domingo, 18 de maio de 2014

As primeiras crianças OGM













O Leitor acha bom manipular geneticamente as plantas? Qual direito temos de fazer isso? Não seria mais correto começar a manipular os seres humanos?

Dito, feito: os primeiros seres humanos geneticamente modificados foram criados.

Trinta crianças saudáveis ​​nasceram após uma série de experimentos nos Estados Unidos (óbvio...). Até agora, duas das crianças foram testadas e verificou-se que contêm os genes de três pais. No pleno respeito da Natureza, evidentemente.
Quinze dos filhos nasceram nos últimos três anos, como resultado dum programa experimental do Instituto de Medicina Reprodutiva e Ciências de São Barnaba, New Jersey. Um hospital non-profit? Muito bem, tudo cientificamente controlado e longe dos lucros, esta é uma garantia.

As crianças nasceram de mulheres que tinham problemas para conceber. Assim, genes extra de doadores de sexo feminino foram inseridos nos óvulos antes de serem fertilizados, num esforço para permitir a concepção.

Evidências da impressão digital genética em duas crianças com um ano de idade confirmam que estas herdaram o DNA de três adultos, duas mulheres e um homem. Mas a coisa maravilhosa é o fato de que as crianças que herdaram estes genes, conseguiram integra-los na "linhagem germinal" e, portanto, serão capazes de transmiti-los aos filhos.

Alterar a linha germinal humana, isso é, o fato de mexer com a constituição das nossa espécie, é uma técnica evitada pela grande maioria dos cientistas do mundo. Os geneticistas temem que um dia este método possa ser usado para criar novas raças de seres humanos, com recursos extras, como força ou inteligência. No entanto, não há almoços grátis: isso pode trazer consequências no organismo e não se sabe ainda quais.

Mas nada retira a glória dos pesquisadores do Instituto: num artigo na revista Human Reproduction, o líder do grupo, o Professor Jacques Cohen, diz que este "é o primeiro caso de modificação genética germinal humana, resultando em "normais crianças saudáveis".

Quanto "normais" podem ser definidas crianças com três doadores de DNA?
Pormenores, típicos duma mente provinciana e limitada.

Alguns especialistas criticam severamente os experimentos. O dr. Winston, do Hospital Hammersmith (Londres), disse à BBC:

No que diz respeito ao tratamento da infertilidade, não há evidências de que esta técnica seja eficaz [...] Estou muito surpreso que tenha sido efetuado nesta altura. Certamente não seria permitido na Grã-Bretanha.

Pois, mas a Grã Bretanha é provinciana e limitada também.
John Smeaton, diretor nacional da Sociedade para a Protecção de Crianças Não Nascidas:

É necessário simpatizar com os casais que sofrem de problemas de infertilidade. Mas este parece ser um exemplo adicional do fato de todo o processo de fertilização in vitro, como meio de conceber bebês, levam a que as crianças sejam consideradas como objetos numa linha de produção. Para a humanidade, é mais um preocupante passo em frente no caminho errado.
Patético. O que pode haver de mais natural e mais fofo do que uma mãe que abraça o filho com três DNA
misturados? Além de que esta ideia nem é assim tão nova, pois já em 1817 Mary Shelley tinha proposto o mesmo: um pedaço aqui, um pedaço aí, junta-se tudo e pronto, eis o novo ser.

Só que a Ciência evoluiu desde então, já não é preciso colar membros de várias origens, hoje pode-se intervir diretamente nos genes. E entretanto o nome Frankestein caiu em desuso.
Mas como funciona a técnica?
Simples: o Professor Cohen e os seus dignos colegas diagnosticaram que as mulheres eram inférteis porque tinham defeitos nas pequenas estruturas dos seus óvulos, chamadas mitocôndrias.

Adoção? Afinal há tantas crianças que precisam...Nem pensar! Porque adotar uma solução lógica e altruísta quando é possível escolher a estrada mais complicada, egoísta e eticamente (muito) dúbia? Foram buscar os óvulos das doadoras e, com uma pequena agulha, sugaram o material interno (que continha as mitocôndrias "saudáveis"), injetando tudo nos óvulos das mulheres que queriam engravidar. Dado que os mitocôndrias continham os genes das doadoras, as crianças resultantes têm herdado o DNA das duas mulheres.

Jacques Cohen é considerado como um cientista brilhante mas controverso, que tem empurrado os limites das tecnologias da reprodução assistida. Desenvolveu uma técnica que permite que homens inférteis tenham os seus próprios filhos, injetando o DNA do esperma diretamente num óvulo em laboratório.

No ano passado, Cohen disse que a sua experiência lhe permitiria clonar crianças, uma perspectiva tratada com horror pela comunidade científica.
Cohen:
Seria o trabalho de uma tarde para um dos meus alunos.
Justo. Pelo contrário, concentrar-se no estudo do DNA para prevenir as doenças genéticas ou as malformações dos nascituros deve dar muito mais trabalho, não compensa não é? Ups, esquecia-me: énon-profit. Nada de lucro aqui, tudo feito em nome da Ciência e da sociedade.

Doutro lado, quem consegue resistir ao choro duma mãe que não pode ter filhos? O Leitor não tem coração? Que venham os novos Frankestein.

Ipse dixit.

Fontes: Daily MailThe New York Times

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Eu sei no que você está pensando: tecnologia é capaz de gravar imagens de sonhos e memórias

Sabe aquele momento em que você daria 1 milhão de reais para saber em quais coisas a outra pessoa está pensando? Pelo bem da ciência, pesquisadores da universidade americana de Yale estão transformando esse desejo em realidade, por meio de uma tecnologia capaz de analisar e reconstruir as frequências cerebrais.


Para que os pensamentos fossem reconstruídos através de imagens, os cientistas utilizaram aparelhos de ressonância magnética funcional, responsáveis por localizar as áreas mais utilizadas pelo cérebro durante momentos como os sonhos e a reminiscência de memórias.

As informações foram armazenadas em um computador capaz de converter as frequências em blocos 3D de pixels. Com a ajuda de uma acervo de 18 milhões de vídeos do YouTube, os pesquisadores conseguiram transformar os fragmentos cerebrais em imagens reais. Apesar dos registros não contarem com definição perfeita, parecendo borrados, é possível reconhecer rostos e expressões, como sorrisos.

“Essa é uma forma de leitura da mente”, afirmou o neurobiólogo Marvin Chun, da Universidade de Yale, no artigo publicado neste mês na revista científica NeuroImage. A pesquisa tomou corpo quando a equipe de Chun questionou se era possível reconstruir um rosto humano a partir do pensamento de uma pessoa.

Os pesquisadores desejam agora aprofundar as pesquisas para descobrir mais informações sobre a análise das atividades cerebrais e alcançar imagens virtuais mais bem definidas. Dependendo do ponto de vista, uma notícia fantástica ou aterradora para a humanidade. Veja abaixo a reprodução virtual de um pensamento analisado pelos pesquisadores da Universidade de Yale:

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Neo-paganismo com pele de ambientalista é denunciado na França



Raízes anticristãs do ambientalismo no hippismo anárquico
Analisando a parcialidade de certa mídia contra os cientistas que defendem com seriedade a falta de argumentos e de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”, o site “Nouvelles de France” foi em busca da causa dessa propaganda tão tergiversadora.

De início, ele descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, o site encontrou, no fim dos anos 1960, sua motivação ideológica. Ele se refere aos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:

“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.
Para o site francês, essa afirmação condensa o ponto de partida do ecologismo radical hodierno: a proclamação filosófica de que “o homem não tem direito algum sobre a natureza. Pelo contrário, deve se submeter a ela, e, se não o fizer, a deusa Natureza vingar-se-á, por exemplo com o aquecimento global”.

O site cita também Maurice Strong, secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente de 1970 a 1972; secretário-geral da ECO-92 no Rio de Janeiro, em 1992, e até 2005 conselheiro especial de Kofi Annan (então secretário geral da ONU) para questões ambientais:

“É possível que cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução será o afundamento da civilização industrial”.

Segundo o site, tal pensamento condensa um segundo aspecto da filosofia ambientalista radical: “O ódio da sociedade industrial, que seria culpada de submeter a natureza por meio do trabalho humano”.

O Programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas, dirigido também por Maurice Strong e publicado em junho de 1990 com o título “Uma só Terra” (“Only One Earth”), convocava a celebração de um dia de reflexão sobre a atitude dos homens em relação à Terra.

Esse documento, de fato, é um manual de orações que deveriam ser recitadas nesse dia.

Isso já não tem nada que ver com a ciência nem com a política da ONU. O Programa entra decididamente no âmbito religioso, ou – diz o site francês – no neo-paganismo.

Eis o início da primeira prece. As outras são do mesmo teor e concluem com um Aleluia dedicado ao planeta:

“Ato de contrição.

Nós nos esquecemos daquilo que somos.

Nós nos afastamos da evolução do cosmos.

Nós nos separamos dos movimentos da terra.

Nós demos as costas aos ciclos da vida”.
Em 1997, tendo sido atribuído a Christine Stewart, então ministra do Meio Ambiente do Canadá, a apresentação de dados climáticos falsificados, ela respondeu descaradamente:
“Pouco importa que a parte científica seja completamente falsa, há benefícios colaterais para o meio ambiente... A mudança climática nos fornece a melhor chance de trazer justiça e igualdade ao mundo. É um excelente meio para redistribuir as riquezas”.
Eis – conclui o site – a terceira coluna do templo ecologista: a utopia político-social, que acreditávamos varrida da história em 1991 com a queda do comunismo. Ela visa organizar um “decrescimento” com dano para os “ricos”, até que estes fiquem iguais aos “pobres”.

Retrocesso a adoração panteísta dda natureza
Em suma:

— naturalismo filosófico;

— recusa da indústria, do trabalho humano, da civilização e do progresso;

— neopaganismo;

— igualitarismo (marxista?)

“Nouvelles de France” conclui, dizendo que há uma coerência nessas colunas: o “retorno à selva”, tão amado nos círculos neopagãos.

Segundo estes, houve um estilo de vida não cristão numa época abençoada onde não havia nem ricos nem pobres.

Naquela época todo o mundo vivia primariamente, com um mínimo de agricultura e de artesanato.

A humanidade, então, estava convencida de que só havia um grande mestre: a Natureza, venerada na figura de certas árvores ou mananciais.

Assim, avançando seus métodos próprios de investigação, uma publicação oriunda do continente europeu chegou a uma conclusão em muitos pontos análogas à do livro de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo 

As 4 fases do Projeto Blue Beam