aceitação dos princípios "ambientalistas", óbvio), mas nunca como fator de decisão ou até de debate: o rumo está traçado, é só seguir.

E tudo faz parte dum projeto de maior alcance. Não acaso, o título do documento é "Cenários para uma Economia Planetária Única na Europa": contém as medidas que devem ser adotadas no Velho Continente, sem dúvida, mas no âmbito duma "economia planetária única".

Estes não são políticos ou ambientalistas, são simplesmente criminosos com gravata.

Ipse dixit.

Fontes: ET2050 Territorial Scenarios e Visions for Europe (apresentação do documento, em inglês), Ecologic (informações técnicas acerca do estudo, em inglês), Scenarios for a One Planet Economy in Europe (documento oficial, ficheiro Pdf, em inglês), ExplosiveReports, Population Issues in the 21st Century (ficheiro Pdf, em inglês)



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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente mas no neo-marxismo

 

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente
mas no neo-marxismo
 
Catolicismo — Obviamente, o movimento ambientalista não cuida apenas do ambiente. Que ideologias ou doutrinas estão por detrás dele?

Lord Monckton — Ele absolutamente não tem mais nada a ver com o ambiente. Os ambientalistas não passam de melancias: verdes por fora e vermelhas por dentro.

Eu também os chamo de tendência de semáforo: verdes muito amarelinhos de medo de admitir que são realmente vermelhos.

Pode-se talvez pensar que isto seja mera retórica, mas conheci um dos fundadores do Greenpeace, o falecido Eric Ellington, a pessoa menos inclinada à política que se poderia conhecer.

Sua preocupação genuína era de que ninguém bagunçasse o planeta, e ele e seus amigos co-fundadores tinham noções mais bem idealistas sobre o objetivo que desejavam obter.

Ele me disse que após um ou dois anos todos tiveram de sair porque não eram políticos.

Quando os marxistas entraram e, em suas palavras, “tomaram o movimento”, eles não foram capazes de detê-los por não saberem como. Eles não eram políticos. Assim, politicamente, a extrema esquerda “passou a perna” neles.


Catolicismo — Então o Greenpeace foi sequestrado...

Lord Monckton — Sim, sim, o Greenpeace foi completamente dominado pelos marxistas e tem sido conduzido por eles desde então.

Analogamente, muitas das outras organizações ambientalistas são dirigidas por pessoas da extrema esquerda.

Assim, é claro que existe interesse ideológico, e há também um tipo de estatismo, um desejo de que o Estado passe a dirigir tudo, o que naturalmente faz parte da filosofia da esquerda.

Mas há também um tipo de estatismo egoísta entre burocratas e políticos desejosos de se sentirem úteis, de terem uma razão de existir e de impor tributos às pessoas até tirar o sangue.

Greenpeace ficou dominada por marxistas infiltrados
E o ambientalismo é para eles uma via mágica de extrair grandes quantidades de dinheiro das nações através de impostos de combustíveis fósseis, comércio de carvão, etc., etc., e existe o simples interesse financeiro da parte de muitas pessoas que estão ficando franca e desordenadamente ricas graças a este medo.

Catolicismo — Mais ainda, poder-se-ia dizer que o movimento ambientalista dá muitos sinais de ser uma nova religião. Gorbachev, por exemplo, disse que a Carta da Terra deve substituir os Dez Mandamentos como base da nossa sociedade. O senhor teria exemplos ou poderia comentar isso?

Lord Monckton — A ideia de que o ambientalismo possa ser uma religião crível já demonstrou ser falsa pelo trenzinho assombrado do aquecimento global, em cujos vagões os fanáticos subiram e cujas rodas imediatamente começaram a se soltar.

Agora todo mundo vê que eles estavam errados. Portanto, por que estariam certos a respeito das outras coisas que dizem?

 Essa abordagem é naturalmente um pouco ilógica, porque teoricamente eles poderiam estar errados numa coisa e certos em outra, mas acontece que eles têm um histórico de serem errados, repetidamente errados.

Erraram, por exemplo, quanto à camada de ozônio. Recentemente descobriu-se que o impacto dos carbonos de clorofluoro na fina camada estratosférica de ozônio, que em alguma medida nos defende de raios nocivos do sol, foi dez vezes exagerado.

Não se trata de um errinho qualquer, foi exagerado dez vezes.

Sem esse exagero, não haveria nem de fato há qualquer justificação para o Protocolo de Montreal, mas assim mesmo ele fecharia milhares de indústrias perfeitamente respeitáveis do mundo inteiro que produzissem ou usassem os carbonos de clorofluoro.

Portanto, eles estavam errados. Errados também sobre o HIV, quando disseram que não se podia designá-la uma doença de notificação obrigatória.

Ninguém devia ser examinado, e os que a tivessem contraído não podiam ser isolados. O resultado foi que 33 milhões de pessoas morreram, 33 milhões estão infectadas e vão morrer, e ainda não há nenhum sinal de que esse movimento vá parar.

Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo
Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo
Tudo porque a esquerda se apossou do problema desde o início e errou o tiro completamente. Portanto, o histórico da esquerda é terrível.

Os esquerdistas erraram a propósito do aquecimento global. Não houve nenhum aquecimento ao longo de pelo menos 15 ou 20 anos, absolutamente nenhum, apesar do registro do aumento de concentrações de dióxido de carbono na atmosfera, e isso sugere que o aquecimento que deveria ter ocorrido — de qualquer forma teria sido relativamente pequeno —, foi facilmente superado pelo esfriamento natural resultante de um declínio das atividades solares por volta de 1960, a partir de um pico de 10 mil anos.

Portanto, eles erraram novamente e agora estão querendo prever que o índice de aquecimento nos próximos 100 anos será três vezes o que temos visto nos últimos 60 anos, mas não há nenhuma base científica para tamanho salto.

Assim como erraram tão frequentemente no passado — e erraram diametralmente a respeito de tudo —, deve-se levantar a questão de se, objetivamente falando, eles estejam mesmo fazendo algum esforço para obter a verdade científica.

Em questões científicas não é apropriado fazer o que faz a esquerda ou os ambientalistas, tomando na realidade uma posição política.

Religião ambientalista fracassou tentando manipular a ciência,
diz Lord Monckton. Na foto: Rajendra Pachauri, diretor do IPCC
Pelo contrário, deve-se manter uma certa distância e ver o problema sem paixão, para tentar resolvê-lo: “Há um problema? Qual é a sua gravidade? Como podemos descobri-lo?”. E ainda que possamos fazer algo a respeito, compensa fazê-lo ou seria mais barato não fazer nada, posto que o problema não é tão grande quanto dizem?

Portanto, essa quase-religião falhou precisamente por tentar instrumentalizar a ciência.

A religião e a ciência operam em campos diferentes. Ambas são orientadas na direção da verdade, mas é a religião que começa, a priori, como dizem: existe um Criador, e o Big Bang começou porque assim foi o Seu desígnio, seja por ação direta ou por algum método indireto; mas foi um evento não criado por nós, de modo que podemos crer que o universo teve origem divina e não há ciência alguma que prove que isto esteja errado.

Claro está que as leis da física só entraram em vigor alguns milésimos de segundo após o Big Bang e, portanto, não temos como verificar por que o Big Bang aconteceu.

Assim, sem contrariar a ciência, estamos no direito de acreditar que se tratou de uma ação divina. Não podemos provar que foi uma ação divina, mas tampouco eles podem provar que não o foi. Nossas crenças diferem.

Não há futuro em tentar acreditar que é possível provar cientificamente que certas coisas são falsas, como fazem os ambientalistas.

E como faziam muitos eruditos — James Lovelock até recentemente, Fritz Vahrenholt, Bjorn Lomborg e todos os que renunciaram suas antigas posições sobre o aquecimento global —, porque sabem que o assunto foi inflado e que é inútil alardear sobre algo que a ciência contradiz.

 
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade supera o 97% dos artigos, diz instituto francês





Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.

No total, o IOP analisou perto de 3.300 artigos de imprensa.

O resultado foi considerado inapelável pelo diário parisiense “Le Monde”, ele próprio caixa de ressonância do alarmismo climático e que se saiu muito mal nesta prova.

34% dos artigos publicados pelos jornais americanos “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, ao informar sobre fatos polêmicos como o “aquecimento global” e questões climáticas, em geral concediam espaço aos cientistas tratados não sem certo menosprezo de “céticos”.


Pior do que na China: unilateralismo do "Estado de S.Paulo" e da "Folha de S.Paulo"
nas informaçoes ambientais, supera o 97% dos artigos,
constatou o Institute of Physics - IOP da França

Dos 511 artigos estudados na imprensa britânica – jornais “The Guardian”, “The Observer”, “Daily Telegraph” e “Sunday Telegraph” – 19% concediam algum espaço aos “céticos”.

Já na imprensa altamente censurada da China, só 7% dos artigos publicados nos diários “People's Daily” e “Beijing Evening News” mencionaram os que denunciavam as estrepolias do catastrofismo ambientalista.

Na Índia, a porcentagem foi ainda pior: só 6% – “The Hindu” e “Times of India”.

A França ficou no baixíssimo patamar indiano. Jornais analisados: “Le Monde” e “Le Figaro”.

Mas a imprensa brasileira venceu o ranking: menos de 3%! É preciso esclarecer que o trabalho do IOP se limitou à “Folha de S.Paulo” e ao “Estado de S.Paulo” como representantes da mídia nacional.

James Painter e Teresa Ashe, pesquisadores do IOP e autores do estudo, destacaram a importância das páginas de Opinião nos EUA e na Grã-Bretanha, em que os contribuintes não são discriminados com tanto viés ideológico.

Nos países de língua inglesa, nas páginas de livre opinião, os comentários “céticos” representam 79%. Mas nos de língua francesa caem para o 21%.
“Os dois jornais escolhidos na França e nos três países em desenvolvimento concedem muito menos espaço aos ‘céticos’ se comparados com os jornais americanos e ingleses”, concluiu o estudo.

O trabalho do IOP confirma uma realidade que estamos experimentando há vários anos.

O público brasileiro precisa ser informado equilibradamente, e não de modo enviesado, a respeito de “aquecimento global”, mudanças climáticas, etc.

Esses temas atingem de cheio a vida nacional – por exemplo, a propósito do desmatamento e do Código Florestal.

Mais uma razão de encômio do livro de D. Bertrand de Orleans e Bragança “Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã”.

Ele vem a preencher a espantosa desinformação espalhada no Brasil sobre o tema.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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ISLAMISMO ESTÁ DOMINANDO O MUNDO...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Esqueça a geoengenharia: Professor pede uma "Engenharia Humana" para salvar a terra

English: Logo of the Food and Agriculture Orga...
English: Logo of the Food and Agriculture Organization (Photo credit: Wikipedia)
Por Melissa Melton

É quase impossível ler as manchetes hoje em dia sem se perguntar se a realidade que estamos vivendo é o mundo real ou alguma terra da fantasia de um cientista maluco.

Desde o primeiro projeto de bebês geneticamente modificados, a acusações de atletas geneticamente melhorados competindo nas olimpíadas, o mundo como o conhecemos tem sido lançado em um laboratório de ciências e agitado até ficar borrado.

Agora o diretor do programa master em bioética na Universidade de Nova York, Martin Liao, publicou um artigo intitulado, "Humanos manufaturados talvez guardem a chave para salvar o mundo", afirmando que, a fim de combater as mudanças climáticas feitas pelo homem, deveríamos considerar "construir pessoas amigáveis a terra" usando "engenharia humana".

Liao afirma que uma série de intervenções humanas- de intolerância a carne induzida por medicamento a "pré-implante de diagnóstico genético" para criar crianças menores para melhoramentos cognitivos que fariam as mulheres parar de engravidar- são não apenas possíveis em um "futuro próximo", mas teriam "amplo apelo". No papel, ele realmente avança a ideia de pais dando hormônios a suas crianças a fim de atrasar o crescimento delas, junto com a adoção de políticas onde as pessoas têm de decidir se querem ou não "uma criança grande, duas crianças de tamanho médio ou três crianças pequenas".

Enquanto tais "melhoramentos" supostamente seriam voluntários, Liao continua a vender sua ideia pregando para as pessoas vivendo em uma depressão econômica global, oferecendo incentivos de taxas e serviço médico grátis em troca da disposição de modificação biomédica.

As razões pelas quais humanos precisam ser cientificamente editados, Liao argumenta, é que a ciência da geoengenharia "parece muito arriscada" para o planeta. Trasnformar as pessoas em experimentos cientificos, contudo, é cem por cento mais seguro.

Tais táticas de intimidação não são, infelizmente, novas. Um menu favorito da Nova Ordem Mundial é a contínua inundação através da cultura pop e da mídia de massa da ideia de que a humanidade é a culpada pelo aquecimento global e alguma coisa tem de ser feita para salvar a terra de nós humanos produtores de carbono. O think tank elitista ambientalista Clube de Roma se gabava que eles inventaram o conceito de aquecimento para unir o homem sob um governo mundial porque a humanidade é a inimiga. Mais uma prova de que o aquecimento global feito pelo homem foi ele próprio feito pelo homem veio quando o escândalo Climategate estourou em 2009, e o mundo foi informado do fato de que o aquecimento global antropogênico nada mais era do que uma fraude manipulada de muitas bilhões de dólares para maior controle do mundo através de iniciativas do imposto de carbono e do projeto limitar e negociar. Porque a terra não estava legitimamente ficando mais quente (sem uma flagrante troca de dados), a frase "mudança climática" substituiu "aquecimento global". Um movimento semântico brilhante considerando que o clima, bom ou mau e como tudo o mais na natureza, está assegurado mudar independentemente.

Apenas algumas semanas atrás, a Reuters relatou que 100 milhões de pessoas morrerão até 2030 se não fizermos alguma coisa rápido sobre o aquecimento global causado pelo homem. Citando um relatório emitido pela assim chamada "organização humanitária" DARA, a Reuters continua a apontar que a mudança climática não está somente matando milhões de pessoas, mas está custando $1,2 trilhões ao mundo em produto interno bruto global ao ano. O que a Reuters falha em mostrar, no entanto, é que os parceiros da DARA incluem o Conselho Europeu de Relações Exteriores, A Estratégia Internacional das Nações Unidas para Redução de Desastres e ALNAP, uma rede de ação humanitária cujos membros incluem A Organização Mundial da Saúde, a FAO entre outras.

Enquanto estes grupos todos têm objetivos humanitários na superfície até certo ponto, eles têm estado ligados a ideia de que os recursos do mundo estão acabando, e a única maneira de parar isso é através da redução da população. Em outras palavras, eles vendem às pessoas a ideia de eugenia, mas a disfarçam sob o véu fino do ambientalismo.

Nas considerações finais Liao avisa, "dados os gigantescos riscos associados com a mudança do meio ambiente, deveríamos levar muito a sério a ideia de que podemos precisar mudar a nós mesmos". O professor está falando em termos literais aqui. A parte mais assustadora é que esse mais recente ataque sobre a humanidade livre não é a linguagem descontrolada e selvagem de algum lunático rabiscada na parede de algum banheiro público. É uma proposta genuína do diretor de um programa de pós-graduação de bioética de uma grande universidade que provavelmente atrairá mais estudantes para o mundo que pensa que humanos são uma praga no planeta e que tem de ser simplesmente modificados, a fim de viver.


Fonte: www.infowars.com





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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Para ONU, Brasil está no caminho dos Objetivos do Milênio

Relatório independente de peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) indica que apenas 13 de 75 países avaliados estão no bom caminho para atingir os Objetivos do Milênio. O Brasil está na relação, assim como Bangladesh, China, Egito, Guatemala, Libéria, Madagascar, Marrocos, Nepal, Peru, Tadjiquistão e Vietnã.

O trabalho elogia ainda os esforços e os progressos obtidos por países como Afeganistão, Angola, Burundi, Camboja, Congo, Iraque, Coréia, Libéria, Madagascar, Suazilândia e Zâmbia. No entanto, segundo o relatório, há países que estão se afastando¿ das metas, como Azerbaijão, Botsuana, Burkina Faso, Haiti e Lesoto.

Os pesquisadores alertam para o fato de que a maioria dos países com elevadas taxas de mortalidade infantil e materna deverá falhar no cumprimento dos Objetivos do Milênio no que se refere à saúde de mães e filhos até 2015. O estudo também chama a atenção para a tendência de países, que sofrem os efeitos da crise econômica internacional, não conseguirem fazer as doações que se comprometeram.

De acordo com o relatório, se concretizadas, as duas tendências vão resultar em consequências devastadoras. O grupo analisou 75 países nos quais são registradas 98% das mortes maternas, neonatais e infantis no mundo.

Apesar de reconhecer uma grande evolução nos indicadores, principalmente a queda da quantidade de crianças mortas com menos de 5 anos, o grupo adverte que ainda há muitas preocupações.

Entre as Metas do Milênio estão a erradicação da pobreza extrema e da fome, ampliação da educação básica, promoção da igualdade entre os sexos e a capacidade da mulher, redução da mortalidade infantil, melhorias da saúde materna e o combate à aids, além da malária e garantias de sustentabilidade ambiental.

Fonte: Portal Terra.

metas do milênio

“A governança global pode ser definida como a soma de todas as maneiras pelas quais todos os indivíduos e instituições, públicas ou particulares, administram seus interesses. É um processo contínuo pelo qual interesses conflitantes ou divergentes podem ser solucionados e assim adotar uma ação cooperativa. A governança global envolve tanto organizações não-governamentais, como as governamentais, movimentos de cidadania, corporações multinacionais e o mercado global de capital. Interagindo com todos eles encontram-se os meios de comunicação globais.”Farhang Sefidvash

Em 2000, as "8 Metas do Milênio" foram aprovadas por 191 países da ONU, em Nova Iorque, na maior reunião de dirigentes mundiais de todos os tempos. Estiverem presentes 124 Chefes de Estado e de Governo. Os países, inclusive o Brasil, se comprometeram a cumprir os 8 objetivos, que seguem abaixo, até 2015.

1. Acabar com a fome e a miséria· Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar PPC por dia.· Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que sofre de fome.

2. Educação básica e de qualidade para todos Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino básico.

3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, a mais tardar até 2015.4

4. Reduzir a mortalidade infantil· Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.

5. Melhorar a saúde das gestantes· Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade materna.

6. Combater a aids, a malária e outras doenças Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual.· Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual.

7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.· Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável segura.· Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa nas vidas de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados.

8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

-Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e não discriminatório.

-Atender as necessidades especiais dos países menos desenvolvidos.

-Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.

-Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais de modo a tornar a sua dívida sustentável a longo prazo.

-Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham um trabalho digno e produtivo.

-Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento; em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações.

A etapa 8 chamada diz: “Todo mundo trabalhando pela Nova Ordem Mundial” está cada dia mais próxima de ser concretizada. Todos os governantes e lideres religiosos devem fazer parte da grande assembléia mundial. Até mesmo muitas igrejas, a pedido do ,Secretário da ONU , já começam a trocar a Bíblia pela agenda 21 em seus cultos esse método é chamado de diaprax. O primeiro parágrafo da etapa 8 também já fala abertamente da nova ordem econômica (a marca da besta).

Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (Lucas 21 : 28)


http://www.pnud.org.br/odm/index.php?lay=odmi&id=odmi

Fonte: http://apocalipsetotal.blogspot.com.br

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FMI: Federal Mafia Internacional - CAOS ECONÔMICO MUNDIAL

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pentágono se prepara para guerra cibernética

Por Agências

A instituição está criando um sistema de compra rápida de ferramentas virtuais para defender redes militares

WASHINGTON – O Pentágono está estabelecendo um processo de aquisição rápida que permitiria o desenvolvimento de novas ferramentas de guerra cibernética em questão de dias ou meses, se isso fosse urgentemente necessário, afirmou o Departamento da Defesa dos Estados Unidos em relatório ao Congresso norte-americano.


O processo, que seria supervisionado por um novo Conselho de Administração do Investimento Cibernético, quer enxugar os procedimentos tradicionalmente lentos para aquisição de equipamento de defesa a fim de se enquadrar ao ritmo acelerado dos acontecimentos no ciberespaço, segundo o relatório.

O Congresso, em uma lei de defesa aprovada no ano passado, instruiu o Pentágono a desenvolver uma estratégia que permitiria adquirir rapidamente armas, aplicativos e outras ferramentas de guerra cibernética. 

O Pentágono enviou um relatório ao Congresso no final do mês passado para delinear essa estratégia.

Conforme o relatório, do qual a Reuters obteve uma cópia nesta quinta-feira, 12, o processo de aquisição de ferramentas de guerra cibernética pelo Pentágono terá duas linhas – uma acelerada e uma regular -, e o caminho escolhido seria selecionado de acordo com a urgência do assunto.

“Essa estrutura permite que processos alternativos de aquisição sejam adaptados à complexidade, custo, urgência da necessidade e cronograma de implementação associados ao desenvolvimento da ferramenta de guerra cibernética que esteja sendo desenvolvida”, afirma o relatório.

“Os programas com maior risco e maior tempo de implementação, e portanto maior custo e complexidade, serão administrados com maior fiscalização e abordagens mais centralizadas”, acrescenta.

Sob o processo, as necessidades cibernéticas poderiam ser identificadas e definidas por muitas organizações diferentes no departamento.

O Comando Cibernético das forças armadas norte-americanas, uma organização de combate criada quase dois anos atrás para defender as redes militares e executar operações ofensivas de guerra cibernética caso assim instruído, validaria as necessidades. O pessoal do Comando Cibernético definiria qual das duas linhas de aquisição seria usada.

A abordagem rápida seria em geral empregada “em resposta a necessidades urgentes e críticas para nossas missões, em apoio a operações correntes ou para combater novas ameaças”, afirma o relatório.

/REUTERS

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