segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A "Igreja do Planeta que Aquece" tem dogmas, teologia, pontífices, mistérios, hereges e Inquisição?

Al Gore e Rajendra Pachauri, Sumos Pontífices da nova religião,
saúdam da sacada, após receberem o Prêmio Nobel da Paz em Oslo
Num tom de gracejo que apanha aspectos não explicitados da realidade, o Prof. Larry Bell, da Universidade de Houston, fundador do Sasakawa International Center for Space Architecture e especialista em arquitetura espacial, abordou um ponto do qual pouco se fala: o caráter de “igreja” assumido pelo catastrofismo ambientalista.

O Prof. Bell escreveu na conhecida revista “Forbes” que enquanto membros da “Igreja da ONU do Planeta que Aquece” preparavam o 5º Relatório sobre o andamento do clima global, outros “relatórios blasfemos” escandalizavam os “piedosos fiéis” da “teologia do aquecimento global por causa humana”.

Os representantes dos Ministérios de Meio Ambiente de todo o mundo estiveram reunidos em Estocolmo e selaram o texto final do Quinto Relatório de Avaliação do IPCC (Fifth Assessment Report (AR5) – Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) Summary for Policymakers).

O novo texto revelado se destina a propiciar as decisões políticas destinadas a inverter a curva mística e imaterial da “mudança climática”.

O problema refletido nos relatórios heterodoxos era saber como os ministros ambientalistas poderiam cavar provas de que as profecias e escrituras anteriores não estavam erradas.

Usado pelo IPCC para se justificar, o gráfico “hockey stick” resultou ser falso e/ou cruamente adulterado.

Até o veterano presidente do IPCC, o indiano Rajendra Pachauri, admitiu que os dados sobre a temperatura mundial nos últimos 17 anos foram inchados para obedecer aos ditames da “religião”.

Rajendra Pachauri, então presidente do IPCC, ganhou Nobel da Paz
junto com o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.
Falsificar os dados se a "religião" pede.
Também o jornal “The New York Times” reconhece que o fervor pelo “aquecimento global antropogênico” foi superaquecido. Blasfêmia pura.

E depois de reconhecer o que todos reconhecem – que nos últimos 15 anos o mundo não aqueceu – seu repórter Justin Gillis põe o dedo na chaga, fornecendo-nos a dimensão mística dessa religião: a falta de aquecimento global “tem algo de um mistério para os cientistas climáticos”.

Engula-se o mistério. O que pode haver de melhor na religião?

E a ciência? A ciência, para quê, se existe a fé “verde”? Viva o mistério!

Aonde, mas aonde foi parar o “aquecimento global”, pergunta o Prof. Bell com certa impaciência na revista “Forbes”.

Uma resposta altamente plausível seria que os falidos modelos climáticos do IPCC estavam baseados em exageros. Errados então são os modelos, e não o clima nem o que fazem os homens!

Mas, segundo a visão arguta daquele especialista em arquitetura espacial, a religião aquecimentista quer nos impor uma penitência por causa de nosso pecado de prosperidade.

Também o especialista em Física da Atmosfera e professor de Meteorologia do MIT, Richard Lindzen, em matéria publicada no Journal of American Physicians and Surgeons, caracterizou o aquecimento global como uma “religião alarmista”.

Além do mais, acusou os aiatolás dessa religião de exigir que a realidade se ajuste a seus preceitos teológicos, ainda que a sociedade tenha que pagar preços mirabolantes por resultados incertos e improváveis.

Milionário Richard Branson oferece U$ 25 milhões contra o aquecimento global. A nova religião tem Papas, santos, profetas e financistas.
Milionário Richard Branson oferece U$ 25 milhões contra o aquecimento global.
A nova religião tem Papas, santos e profetas. E os financistas não faltam.
O aquecimento global (ou seu pseudônimo “mudança climática”, e não é o único...) hoje é um ‘mantra religioso’, um apelo a uma cruzada de cruz invertida contra o maior crime que os humanos perpetraram contra a natureza.

Adotar esse mantra é a penitência necessária para expiar os próprios pecados, disse o professor do MIT.

Soma-se que Michael Crichton, escritor de novelas de ficção científica como “Jurassic Park”, já havia resumido a essência do Credo dessa nova “religião”:
“Nós pecamos contra a energia e estamos condenados a perecer, a menos que procuremos a salvação, que agora se chama ‘sustentabilidade’. A sustentabilidade é a salvação na Igreja do Meio Ambiente, da mesma maneira que o alimento orgânico é sua comunhão sem Cristo, e a água livre de pesticidas é a água benta para o pessoal de fé reta.”
Só falta agora o IPCC escolher mais um Pontífice Supremo e anunciar o Quinto Evangelho. A humanidade poderá então ser convocada a declarar diante do tribunal da Inquisição “verde”. Aguardemos as próximas “encíclicas”...

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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sábado, 21 de setembro de 2013

O vocabulário diabólico da Unesco (notas a Pascal Bernardin)

English: Flag of the United Nations Educationa...
English: Flag of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO) Español: Bandera de la UNESCO Français : Drapeau de l'UNESCO Deutsch: Flagge der Organisation der Vereinten Nationen für Bildung, Wissenschaft, Kultur und Kommunikation (UNESCO) (Photo credit: Wikipedia)

As coisas terríveis às quais aludirei neste texto estão documentadas no livro Maquiavel Pedagogo, de Pascal Bernardin (publicado em português pela VIDE Editorial): são ideias sistematicamente defendidas e propagadas, em documentos oficiais, por cientistas e pedagogos da Unesco. Se não refiro cada uma delas a seu específico lugar é por falta de tempo, e por saber que esse grosso trabalho já está feito e publicado. Por outro lado, mesmo que não houvesse provas textuais, há uma coisa que deveria trazer-me o benefício da dúvida: muito do que vou dizer aqui pode provocar no leitor, como provocou em mim, lembranças de uma idade mais inocente, em que um pervertido obteve permissão de meus pais para estuprar minha consciência, assim aviltando o nome e a glória da profissão de professor.
Não tratarei aqui dos fins das ações da Unesco. Ela possui um ideário que é, de resto, o mesmo da ONU, e que não deixa de ter muito em comum com a mentalidade jornalística brasileira (ou, o que dá no mesmo, com os liberais americanos). Tudo o que se diz nos documentos da organização é sempre justificado pela necessidade de acabar com o preconceito, a discriminação, o atraso cultural da sociedade, etc. Não preciso dizer que, múltiplas vezes, vemos essas lindas palavras ligadas à célula familiar (transmissora de preconceitos), às religiões e às culturas nacionais e tradicionais ("preconceito étnico"). Numa palavra, a Unesco sonha com uma "ética universal" (sic) fundamentada nos chamados direitos humanos - explicitamente, no internacionalismo, no materialismo, cientificismo, pacifismo radical ("não-violência") e ecologismo. Esse, porém, não é o meu objeto, porque já vem sendo discutido com seriedade por autores como o Mons. Juan Claudio Sanahuja.
Para eliminar os preconceitos e demais mazelas das nações, os pedagogos da Unesco vêm estudando, há décadas, uma disciplina chamada Psicologia Social (muitas vezes aludida com o nome genérico de "Ciências Sociais", mas facilmente interpretada no contexto como significando especificamente a Psicologia). Meu objetivo aqui é explicitar o significado concreto da terminologia (vaga e de difícil interpretação, aos olhos de um leigo) que vendo sendo utilizada nos documentos da Unesco e, consequentemente, no ensino universitário de Pedagogia.
O conceito-chave é, evidentemente, educação. A palavra tem um sentido muito específico, que é delineado pelas exigências que dela se fazem. Os maníacos da Unesco admitem que todo projeto educacional é determinado pelo seu objetivo, pelo seu fim; e neste caso, dizem eles, o fim não pode ser um "intelectualismo elitista", que privilegie o "acadêmico". A educação visa, ao contrário, ao desenvolvimento social. "Desenvolvimento social" quer dizer a construção de um certo tipo de sociedade, em que as pessoas se comportam assim-assado - e isso remete, evidentemente, à "ética universal" de que falei acima. A ideia é, numa primeira fase, desenvolver uma educação multicultural, isto é, uma educação que facilite a convivência de diversas "culturas" (no sentido de "sociedades distintas"). Em seguida, passar-se-á a uma educação intercultural, que deveria ser chamada "unicultural", pois visa à ética supracitada. A oposição multicultural x intercultural é importantíssima, pois diz respeito a uma fase de transição e ao objetivo propriamente dito.
Ora, uma "educação" que pretende produzir um conjunto de atitudes, visando ao "desenvolvimento social", não pode prescindir de um método adequado - o qual, como vimos, não pode ser o método tradicional, cuja fundamentação "acadêmica" é pouco eficaz na criação de culturas (os cientistas enfatizam bastante a ineficácia "prática" do método tradicional, "intelectualista" e "elitista"). Aqui entram as "Ciências Sociais", e por isso é que será feito um estudo intitulado A Mudança de Atitudes ("atitude" significa o comportamento, a conduta, behavior). A educação tem de tornar-se não-cognitiva ou, como os pedagogos preferem, ativamultidimensional, experimental. Isso se deve a psicólogos comportamentais (behaviorists) terem demonstrado experimentalmente a eficácia de ações na mudança de comportamento.

Descobriu-se, por exemplo, um fenômeno chamado dissonância cognitiva. Suponha que uma pessoa faz, um pouco por acidente, algo incompatível com alguma de suas crenças. Não encontrando razão plenamente confessável para o ato, a mente tenderá a justificá-lo a posteriori (o que se chama normalmente de racionalização). Isso é particularmente comum em confissões escritas. Um prisioneiro americano que odiava a China comunista foi induzido a escrever um elogio do país, como uma espécie de jogo. Seu texto foi publicado na prisão e muito elogiado. Em alguns dias, o americano passou a defender convictamente o regime*. A dissonância cognitiva mostra que existe um modo praticamente seguro de mudar rapidamente o comportamento das pessoas. E esse não é o único método. A título de exemplo, há um outro chamado norma de grupo, que significa basicamente que se um grupo de pessoas começa a discutir um fenômeno elas tenderão a adotar um consenso. O que interessa aos "pedagogos" é que esse consenso não precisa ser verdadeiro. Ele pode ser influenciado de diversos modos. O mais simples é a inserção de uma figura de autoridade no grupo: as pesquisas mostram que em praticamente todos os casos a figura de autoridade determina o resultado da "discussão", e ainda assim permanece o efeito de "consenso".
Esses dois conceitos são especialmente relevantes porque o primeiro é a origem do uso pedagógico do psicodrama, enquanto o segundo resultou em diversas práticas de grupo. Toda vez que temos encenações em sala de aula, apresentações teatrais ou simulações as mais variadas, é o psicodrama que está em jogo. Os cientistas da Unesco comemoram que o psicodrama tem imenso sucesso na "modificação de atitudes". A criança que joga lixo no chão, depois de fazer o papel de um herói ecológico que passa sermão na plateia inteira, tende a tornar-se uma ecochata fanática (para a Unesco, um exemplo de santidade). Isso se dá porque o psicodrama é uma eficaz técnica hipnótica, usada por terapeutas para transformar crenças e hábitos. As práticas de grupo se manifestam nos supostos "debates" (que, como sabemos, são filtrados e controlados pelo professor para chegar à conclusão esperada). Também se estimula todo tipo de atividade que atribua mais autoridade ao grupo do que aos pais ou à tradição (ambas fontes de "preconceitos"). Segundo os psicólogos, é muito fácil influenciar a opinião dos grupos de jovens, o que os torna autoridades desejáveis (especialmente em comparação com outras como pais e sacerdotes).

Quando se fala de educação multidimensional, também surge a ideia de que a educação não deve "apenas" transmitir "informações", mas atingir a totalidade da personalidade. Fala-se que toda educação pressupõe a dimensão dos valores, e que deve assumi-los e trabalhar por eles. O significado concreto disso é que a educação deve moldar o comportamento dos estudantes, e essa formatação deve ser completa: emoções, convicções, hobbies, sonhos, tudo deve ser influenciado o quanto possível dentro do quadro dos "valores" da Unesco. Ensinar uma doutrina não é o bastante, nem é desejável, porque uma doutrina precisa persuadir a inteligência. O melhor é "modificar atitudes", isto é, condutas, de preferência sem que o sujeito perceba que está sendo induzido. Ele deve sentir que está fazendo tudo porque quer. A mudança é sub-reptícia. Repito que tudo isso está dito nos documentos da Unesco.
Quando escolas promovem atividades práticas (um outro jeito de dizer ativas ou experimentais), que colocam os estudantes numa posição ideologicamente comprometida, isso não deve ser encarado como acidental. Os pedagogos que citei preconizam explicitamente atividades extracurriculares que ajudem a internalizar as "atitudes" apropriadas. Quando se fazem discussões em grupo sobre temas "atuais", com intromissões sutis do professor, não se trata de coincidência. A Unesco vem promovendo artigos, manuais pedagógicos e cursos de atualização que ensinam os professores a fazer exatamente isso. E o poder dessa coisa sobre a mente de crianças e adultos está documentado. É a mais extensa lavagem cerebral já feita na História, com um grau elevadíssimo de sucesso. A primeira coisa que pretendo com este texto é divulgar a terminologia pseudopedagógica que vem sendo utilizada para esconder essas técnicas de manipulação mental.
Em segundo lugar, eu gostaria também que os leitores pensassem sobre os efeitos que essa pedagogia teve em seus próprios casos. Quaisquer pessoas que estiveram na escola nas últimas duas décadas devem ter sido submetidas a técnicas como as que descrevi. Quanto mais jovem a pessoa, pior, pois os métodos se desenvolveram e se disseminaram. Lembrem-se de que essa educação visa simplesmente a desenvolver reflexos condicionados, e despreza totalmente o desenvolvimento intelectual. Lembrem-se também de que, com o tempo, tendemos a nos dessensibilizar e achar natural que sempre reajamos a tudo de modo automático e semi-consciente. Achamos normal nunca termos lido os Lusíadas, não sabermos diferenciar uma oração subordinada de uma coordenada, não conseguirmos escrever um texto sem erros grotescos, demorarmos para fazer uma conta simples, não sabermos as diferenças situacionais entre um debate e um discurso, nunca termos lido uma fonte primária de algum evento histórico etc.
Isso significa que há grandes chances das minhas e das tuas capacidades linguísticas, matemáticas, etc. estarem numa situação tenebrosa. É urgente que desenvolvamos uma grande desconfiança de nossas próprias inteligências, e que corramos contra o tempo para corrigir esse processo. É igualmente urgente que aqueles que possuem filhos passem, além de conscientizar as crianças a respeito dessas técnicas, a vigiar cada passo de seus professores e cobrar as escolas fazendo quanto escândalo possível. Quando falarem de "multidimensionalidade", digam que é bestialidade. Quando falarem de "habilidades sociais" digam que é engenharia social, estupro intelectual e abuso de menores. Quando falarem de "valores", digam que quem ensina valores a seus filhos são vocês, e que não vão aceitar que pressionem e induzam as crianças contra a família. Seu filho é um ser humano. Não deixe a escola adestrá-lo como um animal.
* A mesma técnica é aplicada diariamente na escola, quando se pede que alunos escrevam redações sobre temas que desconhecem totalmente. É claro que, antes da redação, eles têm uma "aula" em que o professor lhes diz exatamente tudo o que devem pensar a respeito. Depois de escrever o texto, as crianças adotam aquelas opiniões como se as tivessem formado sozinhas, com grande convicção.


Publicado no site Ad Hominem.

Fonte: www.midiasemmascara.org
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domingo, 15 de setembro de 2013

O caminho para a 3ª Guerra Mundial (partilhar esta informação pode salva...

Verdes nada fazem para preparar os mais necessitados ante a iminência do esfriamento global

Atividade solar entrou numa fase minguante.  Isso está gerando uma tendência ao arrefecimento na Terra.  Previsão do próximo ciclo solar pela NASA
Atividade solar entrou numa fase minguante.
Isso está gerando uma tendência ao arrefecimento na Terra.
Previsão do próximo ciclo solar pela NASA
A atividade solar desenvolve-se em ciclos estudados e conhecidos pelos cientistas. Essa atividade atingiu um auge durante o período compreendido entre a década de 90 e o ano 2000.

Mas agora entramos numa fase minguante, sendo provável que venha um período de invernos e temperaturas globais tendentes ao frio.

Nesse sentido, os cientistas mais equilibrados falam que a era do arrefecimento global já começou.

Mas nada de temores insensatos; não é preciso sair para reformar o mundo. Haverá anos mais frios que os anteriores, e ponto final.

O mundo continuará, como diz o ditado popular, “como antes no quartel de Abrantes”, talvez com um cobertor ou um cachecol a mais no inverno.


Ambientalismo se beneficia com lindos e custosos encontros mundiais e bons salários.  Porém, não pensa em alertar e preparar as possíveis vítimas do arrefecimento.
Ambientalismo se beneficia com lindos e custosos encontros mundiais e bons salários.
Porém, não pensa em alertar e preparar as possíveis vítimas do arrefecimento.
O jet-set da mídia e do ambientalismo radical pouco liga para “minúcias” da natureza como os imensos fenômenos no sol.

E não poucas vezes desconhece a natureza que diz defender.

Se eles não estão advertindo os homens sobre o esfriamento em curso é porque na cartilha neocomunista ambientalista está escrito o contrário do que acontece na natureza.

Se o arrefecimento global, embora restrito, pegar despreparados os países menos desenvolvidos, muitos deles poderão sofrer uma diminuição na colheita de culturas tradicionais.

Sem as adaptações e modernizações necessárias, poderão sentir falta de riquezas, de energia e até de alimentos.

Mas – como observou Jeffrey Folks, autor de vários livros sobre a política americana – os ativistas ambientalistas nada padecerão bem entrincheirados como estão nos escritórios de ministérios, ONU, ONGs e transnacionais.

Bem instalados e bem pagos, continuam eles a pregar utopias socialistas sob o pretexto de “salvar a Terra”.

Folks fala dos EUA sob a presidência Obama, mas seu arrazoado vale para muitos outros países, notadamente o Brasil onde leis e impostos estrangulam os produtores rurais que são os verdadeiros conhecedores da nossa natureza.

Os preparativos para a mudança climática rumo ao frio não exigem revoluções, nem novos Códigos florestais, nem Protocolos internacionais mirabolantes.

Novas tecnologias permitem progredir num clima que sempre está mudando
Tecnologias permitem progredir num clima que sempre está mudando
Pedem apenas uma coisa: liberdade. Com ela e o auxílio de institutos de pesquisa como o Embrapa, assistidos por novos métodos e tecnologias, os proprietários saberão como adaptar as atividades locais do agronegócio às novas circunstâncias.

Circunstâncias essas que vão variar muito segundo as regiões e os cultivos, mas que sendo lentas e graduais, darão tempo para as devidas adaptações.

Para Folks, o problema é que os ambientalistas neocomunistas dão mostra de uma fabulosa falta de interesse pelos mais necessitados, e uma empedernida antipatia ideológica em relação aos empreendedores particulares bem-sucedidos.

E por isso mesmo que centenas de milhões de americanos – e também de brasileiros, acrescentamos nós – podem levar surpresas em seus estilos de produção, de alimentação e até de aquecimento de suas casas, como diz Folks.

Nesse cenário futuro, a culpa não vai ser da “mudança climática”, mas de uma ideologia antinatural que se disfarça de ecológica para impulsionar países como o Brasil rumo ao inferno neocomunista.
 
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Para acessar dados, EUA e Reino Unido quebraram criptografia da internet


As agências de inteligência americana e britânica contam com ajuda de empresas de tecnologia para inserir fraquezas de segurança em produtos

Este diagrama de rede, a partir de um programa-piloto da GCHQ, mostra como a agência propôs um sistema para identificar o tráfego criptografado e decifrar o que poderia, quase em tempo real Foto: The Guardian / Reprodução
Este diagrama de rede, a partir de um programa-piloto da GCHQ, mostra como a agência propôs um sistema para identificar o tráfego criptografado e decifrar o que poderia, quase em tempo real
Foto: The Guardian / Reprodução
As agências de inteligência britânica e norte-americana desbloquearam com sucesso grande parte da criptografia online usada por centenas de milhões de pessoas para proteger a privacidade dos seus dados pessoais, transações e e-mails, segundo reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian nesta quinta-feira. O método foi revelado por documentos secretos revelados por Edward Snowden e, segundo especialistas, pode minar toda a estrutura da internet.

Os arquivos mostram que a Agência de Segurança Nacional (NSA, pela sigla em inglês) e a sua equivalente britânica comprometeram as garantias que as empresas de internet costumam dar aos usuários para tranquiliza-los sobre a segurança de suas comunicações.


As agências adotaram uma bateria de métodos em ataques contínuos contra o que eles acreditam que seja uma das maiores ameaças à sua capacidade de acessar dados na internet - "o uso de criptografia onipresente em toda a internet" . 
Esses métodos incluem medidas secretas para garantir à NSA o controle sobre a criação de padrões de criptografia internacionais, o uso de supercomputadores para quebrar a criptografia, e - o segredo mais bem guardado de todos – a colaboração de empresas de tecnologia e dos próprios prestadores de serviços da internet.

Os novos documentos revelam que a NSA usa um programa criado há 10 anos contra as tecnologias de criptografia. Em 2010, usando esse programa, foram coletadas “grandes quantidades” de dados. A NSA descreve os programas de decodificação como o "preço do ingresso para os EUA manterem o acesso irrestrito e uso do ciberespaço".

Uma equipe da GCHQ, agência de inteligência britânica, trabalha para desenvolver formas de quebrar o tráfego criptografado sobre os "quatro grandes" prestadores de serviços: Hotmail, Google, Yahoo e Facebook. As agências insistem em que a capacidade de derrotar a criptografia é vital para as suas missões de contraterrorismo e espionagem estrangeira.


Confiança da internet em risco
Especialistas em segurança acusam as agências de atacar a privacidade de todos os usuários da internet. "A criptografia é a base para a confiança online", disse Bruce Schneier, especialista em criptografia no Berkman Center da Harvard. "Ao deliberadamente minar a segurança online em um esforço míope para escutar, a NSA está minando a estrutura da internet."

"Na última década, a NSA tem feito um esforço agressivo e multifacetado para quebrar tecnologias de criptografia de internet utilizadas”, diz um documento identificado como 2010GCHQ. "Grandes quantidades de dados de internet criptografados são agora exploráveis."

A descoberta, que não foi descrita em detalhes nos documentos, significava que as agências de inteligência foram capazes de monitorar "grandes quantidades" de fluxo de dados através de cabos de fibra óptica do mundo e quebrar sua criptografia, apesar das garantias de executivos da empresa de internet que esses dados estão além do alcance dos governos.

Colaboração de empresas de TI
O componente-chave da batalha da NSA contra a criptografia - a colaboração com as empresas de tecnologia - é detalhado em um pedido de orçamento secreto de 2013, com o título "Sigint (inteligência de sinais) de habilitação".

O programa "envolve indústrias de TI norte-americanas e estrangeiras para, secretamente, influenciar e/ou alavancar os projetos dos seus produtos comerciais", afirma o documento. Nenhuma das empresas envolvidas foi citada nesse documento. Entre outras coisas, o programa foi concebido para "inserir vulnerabilidades em sistemas de criptografia comerciais".

As empresas de tecnologia dizem que só colaboram com as agências de inteligência quando são obrigadas, por lei. O The Guardian reportou que a Microsoft já ajudou a NSA a quebrar a criptografia do e-mail Outlook e de serviços de chat. Na época, a empresa disse que foi obrigada a cumprir “exigências legais atuais ou futuras”.

Um guia mais geral da NSA revela detalhes sobre as parcerias da agência com a indústria e demonstra sua capacidade de modificar os produtos. Os documentos, sempre identificados com o selo “top secret”, mostram que as modificações na criptografia de softwares comerciais são feitas “para torná-los exploráveis”.


Com informações do The Guardian, New York Times e ProPublica.

Fonte: Terra
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TECNICAS DE CONTROLE MENTAL